Como escrever uma autobiografia [GUIA COMPLETO]

como fazer uma autobiografia

Você tem uma grande história de vida cheia de desafios, obstáculos e dificuldades superadas, certo? E você tem um grande anseio de influenciar a vida das pessoas ao seu redor com a sua autobiografia, ou seja, um livro sobre sua história de vida, pois assim como você venceu, outras pessoas também podem vencer. Se o parágrafo acima descreve exatamente o que você sente quando olha para trás no seu passado, você aterrissou no artigo certo. Criamos um Diagrama Autobiográfico para ajudar você a organizar sua história e melhorar sua escrita. BAIXAR O DIAGRAMA AUTOBIOGRÁFICO AGORA Garantimos para você que não é necessário procurar mais nenhum conteúdo na Internet para saber como escrever uma autobiografia, e também sobre como publicar uma autobiografia. Continue lendo para ficar por dentro de detalhes que o time Viseu preparou para você com base em nossa experiência com mais de 8.000 autores publicados. Além disso, criamos um DIAGRAMA AUTOBIOGRÁFICO, que é um Template Editável, onde você registra o resumo dos fatos da sua vida em ordem cronológica para planejar sua escrita. Se você quiser baixar agora, basta clicar aqui. Índice do Artigo   O que é autobiografia? Autobiografia é um gênero literário no qual o autor escreve sobre si mesmo, ou seja, o autor ou autora narra sua própria história de vida em primeira pessoa, focando em seus momentos de superação. Autobiografias geralmente têm o propósito de inspirar outras pessoas a partir de uma trajetória de dificuldades, obstáculos, bem como sua superação. Autobiografia exemplos O mercado literário é repleto de exemplos de autobiografia, sejam elas de pessoas famosas ou pessoas anônimas que simplesmente publicaram histórias incríveis sobre si mesmas. Dentre os exemplos de autobiografia, ressaltamos aqui 3 deles: 1. Michele Obama: Ex-primeira dama, esposa do ex-presidente dos Estados Unidos da América: Barak Obama, Michele publicou um livro autobiográfico chamado Becoming (adaptado para porguês como Minha história). Neste livro, Michele relata momentos de sua trajetória através de sua própria ótica. 2. Nelson Mandela: O Ex-presidente da África do Sul relata em sua autobiografia detalhes ricos sobre sua educação, além de relatos a respeito dos seus 27 anos de prisão. Por se tratar de uma figura pública muito relevante para o cenário político africano, o livro que traz por título: Long Walk to Freedom (em português Longo Caminho para a liberdade) foi altamente difundido por todo o mundo atingindo grandes marcas de vendas. 3. Hellen Keller: Famosa por sua história de superação, a autora Hellen Keller, que escreveu a autobiografia que traz por título: The Story of my Life (em português A história da minha vida), chocou o mundo com sua forma de vencer os obstáculos biológicos impostos pela vida. Mesmo com dificuldades audiovisuais (cegueira e surdez), Hellen se alfabetizou e se formou em uma universidade, o que para muitos parecia uma tarefa impossível. Essas e muitas outras biografias podem servir de inspiração para você que está em seus primeiros passos para escrita de sua história de vida. Qual a diferença entre biografia e autobiografia? A biografia é um gênero literário cujo propósito é narrar os fatos vivenciados por alguém em 3ª pessoa do singular, ou seja, trata-se de estilo de narração observadora (de fora), já a autobiografia consiste na escrita sobre a vida de uma pessoa em 1ª pessoa do singular, isto é, “Eu” escrevendo sobre fatos da minha própria vida. Exemplo de um texto biográfico: Em 1966, Milton superou o preconceito da cidade, sendo o primeiro homem negro a entrarar em uma Universidade. Apesar dos olhares discriminatórios, ele seguia em frente pelos corredores provando sua dignidade, sem ao menos imaginar que sua trajetória se tornaria um marco da luta pela igualdade no mundo dentro de duas décadas. Exemplo do mesmo texto, porém a partir de uma técnica autobiográfica: Em 1966, eu decidi superar o preconceito da minha cidade, sendo o primeiro homem negro a entrar em uma Universidade. Eu percebia a cada dia os olhares discriminatórios enquanto eu passava pela porta principal e andava pelos corredores até chegar ao auditório onde aconteciam as aulas. Provei minha dignidade, fui forte, mesmo que por dentro parecia que a qualquer momento eu iria desmoronar. Mal sabia eu que pouco mais de duas décadas adiante desses fatos, minha história de superação se tornaria um marco da luta pela igualdade no mundo. Como você pode observar acima, ambas as histórias relatam fatos da vida de Milton (personagem fictício que criamos para exemplificar as diferenças dos gêneros literários), porém cada uma a partir de uma pessoa do discurso diferente. Ambos os gêneros possuem uma característica similar: a veracidade dos fatos. Não cabe a uma obra biográfica ou autobiográfica a criação de eventos fictícios, pois o propósito deste gênero literário é estabelecer conexões entre o leitor e situações reais do cotidiano. Como é um texto de autobiografia? Um texto de autobiografia precisa seguir uma lógica de linearidade, ou seja, precisa deixar bem definido o início, o meio e o fim da história de vida da pessoa que escreve. A ordem dos acontecimentos precisa ser cronológica, para que o leitor se situe nos diferentes momentos da história, e assim absorver a mensagem que o autor deseja passar. Quais são as características de um texto autobiográfico As características de um texto autobiográfico podem ser observadas a partir de 4 eixos principais, sendo eles: 1. Conteúdo baseado em fatos reais, ou seja, sem descrições fictícias; 2. Texto centrado na história passada da pessoa que o escreve; 3. Texto escrito na primeira pessoa do singular (Eu); 4. Texto com característica linear, ou seja, com descrição de fatos em ordem cronológica.    Como escrever a autobiografia Elaboramos esta seção de uma forma especial e altamente detalhada para munir você com conhecimentos suficientes para deixar o artigo e iniciar hoje mesmo o planejamento da sua autobiografia. A propósito, reforçamos mais uma vez que você BAIXE O DIAGRAMA DE AUTOBIOGRAFIA, que é nada menos do que uma timeline editável que ajuda você a planejar sua história autobiográfica de forma linear (cronológica). Vamos então às 6 dicas sobre como escrever uma autobiografia: 1. Estabeleça o propósito da sua

Como manter a originalidade do seu texto e evitar clichês literários

Você já teve a sensação de que seu texto parece… igual aos outros? Que, mesmo com todo o esforço, sua história soa familiar demais, seus personagens lembram figuras de outros livros e suas frases ecoam algo que você já leu antes? Se sim, você não está sozinho. Esse é um dilema que muitos escritores — iniciantes e experientes — enfrentam: como manter a originalidade da escrita e evitar cair nos mesmos clichês de sempre. Originalidade é um dos pilares da boa literatura. Mas também é uma das metas mais difíceis de alcançar — especialmente em um mundo onde tudo já parece ter sido dito. Neste artigo, vamos explorar a fundo esse desafio, desmistificar o que é (e o que não é) originalidade, mostrar como identificar e eliminar clichês do seu texto e, principalmente, como cultivar uma escrita verdadeiramente sua. Você não precisa reinventar a roda, mas precisa aprender a fazer com que ela gire do seu jeito. Menu de navegação   O que é originalidade na escrita — e o que ela não é Vamos começar desfazendo um mito: ser original não significa criar algo 100% novo e inédito. Isso é praticamente impossível. A maioria das histórias já foi contada de alguma forma — o que muda é o olhar, a voz, o caminho. A originalidade não está no enredo revolucionário ou na linguagem jamais usada. Está na combinação única de experiências, emoções, escolhas estilísticas e perspectivas que só você tem. Está em como você escreve, e não apenas no que escreve. A escritora americana Anne Lamott, autora do clássico Bird by Bird, afirma que a voz autoral vem de contar a verdade como você a vê. E isso inclui seus medos, contradições, lembranças, vícios de linguagem e manias narrativas. Tudo isso pode virar força, se usado com consciência. Por que caímos em clichês — mesmo sem querer? Clichês são atalhos mentais. São soluções rápidas e familiares que nosso cérebro reconhece como seguras — e por isso nos empurram para fórmulas prontas. Quando escrevemos, especialmente sob pressão, nosso instinto é recorrer ao que já conhecemos. Isso inclui expressões batidas (“coração apertado”, “lágrimas escorriam como chuva”), estruturas narrativas previsíveis (“o herói improvável que salva o mundo”) e personagens genéricos (a mocinha indefesa, o vilão cruel sem motivo, o mentor sábio). O problema? O leitor também reconhece esses atalhos. E, quando tudo soa repetido, a leitura perde impacto. O cérebro do leitor se desliga. Por dentro da análise crítica: Saiba com é feita essa etapa de revisão de um livro Como identificar os clichês escondidos no seu texto Você pode até achar que está escrevendo algo novo — mas se não fizer uma leitura crítica, os clichês passam despercebidos. Aqui vão algumas armadilhas comuns: Expressões desgastadas “Chorar rios de lágrimas”, “com o coração na mão”, “como uma faca no peito” Substitua por imagens sensoriais específicas, ligadas à cena e ao personagem. Tramas lineares e previsíveis Todo mundo sabe o que vai acontecer no final? Hora de repensar os conflitos e as viradas. Falas artificiais Personagens que soam como estereótipos, não como pessoas reais. Linguagem neutra demais Falta ritmo, cor, personalidade nas frases? Talvez esteja faltando sua voz ali. Uma boa dica é reler seu texto em voz alta. O que parece forçado, repetitivo ou genérico vai saltar aos ouvidos. Uma boa dica é reler seu texto em voz alta. O que parece forçado, repetitivo ou genérico vai saltar aos ouvidos. Estratégias para fugir dos clichês e escrever com autenticidade Agora que você já entendeu o que é originalidade, por que caímos em clichês e como identificá-los, vamos ao que realmente importa: como evitá-los na prática. 1. Troque o automático pelo específico Toda vez que você escrever algo que parece “fácil demais”, pare. Pergunte-se: existe uma forma mais honesta ou mais sensorial de dizer isso? 🛠 Exemplo: Em vez de “o coração dela disparou”, experimente “ela sentiu como se o peito fosse pequeno demais para tudo o que batia dentro”. O objetivo não é ser rebuscado. É ser vivo. 2. Experimente outros pontos de vista Uma boa forma de subverter clichês é mudar o ângulo. E se o narrador fosse o antagonista? Ou um objeto? Ou alguém que não entende o que está acontecendo? Esse deslocamento força novas perguntas — e novas respostas criativas. 3. Humanize seus personagens Pessoas reais são contraditórias, ambíguas, às vezes incoerentes. Seus personagens também devem ser. Um vilão pode ser gentil com animais. Uma heroína pode cometer erros terríveis. Quando o personagem é verossímil, ele quebra o molde e escapa do clichê. 4. Reescreva com consciência A primeira versão é onde você despeja. A segunda é onde você lapida. Na reescrita, observe onde há frases genéricas, ideias repetidas, passagens “sem alma”. O trabalho de originalidade se faz, muitas vezes, na revisão. 5. Desenvolvendo sua voz autoral A voz autoral é o maior antídoto contra o clichê. É ela que dá identidade ao texto, que faz o leitor reconhecer o autor mesmo sem ver o nome na capa. Mas como se desenvolve uma voz? Escrevendo com frequência. Quanto mais você escreve, mais natural sua linguagem se torna. Lendo com atenção. Perceba como outros autores resolvem situações parecidas. Analisando seus textos antigos. O que ali ainda soa verdadeiro? O que soa forçado? Sendo fiel ao que você acredita. Escreva com verdade. Isso se traduz no texto. A originalidade não está no vocabulário difícil ou na estrutura ousada. Está na honestidade. Como disse Clarice Lispector: “Sou como você me vê. Posso ser leve como uma brisa ou forte como uma ventania. Depende de quando e como você me vê passar.” Por que originalidade importa no mercado editorial atual O mercado editorial está mais atento do que nunca à originalidade — não como novidade pela novidade, mas como representatividade, autenticidade e profundidade. Segundo a pesquisa da Technavio (2024), a busca por livros com novas abordagens e diversidade de vozes é um dos principais impulsionadores de crescimento do setor, projetando um aumento de mais de 18 milhões de dólares até 2029. Além

Qual a diferença entre poema e poesia?

Poema ou poesia? Descubra a diferença!

Quando se fala de literatura, existem algumas questões sempre presentes. Uma das maiores entre elas está na poesia, frequentemente confundida com o poema. A proximidade entre essas palavras causa muitas confusões. Afinal, realmente existe uma diferença entre poema e poesia? Qual é essa diferença, exatamente? Neste artigo, responderemos essas e outras dúvidas sobre a escrita poética, abordando as diferenças, semelhanças, características, significados e exemplos desses dois termos. Fique com a gente e entenda de uma vez por todas a diferença entre poema e poesia!   Poema x poesia As palavras poema e poesia não são trocadas com tanta frequência sem razão: suas origens e significados são muito próximos entre si. Tanto poema quanto poesia têm origem do grego poiein, que significa fazer, criar. Apesar disso, já na etimologia temos diferenças: poema vem de poíema, o que se faz, uma criação; já poesia tem raiz em poíesis, que significa a produção, o processo de criar. Hoje em dia, esses termos têm os seguintes significados: Poema: texto literário organizado em versos e estrofes, podendo ou não conter rima e métrica; Poesia: expressão artística que busca provocar sentimentos, englobando palavras, imagens e música. Sendo assim, o poema está mais relacionado à estrutura, já a poesia diz mais respeito à essência. Podemos dizer que todo poema contém poesia, mas nem toda poesia toma a forma de um poema. Agora que você já sabe a diferença entre essas palavras de uma forma mais básica, entenda a fundo as singularidades e características de cada uma dessas categorias a seguir. O que é poema? O poema é uma forma de literatura definida por sua estrutura em versos e estrofes, sendo o oposto da prosa. Em sua essência, é uma obra de arte verbal, que utiliza a linguagem de maneira ornamental, rítmica e simbólica. Normalmente, possuem rima e variam em grau de estruturação, indo de mais livres, como os de Carlos Drummond de Andrade, a mais estruturados, como os de Olavo Bilac. São os poemas que compõem o gênero literário da poesia. Características do poema O poema é uma forma de expressão literária bastante diversa. Tanta diversidade não impede, porém, que se apresentem algumas características comuns nesses textos, que o diferenciam como gênero e tipo de escrita: Versos Os versos são as linhas do poema, sua unidade básica. São classificados de acordo com seu número de sílabas poéticas, indo desde 1 (monossílabo) a 12 (dodecassílabo ou alexandrino). Versos com mais de 12 sílabas poéticas levam o nome de bárbaros. Além disso, também variam de acordo com sua estrutura: versos regulares, que são rimados e têm a mesma medida métrica; versos brancos, que têm mesma medida métrica, mas sem rimas; e versos livres, que não possuem métrica ou rima. Estrofes As estrofes são o conjunto de versos. São categorizadas pela quantidade de versos que possuem, indo de um monóstico (1 verso) a uma décima (10 versos). Estrofes com mais de 10 versos são chamadas de irregulares. Um poema pode conter uma única estrofe ou várias, a depender da estrutura escolhida pelo autor. Também podem ser categorizados de acordo com a métrica dos versos que a compõem, sendo que estrofes simples possuem versos com a mesma medida; estrofes compostas, versos de medidas diferentes; e estrofes livres, versos sem métrica. Métrica e ritmo A métrica refere-se à contagem de sílabas poéticas em cada verso, levando em conta mais a fonética do que a gramática. A contagem se dá até a última sílaba tônica de cada verso e, em alguns casos, une vogais em uma só sílaba, como fazemos na fala. Através da contagem e regragem dessas sílabas poéticas, cria-se cadência e musicalidade consistentes para o texto. Apesar disso, não é um requisito obrigatório, sendo que muitos dos grandes poetas brasileiros não metrificam seus textos, mas conseguem ritmo de outras maneiras. Rimas A rima é a repetição de sons semelhantes no final dos versos, criando uma sonoridade harmoniosa, agradável e musical à leitura. Podem ser classificadas entre rimas perfeitas, em que há total correspondência das sílabas e sons; ou imperfeitas, em que apenas sons de vogais ou consoantes são repetidas. Também variam de acordo com sua organização nas estrofes, como rimas emparelhadas (AABB), rimas alternadas (ABAB) ou rimas cruzadas (ABBA); e ainda pela classe gramatical das palavras, sendo uma rima rica aquela entre palavras de classes gramaticais diferentes, e uma rima pobre aquela entre palavras de mesma classe gramatical. Assim como a métrica, não são obrigatórias. Figuras de linguagem O uso de figuras de linguagem é outra característica marcante do poema. As metáforas, metonímias, aliterações, paradoxos, ironias e outras figuras enriquecem o texto poético, dando-lhe múltiplas camadas de significado e beleza. Elas permitem que o autor vá além do literal das palavras, criando imagens, sensações e emoções mais profundas e complexas. Grande parte do valor estético e lírico dos poemas está nessas figuras. Exemplos de poema Existem muitos tipos de poemas, com diferentes estruturas, temas e escolas literárias. Alguns dos mais populares são os poemas de amor, por exemplo, que encantam e apaixonam com seus versos. Uma dos principais meios de classificação de poemas, entretanto, é sua forma, que pode ser fixa (soneto, haicai, trova, balada etc) ou livre. Confira um exemplo de cada: Poema de forma fixa Exemplo de soneto, poema de forma fixa composto por 14 versos divididos em dois quartetos e dois tercetos, de Vinicius de Moraes: Soneto de separação De repente do riso fez-se o pranto Silencioso e branco como a bruma E das bocas unidas fez-se a espuma E das mãos espalmadas fez-se o espanto. De repente da calma fez-se o vento Que dos olhos desfez a última chama E da paixão fez-se o pressentimento E do momento imóvel fez-se o drama. De repente, não mais que de repente Fez-se de triste o que se fez amante E de sozinho o que se fez contente. Fez-se do amigo próximo o distante Fez-se da vida uma aventura errante De repente, não mais que de repente. Poema livre Exemplo de poema de forma livre, sem estrutura ou métrica

Não é uma história sobre heróis e vilões, é uma história sobre um rapaz alternativo que encontra seu lugar no mundo

Warp processo criativo

Nesta entrevista exclusiva, mergulhamos no universo criativo de Victor Coelho, autor da obra “Warp”. Revelando as camadas por trás da criação de sua narrativa, o autor compartilha insights sobre as inspirações que moldaram o livro, sua conexão pessoal com a história e os desafios enfrentados durante o processo de escrita.  “Warp” é descrito não como uma simples divisão entre heróis e vilões, mas como a jornada de um jovem em busca de seu lugar em um mundo repleto de indivíduos extraordinários, conhecidos como Aprimorados.  Através de uma conversa íntima, o autor destaca a importância da aceitação, a influência de personagens icônicos como Homem-Aranha e X-Men em sua obra, e a dinâmica significativa entre os personagens Noah e Alan.  Além disso, Coelho esboça seus planos futuros para expandir este universo narrativo, prometendo aos leitores mais aventuras envolventes neste fascinante cosmos literário. 1.O que o inspirou a escrever o livro? Victor Coelho: Desde que me conheço por gente, eu tenho uma imaginação muito aflorada, além de sempre amar histórias de super heróis, então acho que chegou um momento onde essas duas coisas se cruzaram.  Eu tenho muitas histórias para contar, mas queria usar um ponto de partida, ter um personagem que seria os olhos do público, então decidi contar a origem do Warp, que acredito que servirá bem esse papel. 2.Como a sua experiência pessoal se reflete nos temas abordados no livro? Victor Coelho: Em muitos pontos na verdade, eu me inspiro em várias pessoas que conheço e em coisas que acontecem comigo para escrever minhas histórias.  O próprio Noah é minha representação nesse universo, então tem muito de mim nele. 3.Pode nos contar um pouco sobre o processo criativo por trás deste livro? Victor Coelho: A ideia sempre foi ter um universo vivo, que parece que está ali faz um tempo, onde o personagem principal não é o responsável por tudo, somente está reagindo ao mundo.  Com isso, eu parti do ponto de que não contaria de forma explícita algumas coisas: a origem dos Aprimorados, que são essas pessoas que têm poderes; a origem dos Stellar, o principal grupo de heróis dessas histórias; e não menos importante, um vilão, já que o foco é a origem do Warp, pelo menos por enquanto. Um dos pilares da escrita do livro foi, sem dúvidas, fazer uma história fácil de ler para trazer novos leitores, já que estamos em uma geração onde conteúdos muito extensos são deixados de lado rapidamente. 4.Quais foram suas principais referências criativas para escrever o livro? Victor Coelho: As principais inspirações foram, sem dúvidas, o Homem-Aranha, que é um personagem consagrado e que eu aprecio muito. Outra inspiração foi a série X-men, que aborda bem esse conceito de pessoas com poderes na sociedade, algo que é somente uma pontinha em Warp, mas será muito importante ao decorrer das histórias subsequentes. 5.Existe algum trecho do livro que você gostaria de citar? Victor Coelho: Eu gosto muito do momento em que Alan e Noah verdadeiramente se conectam, se tornam melhores amigos, ele, como um rapaz que sabe como é se sentir em um corpo que não é seu, traz conforto à Collins ao se sentir visto.   6.Quais foram os principais desafios que você enfrentou ao escrever o livro? Victor Coelho: Acredito que foi a maneira de começar as histórias desse mundo mais urbano e cheio de Aprimorados.  Tinha várias ideias, mas nenhuma me preenchia, então eu acredito que começar com a origem do Warp acabou sendo o que eu precisava. 7.Como você espera que seu livro impacte os leitores? Existe uma mensagem principal que você deseja transmitir? Victor Coelho:  Aceitação. Não é uma história sobre heróis e vilões, é uma história sobre um rapaz alternativo que se encontra em um grupo de pessoas diferentes, conseguindo finalmente explorar esse lado seu que estava adormecido. 8.Há algum personagem ou história no livro que você considere particularmente significativo? Victor Coelho: Como mencionado anteriormente, acredito que a relação de amizade de Alan e Noah é algo que é mais significativo para mim, por mais que seja breve por enquanto, ela ainda vai ser mais aprofundada futuramente. 9.Como você acredita que a Literatura pode contribuir para a vida dos leitores? Victor Coelho: A Literatura é importante para várias questões, mas acredito que o principal seria expandir a imaginação das pessoas, algo muito importante, já que nunca te deixará sem opções para resolver uma situação ou simplesmente para encontrar novos jeitos de se divertir. 10.Quais são seus planos futuros como escritor? Há novos projetos em desenvolvimento? Victor Coelho: A minha ideia é colocar no papel mais contos desse universo, eu tenho vários personagens e histórias que desejo compartilhar com o público, e espero que estejam dispostos a ler.  Antes de continuarmos com a linha de Warp, tendo Stellar e a Legião do Desespero, haverá uma produção mais fantasiosa, explorando o Mundo Mágico desse universo. 11.Você vai fazer evento de lançamento do livro? Quando e onde será? Victor Coelho: Não farei, mas perto do dia do lançamento, dia 22 de Março, lançarei um vídeo falando um pouco mais sobre Warp lá no meu canal do youtube (@duckz659)!

7 dicas para você começar a escrever seu livro!

7 dicas para você começar a escrever seu livro

Apesar de nem todo mundo ter uma obra escrita ou ter a necessidade de escrever um livro, todos nós sentimos a necessidade de expressar nossos sentimentos, emoções e ideias de alguma forma.    Alguns pintam, outros compõem canções e há aqueles que eternizam seus pensamentos por meio de palavras. Nós acreditamos que escrever um livro é uma das coisas mais incríveis que podemos fazer na vida. A sensação de ter nosso conhecimento materializado é indescritível.   No entanto, nem tudo é maravilha no país da escrita, pois é muito comum que os autores encontrem dificuldades no processo, principalmente no início. Cá entre nós, uma folha em branco assusta muita gente, não é mesmo?    Embora seja normal ter um certo bloqueio, o mais importante é estar certo da sua escolha para, então, começar a escrever seu livro!   Por isso trouxemos um artigo com dicas valiosas e capazes de te ajudar na escrita inicial do seu livro. Então, reserve uns minutinhos para este conteúdo, relaxe e curta a leitura! Menu de navegação 1. Decida o que você quer escrever Quando você fecha os olhos, qual o primeiro tema que vem a sua mente? Aquilo que te inspira e manifesta toda sua motivação para escrever? Sobre o que você tem vontade de escrever?   Se em vez de responder essas perguntas você quiser seguir por outro caminho, pode fazer uma autorreflexão sobre qual é o seu perfil como escritor. Você é mais criativo ou reflexivo?   Pensar em aspectos como esses podem nortear a sua escolha de gênero e dar, literalmente, um rumo a sua história. Se você tem um perfil mais reflexivo, aposte em gêneros como relato pessoal, assim, você poderá contar alguma experiência ou um aprendizado.    Mas se tiver um perfil mais criativo e uma verdadeira paixão por criar novas realidades, pode investir em um livro de ficção — gênero que mundos alternativos podem ser criados.   Inclusive, as perspectivas distópicas têm sido a fonte de inspiração para grandes sucessos do cinema mundial, como a série “Divergente” que, das páginas do livro, foi direto para as telas do cinema. 2. Registre suas ideias Sabe aqueles momentos de criatividade instantânea em que as ideias parecem simplesmente não findarem?    Essa é a hora de deixar o filtro e os critérios de lado. Apenas anote as informações que aparecerem em sua mente, sem se importar com a qualidade ou se elas farão parte da versão final, pois, logo, você pode amadurecê-las e decidir usá-las ou não.    De qualquer maneira, não pense nisso agora. Além disso, pode ser que suas ideias simplesmente desapareçam se você ficar filtrando as informações o tempo todo.   Alguns insights podem surgir em momentos inapropriados, por isso, tenha sempre à disposição um bloquinho de anotações ou um aplicativo de escrita criativa instalado no seu smartphone. 3. Leia mais livros “A maior parte do tempo de um escritor é passado na leitura, para depois escrever, uma pessoa revira metade de uma biblioteca para fazer um só livro.” (Samuel Johnson)   Assim como uma planta precisa de água, solo fértil, ar e luz, nossa mente precisa ser regada com leituras, cujos gêneros não precisam se limitar necessariamente àqueles que escrevemos.    Uma leitura diversificada é capaz de nos tornar sensíveis para o funcionamento de diversos textos e o modo como cada um se constrói.   Escritores que buscam ler também têm seu conhecimento de mundo ampliado e a capacidade de observar fatos e construir opiniões em diferentes ângulos.    Ademais, quanto maior forem suas referências estéticas, maior será sua proximidade com seu estilo enquanto autor(a). 4. Busque feedbacks sobre suas escritas Em um primeiro momento, pode parecer um pouco desconfortável receber críticas sobre o seu livro, não é mesmo? Afinal, nos dedicamos tanto à escrita que acreditamos estar tudo perfeito.   Embora existam certos textos que são quase perfeitos numa primeira escrita, eles são raríssimos e, na grande maioria dos casos, são necessários alguns retoques, dos quais você, por estar muito envolvido com a história, pode não perceber.   Portanto, peça feedbacks de pessoas próximas a você, eles são ferramentas construtivas que devem ser vistas de forma positiva.   Uma opinião sólida e justa pode apontar alterações que te possibilita criar uma versão cada vez melhor do seu livro.   Leitores beta são profissionais capazes de fazer uma leitura crítica e honesta sobre seu texto. E se você é do tipo que gosta de receber sugestões, melhor ainda! 5. Busque oxigenar suas ideias Uma inspiração pode vir de muitos lugares. Já vi escritor destrinchar linhas ao som de Pink Floyd e outros confortavelmente inspirados escrevendo em pé.    Você não precisa adotar práticas tão inusitadas, mas sim encontrar a melhor fonte de inspiração para desenvolver e ajudar sua escrita a florescer.   Contudo, saiba que nem tudo pode funcionar da mesma forma sempre e há momentos em que você precisa parar de forçar o processo criativo, fazer uma pausa e retomar o processo posteriormente.   E uma excelente forma de oxigenar suas ideias é fazer alguma atividade que te dê prazer, como uma caminhada em meio à natureza, uma passeio no parque ou assistir uma série nova que despertou sua curiosidade, por exemplo. 6. Tenha o hábito de escrever Crie o hábito de escrever regularmente. Seja para relatar alguma situação engraçada na fila da padaria, a sensação de encontrar um velho conhecido depois de tanto tempo ou a calmaria com que você observou o dia passar.   Praticamente todas as situações da nossa vida podem ser transformadas em textos.   Estipule um número determinado de páginas que pretende escrever por dia ou um determinado número de vezes por semana. Essa rotina trará a disciplina necessária para que a escrita se torne cada vez mais fluida e natural com o tempo.   Esse é um hábito que, com certeza, contribuirá para o seu processo de se tornar um escritor ou uma escritora melhor. 7. Desconecte-se para conectar-se Faça uma das redes sociais e conecte-se com seu eu

Como ser um escritor melhor? Confira 8 dicas da Viseu!

Como ser um escritor melhor? Confira 8 dicas da Viseu.

Você já se pegou pensando sobre o que você poderia fazer para ser um escritor melhor?   A maioria das pessoas que escreve sonha em ser uma referência na área, entretanto, se tornar uma autoridade em um nicho literário demanda tempo, além de exigir que você saiba utilizar as estratégias assertivamente.   Mas sabe o que é o mais importante nesse processo? Não desistir no meio do caminho!   Sabemos que existem diversos livros, sites e vídeos sobre técnicas literárias que ajudam os autores, porém, também sabemos que tão somente de teoria vive um escritor.    Por isso, queremos te oferecer caminhos para que você possa se tornar um melhor escritor na prática. Confira dicas que poderá aplicar no seu processo criativo ainda hoje! Menu de navegação 1. Apenas escreva e deixe a crítica para depois Toda vez que decidimos iniciar um livro, surge o receio de dar o primeiro passo, o medo de não produzir algo bom o suficiente para os leitores. E com esse pensamento, você ‘enrola’ por dias e acaba não escrevendo nada.   Portanto, no início, não se preocupe com as opiniões alheias; concentre-se, antes de tudo, na sua vontade de escrever e expressar suas ideias.   É óbvio que não dá para escrever uma página de um livro de qualquer maneira. É necessário realizar pesquisas, leituras e aprofundar-se antes de colocar o conhecimento adquirido em prática, ou seja, antes de começar a escrever.    Uma sugestão valiosa é que você sempre terá a oportunidade de aprimorar o que escreveu depois de concluído. Portanto, escreva, avalie o que estiver lendo e, se necessário, reescreva. 2. Coloque a auto revisão em prática Está começando a escrever? Não precisa escrever mil páginas. Inicie com trechos mais curtos.   Assim, é possível colocar a auto revisão em prática, que consiste em reler cada parágrafo antes de dar continuidade à história. Com isso, fica mais fácil perceber erros recorrentes durante a escrita.   Dessa forma, você conseguirá aprimorá-los antes de terminar sua obra e não precisará corrigi-los em todo o manuscrito.   Uma boa estratégia é começar a escrever contos ou crônicas que são textos literários mais curtos, pois, além de aprimorar suas técnicas, te ajudam a  se preparar para a escrita de textos mais longos. 3. Torne-se um leitor melhor Para se tornar um escritor melhor, antes, é preciso tornar-se um leitor melhor.   Então, leia textos de outros autores e realize uma análise crítica do que você está lendo. O conteúdo está bem escrito? O autor poderia ter desenvolvido melhor as ideias? A leitura é envolvente?   Ao ler obras de outros autores com maior atenção e analisando as linhas de forma crítica, você internaliza o que julga ser um bom manuscrito e quais são as estruturas são mais fluidas para o leitor. Que tal fazer isso lendo uma das 15 autobiografias que indicamos para inspirar sua escrita? 4. Faça um curso de gramática, se necessário Caso você seja um escritor, mas não tenha feito uma graduação que continha disciplinas que ensinavam gramática, como os cursos de Letras ou Comunicação, pode ser que você tenha um pouco mais de dificuldade de escrever seguindo as regras da língua portuguesa.   Saiba que essa dificuldade é comum e até mesmo natural para quem não é da área. A língua portuguesa é complexa e mesmo os estudiosos dela não dominam completamente suas particularidades.   Portanto, se você sente que escreveria melhor se aprendesse a usar as normas da língua portuguesa com maestria, não tenha receio em buscar um curso, onde possa aprender a usar as estruturas gramaticais e novos recursos linguísticos.   E você não precisa entrar em uma faculdade de Letras para isso. Existem diversos profissionais da área que oferecem cursos e/ou consultorias para pessoas que buscam escrever melhor. 5. Conheça a fundo os operadores argumentativos Aproveitando a temática, essa dica, sem dúvidas, te ajudará a tornar seus textos mais coesos e coerentes.   Os conectivos textuais são termos fundamentais para conectar e dar sentidos às orações, tornando a leitura mais fluida. Na gramática tradicional, são chamados de conjunções e advérbios, já no campo da linguística, são conhecidos como operadores argumentativos.   Mas o fato é que aprender a utilizar esses termos é fundamental para proporcionar uma relação mais harmoniosa entre as orações e tornarão sua escrita mais rica, coesa e coerente. Confira a tabela abaixo com os principais conectivos textuais: 6. Desenvolva técnicas de referenciação Uma das técnicas fundamentais para a elaboração de um texto bem escrito é a referenciação.    Esse recurso linguístico é primordial para a organização de um texto. Referenciar significa que estamos retomando um termo que já usamos anteriormente no texto, sendo uma técnica para evitarmos a repetição de palavras, que torna uma produção textual cansativa de se ler.   A referenciação é dividida em anáfora e catáfora. Em resumo, as anáforas se referem à retomada de termos previamente mencionados no texto, enquanto as catáforas antecipam o que será ainda abordado, gerando movimentos regressivos e progressivos, respectivamente.    Esses recursos são bem comuns em nossa fala, contudo, quando vamos escrever, é fundamental desenvolver melhor essa técnica e ampliar nosso vocabulário. Considere o exemplo abaixo: “Mariana despertou às sete da manhã daquela segunda-feira e dirigiu-se à estação do metrô. Após esperar por trinta minutos naquele lugar, ela deparou-se com o que já esperava: um vagão abarrotado ocupado por centenas de trabalhadores que se espremiam na busca por qualquer espaço disponível”.  Uma análise cuidadosa do trecho revela elementos que exemplificam o conceito de anáfora. O pronome “ela” faz referência a um termo previamente mencionado, nesse caso, o substantivo próprio “Mariana”.    Em seguida, há outra anáfora, agora com o termo “naquele lugar”, que retoma a expressão “estação de metrô”. Ao continuar a história, poderíamos ampliar ainda mais as possibilidades de referenciação: “A jovem já estava angustiada naquele ambiente lotado de desconhecidos. Criaturas apressadas agindo de forma automática como todas as manhãs daquela capital agitada e cinzenta. Seu único objetivo era algo que apenas as mantinham aprisionadas

Como começar a escrever seu livro infantil? Confira 8 dicas valiosas!

Texto: como escrever um livro infantil? Confira 8 dicas para começar. Imagem: menina branca sentada em uma pilha de livros e lendo um livro azul

Os livros estão em nossas vidas desde quando ainda nem sabemos andar. Desde bem pequenos, é comum os bebês pegarem os livros com imagens coloridas e que os encantam.   Além disso, muitos pais também têm o hábito de ler para seus filhos, afinal, os livros infantis são fundamentais para o desenvolvimento das crianças em todas as idades.   E, por existirem livros para todas as faixas etárias, os livros para crianças tem uma parcela significativa do mercado editorial brasileiro. Porém, ainda existe muito espaço para novos escritores, já que há poucos autores especialistas nesse nicho da literatura.   E, hoje em dia, o papel de autores de livros infantis é fundamental para existam obras de qualidade para esse público que, diferentemente das gerações anteriores, tem a distração dos vídeos e jogos dos smartphones.    Afinal, o hábito de leitura na infância desenvolve o senso moral, crítico, fortalece os vínculos afetivos e amplia o vocabulário dos pequenos.   Quer saber como aproveitar esse mercado de títulos infantis e vender para esse público? Acompanhe nossas dicas: O que você vai encontrar neste artigo: 1. Consuma obras do gênero infantil Há uma crença generalizada que escrever é difícil, porém, há caminhos para tornar o processo mais fluido e natural. E um deles é se especializar em uma área e, para isso, nada melhor do que consumir obras desse nicho.    Então, ler livros destinados às crianças é fundamental antes de você se aventurar no processo inicial de escrita. A famosa pesquisa literária é o passo inicial para qualquer gênero literário e não seria diferente para a literatura infantil.   Um livro para criança não se resume a uma simples historinha e uma ilustração, vai muito além disso. Por isso, aproveite os títulos de grandes escritores de histórias infantis e faça uma pesquisa para se inspirar. 2. Escolha linguagem adequada para seu livro infantil A linguagem ideal é sempre aquela mais entendível para seu público. Como estamos falando de livros para crianças, é importante definir qual é a faixa etária que você contemplará na sua obra.   A maioria dos livros infantis têm algo a ensinar às crianças, transmitindo uma lição ao decorrer da narrativa, no entanto, é preciso ter cuidado no modo que essa mensagem será repassada.   Lembre-se sempre da idade das crianças que irão ler seu livro para adequar a linguagem, visto que não cabe um tom adulto e professoral, mas também não se deve infantilizar se sua obra for escrita para pré-adolescentes, por exemplo.   É preciso, então, utilizar uma voz condizente com o seu público-alvo, para conversar com as crianças naturalmente.   3. Estude seu público-alvo A pesquisa de público é válida em todos os gêneros literários e quando decidimos escrever para um público infantil, é necessário estudá-lo, observá-lo e escutá-lo.   É importante entender que tipo de livros fazem sucesso com as crianças. Então, conheça o universo dos seus filhos e sobrinhos (caso tenha) ou busque outras crianças em outros espaços, pois é imprescindível conhecê-las e observá-las para encontrar a melhor temática e linguagem a ser abordada.   Além disso, também é importante conversar com os pais e responsáveis e entender como eles escolhem o que seus filhos vão consumir, afinal, lembre-se que são eles que irão decidir pela compra do seu livro. 4. Atente-se à quantidade de palavras do seu livro Ao escrever para o público infantil, saiba que há uma quantidade de palavras que seu livro deve ter de acordo com a faixa etária. Veja a seguir: Faixa etária até 4 anos Essa é a fase de pré-alfabetização, por isso, os livros não costumam ter tanto conteúdo escrito. Geralmente, as obras variam de 0 a 100 palavras e o possuem um conteúdo mais simples, com muitas ilustrações.  Faixa etária de 4 a 6 anos Nessa fase, as crianças já podem estar na fase de alfabetização e os livros podem ter, em média, 700 palavras. As ilustrações têm papel bem importante e devem se mesclar com o texto para contar a história. O enredo deve ser completo, com começo, meio e fim. E lembre-se que é bem provável que esses livros sejam lidos em voz alta por um adulto. Faixa etária de 6 a 8 anos Já para a faixa etária de 6 a 8 anos, os livros costumam ter de 200 a 20.000 palavras. Nessa fase, as crianças são incentivadas a ler sozinhas e, muitas vezes, o livro será dividido em capítulos. O enredo e o vocabulário devem ser simples, mas o tamanho do livro será visto como um desafio para a criança, que se sente vitoriosa ao concluir a leitura. Faixa etária acima de 8 anos   Quando as crianças estão um pouco mais desenvolvidas no hábito da leitura, os livros podem ter de 20.000 a 35.000 palavras. O enredo começa a ficar um pouco mais complexo, com uma quantidade maior de palavras e sem tantas ilustrações. 5. Preocupe-se com as ilustrações Um livro infantil, muitas vezes, é vendido pela capa, portanto, é fundamental se preocupar com a ilustração da capa e do miolo da sua obra literária.   Boas ilustrações falam por si e, nos livros infantis, elas têm fundamental importância.   As crianças são extremamente visuais e adoram livros com muitas imagens e as ilustrações de personagens e cenários darão um toque especial ao seu livro. 6. Crie um universo original Um aspecto que trará um diferencial para o seu livro é a criação de um universo fantástico original para sua história. Sabemos que na literatura infantil, as possibilidades são infinitas. Temos diversos livros com animais falantes, dinossauros e até mesmo objetos animados.  Você pode criar seres fantásticos de outro planeta em uma história inédita ou mesmo criar um novo planeta terra, onde tudo acontece da sua maneira.  Seres do espaço, com poderes especiais, tudo pode se encaixar de uma forma incrível se você souber amarrar a sua história. Para isso, exercitar sua escrita criativa é fundamental, assim, você irá aflorar suas ideias para construção do seu livro. 7. Coloque a

Publicação de livro infantil: tudo que você precisa saber!

Menina ruiva com livro na mão com uma expressão pensativa

É bem provável que os livros infantis tenham surgido para fazer com que as crianças e até mesmo nós, adultos, possamos nos desligar por alguns instantes da realidade e, assim,  viajar pelos desenhos e cores da história.    Ainda que a literatura infantil vá muito além de entreter, que é o que já sabemos, as ilustrações e fantasias conseguem criar momentos lúdicos que ajudam na alfabetização e passam a ter um papel ainda mais importante na narrativa.    Universidades discursam sobre a importância dos livros infantis na formação de novos leitores e no desenvolvimento cognitivo da criança, porém poucos apontam o cuidado envolvido na produção editorial desses livros.   O que você vai encontrar neste artigo: Você vai descobrir quais são as principais etapas do processo editorial de publicação de um livro infantil.   O que você vai encontrar neste artigo: Afinal, como publicar seu livro infantil? Começar e finalizar uma obra infantil, sem dúvidas, dá muito trabalho para os autores. Afinal, estamos falando de uma produção literária complexa, elaborada especialmente para um público que está em fase de aprendizagem e desenvolvimento.   Por isso, a escrita de um livro infantil deve ter elementos que envolvam o leitor, além de contribuir para a formação desse espectador, trazendo diversão e ensinamentos valiosos.   A boa notícia para se empenhar nessa bela missão é que, atualmente, é muito mais acessível concretizar a publicação de uma obra literária.    Se antigamente, a publicação de um título era um sonho distante, hoje, as editoras especializadas em novos autores são responsáveis por trazer a possibilidade de publicar sua obra em alta qualidade e com preço mais acessível, já que há mais opções para essa concretização.   E, se você nunca publicou um livro e quer saber quais são as etapas para a publicação, fique até o final do texto, pois vamos te contar tudo! Etapas de publicação de um livro infantil O mercado editorial cresceu e existem mais editoras para a realização de publicação de obras diversas, então, os autores têm mais poder de escolha.   Editoras menores cresceram rapidamente e se especializaram em impulsionar novos autores no mercado, fazendo novos títulos chegarem rapidamente ao público.   Uma boa maneira de publicar um livro é realizar uma pesquisa sobre os diferentes formatos de publicação. Ao estudar todas as possibilidades, você tem mais segurança na hora de fazer a melhor escolha para o seu projeto literário.    Com tantas opções disponíveis, é relativamente fácil aprender e descobrir o tipo de publicação ideal para seu livro. Agora vamos conhecer melhor cada etapa: 1. Registro de direitos autorais A primeira etapa que você deve se atentar é o registro dos direitos autorais. Afinal, é esse protocolo que trará a segurança jurídica para a carreira do autor, evitando a perda dos direitos sobre a publicação que o autor tanto lutou para conseguir.    Portanto, sugerimos que você providencie o registro logo após a finalização da sua obra.    Uma das instituições que pode realizar o registro é a Biblioteca Nacional, que faz esse tipo de trabalho desde 1898 e ainda arquiva um exemplar do livro para posteridade.    Os direitos autorais também podem ser feitos na Câmara Brasileira do Livro (CBL) ou até mesmo em empresas particulares, que trabalham com a regulamentação dos direitos autorais de obras em geral.    É válido saber que existe uma taxa que o autor deve custear para o registro da sua obra. 2. Escolha da forma de publicação Como já mencionamos, há várias formas de publicação no mercado editorial atual. E o autor deverá optar por aquela que seja mais viável para o momento da sua carreira.   Autores têm a opção de publicação desde o contato com grandes grupos editoriais e até mesmo a autopublicação.    Contudo, nenhum desses caminhos costuma ser tão fácil, pois os tradicionais grupos editoriais focam seus esforços na publicação de autores consagrados, já que estão consolidados no mercado.   E a autopublicação pode ser um caminho viável, já que praticamente qualquer pessoa com conhecimentos intermediários de ferramentas on-line consegue gerar um e-book no formato PDF.   Entretanto, se optar por essa opção é você quem cuidará de tudo: escrita, ilustração, diagramação, revisão, impulsionamento, impressão e distribuição (caso deseje). Sem dúvidas, uma jornada árdua!   No entanto, há um caminho que pode ser uma excelente opção para você, caso seja um autor em ascensão e ainda não tenha feito uma publicação, que é a parceria com uma editora especializada em novos autores.   Essa é uma das melhores formas para escritores que querem publicar sua obra com uma qualidade profissional, sem precisar fazer tudo sozinho e sem ultrapassar seu orçamento.   Há, ainda, caminhos alternativos para tirar seu sonho de publicar um livro infantil do papel, os quais são: o Crowdfunding (iniciativa de financiamento coletivo), incentivos e patrocínios culturais públicos (caso sua cidade tenha essa possibilidade) e concursos e prêmios literários (quando a premiação é a publicação da obra vencedora). 3. Ilustração de livro infantil Histórias infantis recordam ilustrações, desenhos, pois, afinal de contas, as histórias não são contadas apenas com palavras. Muitas vezes, as crianças só entram na história quando se deparam com uma boa ilustração.    Os desenhos têm um papel fundamental na compreensão do contexto e na retenção da atenção da criança durante a leitura.   Por isso, é de extrema importância contar com um ilustrador que consiga retratar a essência da história em imagens de alta qualidade e nem sempre é fácil encontrar esse profissional.    Portanto, é válido pesquisar bem os trabalhos dos ilustradores que você entrar em contato, visto que cada ilustrador costuma ter um estilo e trabalha com uma técnica diferente.  4. Diagramação de livro infantil Temos o texto, as ilustrações, agora é hora de harmonizar isso dentro do livro. Esse é o papel do diagramador. Há quem acredite que seja uma tarefa fácil, mas nem sempre é.  Esse profissional precisa pensar na fonte, na quantidade de texto por página, na posição da ilustração na folha e no tamanho da margem,

Como escrever um romance? Veja o guia completo da Viseu!

Você sabia que, segundo pesquisas recentes, o gênero de romance representa um dos segmentos mais lucrativos do mercado editorial global? Com uma receita anual que chega a bilhões, os romances não apenas capturam corações, mas também mentes curiosas em todo o mundo. Mas o que realmente faz um romance ser tão atraente? E mais importante, como você pode transformar suas ideias em um romance que prenda a atenção dos leitores e deixe uma marca indelével em seus corações? Neste artigo, mergulharemos no fascinante mundo da escrita de romances. Desde a concepção da ideia inicial até o momento em que seu trabalho chega às mãos dos leitores, abordaremos todas as etapas essenciais. Seja você um escritor aspirante buscando orientação para dar os primeiros passos, ou um autor experiente procurando aprimorar suas habilidades, este guia oferecerá insights valiosos e dicas práticas para ajudá-lo a criar uma obra literária que não só entretenha, mas também inspire. Índice Definindo o gênero de seu romance Ao embarcar na jornada de escrever um romance, uma das primeiras e mais cruciais decisões que você enfrentará é a escolha do gênero. O gênero não apenas molda a narrativa, mas também ajuda a definir o público-alvo do seu livro. Vamos explorar alguns gêneros populares e considerações importantes para sua escolha. Romance histórico  Ambientado em épocas passadas, o romance histórico requer uma pesquisa rigorosa para recriar com precisão o período em questão. Se você tem uma paixão pela história e um olhar atento aos detalhes, este gênero pode ser uma escolha fascinante. Romance policial Ideal para quem adora enigmas e suspense, o romance policial gira em torno de um crime e sua resolução. Este gênero desafia o autor a criar tramas complexas e personagens astutos. Romance de fantasia Se você deseja criar mundos e criaturas completamente novos, o romance de fantasia é o seu campo de jogo. Aqui, a imaginação é o limite, e você tem a liberdade de construir universos únicos. Romance científico Para os aficionados por tecnologia e ciência, este gênero combina elementos científicos com a narrativa fictícia. É um campo fértil para exploração de futuros possíveis e inovações tecnológicas. Romance contemporâneo Ambientado no presente, este gênero se concentra em temas e questões atuais. É uma ótima opção se você deseja explorar relações humanas e sociais de uma maneira mais próxima à realidade do leitor. A escolha do gênero deve estar alinhada com seus interesses e paixões. Escrever sobre algo que você ama ou que lhe fascina tornará o processo mais prazeroso e autêntico. Além disso, um autor apaixonado pelo seu gênero consegue transmitir essa paixão para os leitores, criando uma conexão mais profunda com sua audiência. Lembre-se, o gênero não limita sua criatividade, mas serve como um guia para moldar sua história e atrair leitores que compartilham dos mesmos interesses. Ao definir o gênero do seu romance, você dá o primeiro passo em direção à criação de uma obra que ressoa não apenas com você, mas também com seu público. Desenvolvendo personagens e enredo de seu romance Para criar uma história que cativa os leitores, é fundamental desenvolver personagens memoráveis e um enredo cativante. Aqui estão algumas dicas e estratégias para ajudá-lo nesse processo criativo. Criando personagens memoráveis para um romance Profundidade e complexidade dos personagens Crie personagens com camadas de complexidade. Eles devem ter qualidades, defeitos, sonhos, medos e contradições, assim como pessoas reais. Isso os torna mais relacionáveis e interessantes. Evolução dos personagens Permita que seus personagens cresçam e evoluam ao longo da história. Uma transformação, seja ela positiva ou negativa, mantém os leitores engajados e mostra a profundidade do seu desenvolvimento. Conexões realistas dos personagens Desenvolva relações entre os personagens que sejam autênticas e críveis. Seja uma amizade, romance ou rivalidade, essas interações devem refletir a complexidade das relações humanas. Motivações claras dos personagens Cada personagem deve ter motivações claras que impulsionem suas ações. Isso ajuda a criar uma narrativa coerente e a dar aos leitores uma razão para se importarem com os personagens. Elaborando um enredo cativante para um romance Conflito e tensão em um enredo Um enredo cativante muitas vezes gira em torno de um conflito central. Este pode ser interno (dentro do personagem) ou externo (entre personagens ou com o ambiente). O conflito cria tensão e mantém os leitores ansiosos pelo desenrolar da história. Estrutura narrativa de um enredo Considere a estrutura do seu romance. Uma abordagem comum é a jornada do herói, mas existem muitas outras que podem servir de base para sua história. Estruturar bem o enredo ajuda a manter um bom ritmo e a garantir que cada cena contribua para a história. Reviravoltas surpreendentes em um enredo Surpreenda os leitores com reviravoltas inesperadas. Isso não apenas mantém o interesse, mas também adiciona profundidade à sua narrativa, desafiando as expectativas dos leitores. Climax e resolução em um enredo Construa um clímax emocionante que seja o ponto alto do seu conflito. A resolução deve ser satisfatória, amarrando as pontas soltas e oferecendo um fechamento adequado à jornada dos personagens. Lembre-se, personagens bem desenvolvidos e um enredo cativante são a alma de qualquer bom romance. Dedique tempo para planejar e refinar esses elementos, pois eles são essenciais para envolver seus leitores e tornar sua história memorável. A arte de escrever um romance Dominar a arte da escrita é essencial para transformar uma boa ideia em um romance de sucesso. Vamos explorar técnicas para escrever diálogos naturais e descrições vívidas, além de entender a importância da revisão e da edição. Romance com diálogos naturais Autenticidade: O diálogo deve soar natural e verdadeiro para os personagens. Pense em como a pessoa realmente falaria, considerando sua idade, origem, educação e personalidade. Economia de palavras: Diálogos não devem ser excessivamente longos ou cheios de informações desnecessárias. Cada fala deve ter um propósito claro, seja avançar a trama, revelar algo sobre um personagem ou criar tensão. Evitar exposição excessiva: Evite usar diálogos para explicar demais a trama. Informações importantes podem ser reveladas de maneira mais sutil e integrada à narrativa. Diferenciação de vozes: Cada personagem deve ter uma

Top 4 obras que todo escritor deve conhecer antes de começar a escrever

escrever - homem de camisa xadrez sentado e lendo um livro em uma biblioteca - editora viseu

Nós que amamos escrever, estamos sempre lendo e já pensando no próximo candidato de uma lista interminável de livros. Isso quando não adicionamos numerosas obras ao carrinho da Amazon e ficamos ansiosos na expectativa de recebê-las. Realmente, para nós, a leitura é uma das coisas mais prazerosas a se fazer, sobretudo quando é feita para distrair, conhecer e emocionar-se. Embora essas leituras sejam feitas despretensiosamente, nós, com certeza, sempre aprendemos algo que reflete em nossa escrita.     O que você vai encontrar neste artigo: Existem autores que, além da leitura despretensiosa, almejam desenvolver suas habilidades por meio de obras que oferecem essa possibilidade e se propõem a falar sobre a escrita. Felizmente, há livros de autores cujo intuito é fornecer técnicas e ferramentas para desenvolver as habilidades de escrita de outros autores. Esse é o assunto de hoje. Siga conosco e saiba quais são os nomes mais relevantes quando o assunto é: escrever. Desejamos uma boa leitura! Stephen King, Sobre a escrita (2000) A arte em memórias Stephen King é considerado um dos autores mais influentes da contemporaneidade. São mais de 400 publicações distribuídas em forma de contos, poemas, romances e livros de não ficção. Esse autor norte americano se tornou tão relevante a ponto de suas histórias saírem das páginas de livro e irem às telas de cinema, inspirando filmes, como: Carrie, a estranha; A espera de um milagre; O apanhador de sonhos; Contos da escuridão; A hora da zona morta.   Este último foi uma base para uma série de televisão apresentada pelo ator e diretor Anthony Michael Hall. As obras desse importante escritor contemplam, também, escritores e profissionais do texto que fazem da escrita seu ofício e, por isso, estão sempre buscando desenvolvê-la. Esse é o caso, por exemplo,  do livro Sobre a escrita – A arte em memórias, que é uma leitura obrigatória aos que querem escrever bons textos. Nessa obra — que quase se assemelha a uma autobiografia, se não fosse pelo fato de que os acontecimentos não são descritos em ordem cronológica —, o autor narra toda sua trajetória no universo da escrita, resgatando memórias e contando experiências a partir das habilidades desenvolvidas que o consagraram como um dos nomes mais relevantes da literatura contemporânea. Nela, o autor de mais de 40 best-sellers oferece uma série de dicas àqueles que desejam melhorar sua capacidade de escrita. Há quem diga que Stephen possui uma linguagem firme e direta. Realmente, em alguns trechos isso pode se confirmar. Será esse um dos segredos para a boa escrita? Só lendo para descobrir. “Mas é a escrita c@c&t&, não é lavar o carro ou passar delineador. Se você levá-la a sério, podemos conversar. Se você não puder ou não quiser é hora de fechar o livro e ir fazer outra coisa. Lavar o carro, talvez.” Steven Pinker, Guia de escrita (2018) Como conceber um texto com clareza, precisão e elegância Steven Pinker é um dos autores mais influentes quando o assunto é a linguagem e a mente. Dentre seus best-sellers, temos, por exemplo, Como a mente funciona; Tábula Rasa; Do que é feito o pensamento. O autor do Guia de escrita – Como conceber um texto com clareza, precisão e elegância é professor do Harvard College e também professor de psicologia da família Johnstone na Universidade de Harvard. Suas contribuições para o meio científico são tantas que foi considerado uma das cem pessoas mais influentes do mundo pela revista Time. Que honra, não é mesmo? Em sua obra Guia de escrita, o autor critica os manuais de bom uso da língua e repensa-os, trazendo para a forma como mobilizamos a língua na atualidade. O autor atenta seu público sobre a importância de se combater o mal do conhecimento, de evitar o uso dos nomes e substantivos zumbis e da importância de observar as regras sintáticas que regem a construção de frases e, com isso, evitar ambiguidades. Pinker não se restringe aos livros e agracia a todos com sua destreza à escrita, escrevendo com frequência para o The New York Times, The New Republic entre outras revistas de grande relevância.   Francine Prose, Para ler como um escritor As medidas: 22 cm de altura x 15 de espessura e 1.6 cm de largura.  Essas são as dimensões que você precisa reservar em sua estante para o livro da escritora, romancista e crítica Francine Prose, Para ler como um escritor.  É possível ensinar a um escritor o seu ofício? Essa é a questão principal que a autora busca responder em sua obra. Virginia Woolf, Jane Austen, Nabokov, Philip Roth e Flaubert são algumas das fontes que a autora usa para extrair dicas e lições valiosas sobre boas práticas de escrita. Por conter informações específicas acerca dos autores e mercado literário americano, o livro ganhou alguns acréscimos feitos por Ítalo Moriconi. Ele analisa a obra dos grandes mestres da nossa literatura, como Carlos Drummond Andrade, Graciliano Ramos e Machado de Assis. Adriano da Gama Kury: Para falar e escrever melhor o português Já imaginou recordar as temidas e, em alguns casos, nebulosas regras da língua de um jeito leve e descontraído? Foi o que motivou o professor Adriano da Gama Kury a escrever seu livro: Para falar e escrever melhor o português. “Em muitos dos numerosos cursos que venho dando por este Brasil, ouvi sempre dos meus alunos referências à leveza, amenidade e bom humor com que trato assuntos da língua por vezes áridos. (Nunca me esqueci do conselho ouvido numa aula do mestre Paulo Rónai: não é ideal a aula que não provoque sorrisos.) Tudo isso aliado à clareza que apontavam na minha exposição, feita em linguagem acessível. Acreditando que tivessem razão, fui transpondo para a escrita, sem ranço gramatical, muitas dessas aulas: e assim ia nascendo esse livrinho.” Depois de uma dessa, só não corre à livraria quem já tem essa preciosidade! Essa é uma obra que consegue nos despertar para a importância de um texto bem escrito que abrange o estudo das pontuações, vírgulas, crases, hífens e

Storytelling, sabe como usar? 

storytelling - na imagem há um organograma que liga uma máquina de escrever a uma lupa, um cérebro e uma lâmpada

Storytelling é a capacidade de transmitir pensamentos, ideias e fatos por meio de uma narrativa coesa e fluida. Resumindo, é sobre saber contar uma boa história e ajudar seu livro a se conectar melhor com seu leitor. Todo escritor que quer publicar um livro sabe que boas histórias têm uma alta capacidade de inspirar, além de aguçar a curiosidade e fazer com que o leitor direcione a atenção a elas e queira compartilhar com outros. Por isso é imprescindível que o autor saiba contar uma boa história. O que você vai encontrar neste artigo: Storytelling: por onde começar? Na verdade, não existe uma fórmula mágica para fazer um bom storytelling e, consequentemente, saber contar uma boa história. No entanto podemos dar alguns direcionamentos, respondendo a algumas questões: Com quem você quer falar? O que você quer falar? Por que você quer falar? Quando você quer falar? Onde você quer falar? Como você quer falar? Respondendo a essas perguntas, você terá um direcionamento sobre como começar o roteiro do seu livro e logo deve pensar nos elementos da história. Elementos para o Storytelling Há estudos que mostram a presença de um padrão narrativo em histórias famosas e emocionantes que se tornaram excelentes estruturas para a escrita dos livros. Entretanto é preciso ficar atento caso haja necessidade de adaptar a sua obra. Nem sempre tudo será aplicado, mas pode servir de fórmula de orientação para você se inspirar em criar sua história. Herói ou Heroína no storytelling Geralmente as histórias giram em torno de um “herói” que pode ser subjetivo — aquele que passa por uma série de situações e é cercado por elementos principais. O herói geralmente é o personagem principal de uma narrativa. É ele quem carrega a grande responsabilidade do desfecho de um enredo. Construir uma narrativa em volta o herói requer primeiramente um planejamento psicológico sobre este personagem. Você precisa entender quais os pontos fortes, fracos bem como as reações que este personagem tem diante dos conflitos. Para planejar melhor esta parte, recomendamos você baixar nosso Guia sobre Como Desenvolver Personagens. Introdução do storytelling Um dos elementos mais importantes da história é a introdução, afinal, é o momento de localizar: o personagem o espaço o ambiente (época) e a situação em que ele se encontra antes de “algo” acontecer. E vale lembrar que é na introdução que o leitor começa a se identificar com o “herói”, cria uma conexão e faz com que continue a ler a história, portanto capriche. O problema Após a introdução, deve-se apresentar o problema e fazer com que o leitor se identifique com tal, por isso não precisa criar algo extraordinário. É importante que o problema não seja algo subestimado, visto que o herói encontrará alguns impeditivos para solucioná-los. Problema no Storytelling é basicamente a apresentação de um conflito. Um mesma narrativa pode conter diversos conflitos. Através da criação do problema, você já vai dar um prévia ao seu leitor sobre o que  o personagem vai enfrentar ao longo do enredo. Superação O herói sempre encontrará aquilo ou alguém que o ajudará a cumprir seu objetivo, mas não será fácil. É certo que surgirão vários obstáculos e ele terá de encontrar maneiras de vencê-los. Essas soluções o farão se sentir cada vez mais pronto para o grande desafio final. A superação é a parte que divide o clímax da narrativa e o desfecho dela. Todo enredo possui um Clímax, ou seja, um ponto alto onde o conflito toma as maiores proporções. Diante disso,  o herói encaminha-se para a solução (superação), e logo após isso acontece o desfechou, ou seja, o resultado das ações. O fim O fim é o desfecho em sim. Ele precisa despertar no leitor a confiança e fé de que o herói conseguirá vencer o seu último grande desafio. Após superar o grande desafio, será preciso mostrar o herói se sentindo melhor, mais inteligente, mais maduro e transformado. Para quem  pretende escrever um trilogia, por exemplo, o fim é um ótimo lugar para apresentar a prévia de novas aventuras. Conclusão Conseguiu identificar os elementos essenciais do storytelling e como eles entrelaçam o leitor? Claro que você pode seguir caminhos diferentes, mas por que não tentar adaptar sua história em cima desses elementos? Planejar um storytelling é algo que pode ser usado em muitas situações da vida, não somente no ramo literário. A escrita de um anúncio com storytelling, por exemplo, é uma inovação nos dias atuais, já que as corporações têm usado essa técnica para publicidade. Ao invés de apenas mostrar seus produtos, as empresas contam a história das pessoas que o utilizam. Isso mostra que o storytelling tem uma força muito maior que imaginamos. Ela não só serve para entretenimento literário, mas também como ferramenta de convencimento. Continue acompanhando as dicas no Blog da Editora Viseu! Comente abaixo o que você leva em consideração ao elaborar um storytelling.

Sprint de escrita: você sabe como usá-lo? 

sprint de escrita - relógio sobre uma pilha de livros

O Sprint de escrita é muito utilizado durante as maratonas literárias, pois os escritores definem um tempo para realizarem o que lhes é solicitado. Pensando na questão de estabelecer prazos, acredito que esse truque possa te ajudar, e muito, no processo de escrita do seu livro. Mais do que apenas abordar este tema, nós queremos ajudar você a como realizar a sprint de escrita, a fim de que você melhore sua produtividade. Continue lendo para absorver o máximo de informações dessa técnica que  é infalível para pessoas que costumam procrastinar em suas tarefas diárias. O que você vai encontrar neste artigo: O que é Sprint? O termo originado no inglês significa “corrida curta” com tempo limitado. Este conceito foi adotado pela área da Gestão (mais especificamente Gestão de Tempo), no intuito de estabelecer tempos limitados para cumprimentos de tarefas. A sprint tem a finalidade de melhorar a produtividade, pois o seu resultado pode mostrar quanto trabalho foi feito em um tempo previamente estipulado. O que essa técnica tem a ver com escrita? O termo nada mais é do que o tempo contabilizado dedicado à escrita e à leitura. Ou seja, você determina 30 minutos de Sprint de escrita e contabiliza quanto escreveu em quantidades de palavras ou quanto leu em quantidade de páginas. Como fazer Sprint de escrita? Conforme abordamos na seção anterior, você precisa estabelecer um tempo e uma meta de quantidade de palavras. Vamos considerar um Sprint de 30 minutos, por exemplo. Ao final de cada sprint você deve registrar seus resultados, conforme ilustramos abaixo: Sprint 01 (30 minutos) – 500 palavras Sprint 02 (30 minutos) – 496 palavras Sprint 03 (30 minutos) – 398 palavras Sprint 04 (30 minutos) – 442 palavras Agora faça uma média da quantidade das palavras que você escreveu em cada uma das sprints. Resultado = 459 (Somamos o resultado de cada uma das 4 sprints acima e depois dividimos por 4) Ou seja, você consegue escrever uma média de 459 palavras em um intervalo de 30 minutos. Com base neste resultado, agora você consegue estabelecer metas para sua escrita. Se você vai se dedicar a um período de 4 horas de escrita, saberá exatamente o quanto vai conseguir produzir neste espaço de tempo. Mas como essa técnica ajuda no meu livro? O Sprint funciona como um desafio diário que o autor determina a si mesmo, estimulando-se a escrever mais, de acordo com a contagem de palavras. É como um atleta de meia maratona que, diariamente, treina para correr mais em menos tempo. O sprint estimula a escrever cada vez mais. Estabeleça, por exemplo, um período de 30 minutos de manhã e 30 minutos à tarde. Este tipo de técnica é essencial para pessoas que costumam procrastinar, ou seja, adiar as suas ações. Lidar com criatividade pode até ser legal, mas às vezes é um desafio, pois nem sempre estamos com disposição para criação. A partir de uma técnica com  a Sprint, você se torna mais produtivo e garante de uma forma mais lógica para que você evolua na sua escrita e enfim publique o seu livro. A dica para autores de hoje é Faça o possível para não se distrair com mais nada, então, aquela velha história: celular no silencioso, nenhuma aba do computador aberta (a não ser a de pesquisa). E mesmo que o momento de procrastinação apareça, não desvie sua atenção, escreva sobre outras coisas até que consiga se concentrar novamente. Esse momento do Sprint é de extrema importância, principalmente pela rotina que se cria, permitindo deixar o livro sempre em andamento. Mesmo que pouco, é importante continuar escrevendo. Esse truque tem ajudado muitos escritores, se você já o utiliza, conte-nos; se for tentá-lo, conte-nos também! Continue acompanhando as novidades no Blog da Editora Viseu.

Como escrever bem: descomplique a sua escrita 

menina sentada com caderno na mão pensando sobre como escrever bem

Como escrever bem pode até parecer uma pergunta difícil para se responder, mas nós estamos aqui para descomplicar o assunto. Por algum motivo, temos autores que acreditam que escrever frases complexas, com palavras “refinadas” do nosso vocabulário, criará uma autoridade irrevogável a ele. ERROU! Em tempos de internet, redes sociais e e-book, a complexidade pode atrapalhar, e muito, a conquistar o seu leitor. O que você vai encontrar neste artigo: Conheça sempre o leitor do seu livro! Falar com o seu leitor de forma informal não é um crime e não tornará seu livro pior ou melhor. Para ser autoridade, você só precisa ter a capacidade de ter uma comunicação assertiva. Primeiramente você precisa conhecer seu público, seja em fóruns de livros do mesmo gênero que você está escrevendo. Analise a linguagem das pessoas. Além disso, você pode fazer uma análise comparativa de obras do mesmo gênero literário que a sua. Gêneros científicos precisam de uma escrita formal Este é um ponto importante a se observar. Se você é um autor voltado para conteúdos acadêmicos, não é ideal que seu livro siga em uma linha descontraída. Você precisa se utilizar de palavras e estruturas linguísticas voltadas para um público mais maduro quanto à linguagem científica. Escrever um livro com tema científico fazendo uso de uma linguagem coloquial, pode levar seu conteúdo a uma descredibilidade. Comunicação Assertiva Comunicação assertiva ou escrita assertiva se refere à capacidade de falar com todo o seu público de maneira simples e que todos recebam a mensagem a ser passada. Escrever nos dias de hoje tem que ser uma tarefa básica, de forma entendível e transparente. Diante do mundo em que vivemos, veloz e cheio de compromissos, é preciso que a escolha das palavras para sua história seja compreensível, a ponto do leitor não se encher e desistir da leitura. Como aperfeiçoar a minha escrita A melhor maneira de aperfeiçoar a escrita é pesquisando e lendo cada vez mais. A leitura, além de nos permitir a ampliação do vocabulário, nos ensina sobre como escrever, como contar histórias e como encantar o público com seu livro. Continue acompanhando as dicas no Blog da Editora Viseu!

Os desafios da Autopublicação 

mulher segurando um livro e sorrindo - autopublicação

A autopublicação de livros é algo que precisa ser muito bem planejado. Em meios às crises no mercado editorial, os autores têm recebido cada dia mais “nãos” das editoras tradicionais. Assim, um caminho encontrado por eles foi o de optar pelas editoras de autopublicação para auxiliarem na publicação de seus livros. Diferentemente das editoras tradicionais, que participam desde as decisões do conteúdo até os lucros com a venda, as editoras de autopublicação apenas oferecem seus serviços, cabendo ao autor decidir o quer contratar e o que não. A Editora Viseu, por exemplo, oferece aos autores os serviços como: Copidesque Revisão Construção do projeto gráfico (capa e diagramação) Marketing para autores Distribuição da obra em livrarias Distribuição do  livro em livrarias marketplaces (e-commerces) Como você observa,  Editora Viseu vai muito além de apenas orientar o autor entrar com selo editorial. Ela realiza de fato todo o “trabalho braçal” no que diz respeito a publicação do seu livro. Se você quer entender com riqueza de detalhes todo o processo de publicação, basta acessar o artigo Como publicar um livro, que nada mais é do que um Guia Completo.     O que você vai encontrar neste artigo: Por onde começar?     Envio do seu Original (Manuscrito do seu livro) para autopublicação Este é o primeiro passo: a finalização do seu livro. Ao finalizá-lo, envie-o para que possam lê-lo e analisar o conteúdo. O envio pode ser feito via e-mail, mesmo canal por onde a editora dará um feedback para o autor.   Pacotes para autopublicação Após ter aprovação do projeto, a editora apresentará os pacotes de autopublicação, cabendo ao autor decidir o melhor para a sua obra. Trabalhando por meio de pacotes, o autor dispõe de mais flexibilidade para decidir quais itens contratar em relação a publicação de seu livro.   Contrato para publicação de livro Trabalhar com uma editora comprometida com sua publicação é essencial. A produção de um livro é algo tão pessoal que envolve muito mais do que apenas o tempo envolvido no processo de escrever. Um autor se abdica de muitos momentos da vida em prol do sonho de publicar um livro. Por isso, é mais do que necessário apostar em uma editora idônea que se envolve por inteiro com seu projeto, garantindo a qualidade em todas as etapas. Trabalhar por meio de um contrato de prestação de serviços é essencial para que você se sinta seguro de que sua obra de fato chegará ao seu objetivo final. Não abra mão de alinhar sua publicação a um contrato que garanta a confiabilidade dos serviços.   Projeto do livro para autopublicação Por fim, acompanhar o andamento do seu projeto e pensar no lançamento do livro e marketing é um caminho para finalização do projeto. Publicar com uma editora também tem o benefício de você ter um feedback em cada etapa do processo de publicação. Uma Editora de livros dispõe de profissionais em diversas áreas, especializados na publicação de livros. Contudo, você é o dono do projeto. Outra coisa que você não deve abrir mão é de um processo transparente onde você acompanha as etapas da sua publicação.   Editora de livros que possui parceria com livrarias e marketplaces Publicar seu livro de forma independente, ou seja, sem o intermédio de um editora faz com que você tenha muitas dificuldades nesta última etapa: as vendas. Cadastrar um produto em um marketplace pode não ser um desafio tão difícil em meio a uma era de sistemas tão intuitivos, porém manter o fluxo de vendas e controlar envios pode sim ser um grande desafio. Ao publicar com uma editora, você vai ter certeza de que seu livro vai para: O marketplace da própria editora Catálogo virtual da editora de livros Disparo semanal e pré-lançamento feito por todos os canais de mídias da editora em questão Livrarias parceiras que revendem livros físicos Marketplaces integrados com  tecnologia do site da editora Imagine que cada um desses processos envolve muito trabalho, e que ao invés de tudo isso ficar pela sua responsabilidade, na verdade sob as demandas da editora. Certamente é muito melhor para o autor ter uma equipe por trás de seu livro, além da garantia de que seu livro está sendo distribuído nos melhores canais. Conclusão Há ainda quem não conheça o trabalho dessas editoras, mas conseguimos apontar a principal diferença entre elas: o foco. As editoras tradicionais querem apenas vender livros e as de autopublicação querem publicá-los e concretizar os sonhos dos autores independentes. Se você sonha em ter seu livro, independentemente do gênero literário no qual você escreve, não hesite em fazer um contato com  Editora Viseu. Estamos totalmente a sua disposição para conversar sobre a publicação do seu livro.

Livros-reportagens: como começar? 

livro reportagem - na imagem máquina de escrever sobre uma mesa de escritório

Dentre os vários gêneros literários e textuais existentes, existe um que é muito comum no mercado editorial chamado livro reportagem (livro-reportagem), o qual tem um caráter de escrita jornalística, com adaptações para  o público leitor. O autor faz uma extensa pesquisa e detalha os pontos principais que permeiam grandes feitos da história. Mas, quando falamos em livros de reportagens, os autores geralmente têm dúvidas sobre o que é e como falar sobre determinada pauta, que provavelmente têm milhares de desdobramentos. Pensando nisso, criamos este conteúdo para encurtar a distância entre você e o conhecimento relacionado ao gênero. O que você vai encontrar neste artigo: O que é livro reportagem? O livro reportagem nada mais é que um gênero jornalístico que dá ao leitor mais informações sobre determinado assunto que um jornal ou revista daria. O autor se apropria de um ou mais casos reais e desenvolve uma narrativa que explica com detalhes o caso a fim de que o leitor o acompanhe  de forma linear (começo, meio e fim). Como escrever um livro reportagem? Com base em nossa experiência com mais de 5 mil autores, a Editora Viseu reuniu seu time de editores para criarmos este conteúdo repleto de dicas para alavancar a escrita do seu livro reportagem. Continue lendo para que após o artigo você se sinta ainda mais seguro na hora de começar as pesquisas para o seu livro. O que deve conter um livro reportagem? Um bom livro-reportagem é composto por um excelente conteúdo, com descrições minuciosas dos fatos que envolveram o seu início. Os detalhes farão com que o leitor queira participar da história narrada, além de instigar sua curiosidade. Como todo bom livro, a pesquisa é essencial e aqui as fontes são os pilares da história, portanto o jornalista terá de colocar em prática a busca pela informação. Diferente de livros de outros gêneros, o livro-reportagem requer muita delicadeza no momento da pesquisa. As falas devem ser citadas na íntegra, e as pessoas envolvidas nos casos precisam ser consultadas sobre sua menção na obra. Por se tratar de um livro de fatos reais, os leitores poderão confrontar os dados do livro com reportagens online. Por isso reforçamos aqui a importância de ligar os fatos buscando sua veracidade, diminuindo assim as chances de reprovação por parte do público ou da crítica. Cuidado ao mencionar as pessoas envolvidas Não tem como falar de casos reais em um livro reportagem, sem mencionar as pessoas envolvidas no caso. Contudo você deve tomar cuidado com a forma como você menciona as pessoas, cercando-se de elementos legais que asseguram a publicação do seu livro. O ideal é que você tenha um termo de consentimento onde as pessoas envolvidas assinam, mostrando que estão cientes da menção de seu nome na obra. Caso as pessoas não se sintam confortáveis em serem mencionadas, você pode: ou omitir fatos ligados a esta pessoa; ou mascarar o nome fazendo uso de siglas, ou até mesmo mencionando na obra um nome fictício. Faça uso dessas dicas ao desenvolver seu livro reportagem, e assim você evitará problemas que barrem sua publicação ou veiculação do livro. Como captar o depoimento das pessoas? Como mencionamos acima, é muito importante contar com depoimentos reais das pessoas envolvidas no caso que você quer abordar. Há muitos jornalistas que se atém a suas anotações escritas, e isso é essencial, porém existe algo que precise ser observado. Muitas vezes a nossa escrita não consegue detalhar o sentimento real de quem está falando, pois a escrita possui limitações. O ideal é que você grave a pessoa em meio a entrevista  a fim de que posteriormente você consiga transcrever a fala, e assim detalhar melhor o depoimento. Como abordar o tema de um livro reportagem? Geralmente, o tema central acaba sendo abordado entre o meio e o fim do livro, visto que a introdução é responsável por retratar o contexto histórico que levou à temática principal. Mencionar nomes envolvidos com a temática enriquece o texto e faz com que o leitor não queira parar de conhecer a história. Coloque capítulos para dividir a história Os capítulos podem ser utilizados para trocar de assunto, entretanto você precisa ambientar muito bem o leitor para que ele não se perca. Essas são algumas dicas que enriqueceram o seu livro-reportagem e farão com que o leitor se sinta parte da história narrada. Continue acompanhando as dicas no Blog da Editora Viseu! Envolva o leitor na história contada Por mais que um livro-reportagem tenha um caráter jornalístico, não significa dizer que um livro deste gênero tenha que ser uma espécie de “matéria gigante”. A linguagem pode ser adaptada em uma narrativa capaz de prender atenção do leitor. Situar o leitor na obra é imprescindível para que você o leve a “participar” do enredo que você preparou para abordar a realidade dos fatos. Um enredo inicial para introduzir o caso assemelha-se ao enredo de uma obra de ficção. A diferença é que vai se tratar de um caso real. Conclusão Esperamos que com essas dicas você se sinta mais seguro em prosseguir com seu objetivo de publicar um livro. Pesquise obras deste gênero, inspire-se, veja como outros autores se portam diante da descrição de um fato real. O momento de inspiração importantíssimo para construção do seu enredo. Caso você já tenha seu livro reportagem pronto ou em fase de finalização, você pode contar com a Editora Viseu para entender como publicá-lo. Continue em nosso Blog! Todas as semanas conteúdos novos voltados para capacitação de autores de livros.

Já encontrou o porquê dos seus leitores? 

Leitores | Imagem de um homem idoso sentado em um escritório com olhar pensativo

Ao decidir escrever um livro, indicamos que o primeiro passo do autor seja a análise do público-alvo, ou seja, os leitores do gênero no qual o autor irá produzir a obra. É preciso saber para quem você escreverá e com quem você conversará. Há muitos escritores que não fazem isso e, dessa forma, esse pode ser um dos motivos da falta de sucesso da obra, já que escrever um livro sem direcioná-lo a alguém fará com que ninguém se interesse pela leitura. O que você vai encontrar neste artigo: A visão de sucesso dos leitores Você sabia que, muitas vezes, o sucesso das grandes obras não está ligado ao que faz você escrevê-la, mas sim pelo que você faz? Vou te explicar e, para isso, fugirei um pouco do mundo literário e falarei de uma grande marca: Apple. A Apple, por exemplo, não vende apenas o celular físico, ela busca mostrar ao cliente o motivo pelo qual ela existe e a diferença que faz para ajudá-los a realizarem seus objetivos. Um bom exemplo é a “mania” que as pessoas têm de querer salvar bons momentos, dessa forma, a Apple oferece um celular com alta resolução e memória para o cliente salvar suas fotos. Voltando ao mundo literário, você conquistará o leitor se conseguir mostrar a ele o que seu livro pode proporcionar. Para  isso, antes de tudo, no momento do planejamento do seu livro você precisa responder 3 perguntas em relação a sua história: Por quê? Como? O quê? Em seguida você vai entender cada uma dessas indagações. Por quê dos leitores Nós, seres humanos, somos curiosos, inquietos e queremos sempre entender aquilo que não experimentamos, mesmo que nosso subconsciente nos diga o contrário. Como? Diante das oportunidades, buscamos maneiras de aproveitá-las. O quê? Aceitamos e abraçamos as oportunidades que nos foram ofertadas. Ao encontrar o porquê dos seus leitores, você conseguirá utilizar suas habilidades e escrever um livro de sucesso e, quem sabe, virar um best-sellers. Conclusão sobre conhecer os leitores Anote: não importa o que você faz ou como faz, mas sim por que fazê-lo e como isso fará com que os leitores se identifiquem. Independentemente do gênero literário ou da temática do livro, lembre-se de que best-sellers existem em todos as categorias. Por isso estude o seu público-alvo e encontre o porquê dos seus leitores desejarem ler seu livro e faça. Certamente, ao publicar seu livro você terá mais segurança caso tenha planejado essa jornada de conhecimento do seu público previamente. Continue acompanhando as dicas no Blog da Editora Viseu!

Dicas para escrever um livro-reportagem

O livro-reportagem nada mais é que um gênero jornalístico que dá ao leitor mais informações sobre determinado assunto que um jornal ou revista daria e é escrito pelos profissionais da notícia.  Diferente de uma reportagem normal, o livro-reportagem remonta um caso específico podendo ser reestruturado dentro de uma narrativa. Há algumas dicas que podem ajudar na estrutura textual, confira:   O que você vai encontrar neste artigo: A Reconstituição  em um livro-reportagem A reconstituição minuciosa dos fatos é o momento em que o autor responde às famosas perguntas do lead: quem, o quê, por quê, quando, como e onde. Ao responder essas perguntas, o autor mostrará ao leitor o resultado de sua pesquisa e  oferecerá a oportunidade de recriar o cenário em que aconteceu os fatos narrados, aumentando, assim, a credibilidade da obra.   Descrição  Descrever cena a cena para o leitor e contar a evolução dos fatos ao longo do tempo os aproxima da história, o que os estimula a ler mais. Atente-se à descrição.   Ambientação  Reconstituir o ambiente e a época do fato faz com que o leitor entenda melhor a história que está sendo narrada. Priorize os detalhes.   A importância da Fonte em um livro-reportagem Conte a história de maneira fluída, evitando a menção constante de fontes, sem ficar citando a mesma fonte a cada nova informação. Faça isso somente quando necessário.   Diálogo Reproduza os diálogos com exatidão, tornando o texto mais vivo, enriquecendo a história e atraindo a atenção do leitor.    Passagens Evite passagens repentinas de um assunto para o outro, o ideal é que sempre tenha um elo entre eles. Preferencialmente, monte uma linha lógica de acontecimentos.  Conclusão sobre livro-reportagem Independentemente do assunto do livro-reportagem, o autor tem a obrigação de escrever de forma que o leitor entenda todas as questões abordadas na história. O livro-reportagem não é só para narrar um fato, mas para contextualizá-lo e explicar melhor as suas consequências.   Essas são algumas dicas para os autores, entretanto cada jornalista pode dar o seu toque pessoal à obra, criar seu estilo de escrita e então publicar o livro. Comece a escrever o seu e conte-nos sua experiência.   Continue acompanhando as dicas da Editora Viseu.  

Destaque as características dos seus personagens 

Ao pensar em escrever uma história, todo autor tem o desejo de que ela se torne inesquecível e passa, então, a se preocupar somente com o enredo do livro, esquecendo-se de construir seus personagens. Os personagens são elementos que dão um certo destaque às características do enredo, uma vez que agem no imaginário coletivo. Características como objetos, roupas ou cores dão uma certa identidade visual e acabam retratando elementos sobre sua personalidade. Características dos personagens Ao decorrer da história, o autor pode (e deve) escolher características específicas para cada personagem, de forma a torná-las mais impactantes e profundas, dando destaque as suas subjetividades. Esses detalhes podem facilitar o reconhecimento do personagem pelo público-alvo. Porém a escolha deve ser feita cuidadosamente e sempre em sintonia com o ambiente/cenário que se pretende dar à história, reforçando a caracterização do personagem. Lembrando que se caprichadas, as escolhas podem ser fundamentais para revelar características dos personagens de forma original e autêntica. Antes de escrever e publicar seu livro, procure planejar seus personagens para que eles tenham profundidade suficiente para promover vínculo com seu leitor. Se você quer acessar um conteúdo completo e qualificado sobre o assunto, é só clicar neste artigo sobre como desenvolver seus personagens. Continue acompanhando as dicas no Blog da Editora Viseu! 

Como organizar o excesso ou a escassez de informações em uma história? 

Geralmente, os autores, quando começam a escrever uma história, se deparam com alguns contratempos — muita informação/detalhe ou falta disso — e isso pode se tornar um obstáculo no processo criativo. A melhor saída, sempre, é aprender a colocar em ordem os pensamentos, assim, é possível escrever uma história coesa. Para organizar as informações, aí vão algumas dicas: O que você vai encontrar neste artigo: Brainstorming da história Técnica consistente em criar uma lista de ideias sobre a temática do livro, apontando tudo o que conseguimos pensar sobre determinado tópico. É a oportunidade de colocar no papel todas as ideias sobre a história, antes de tentar enquadrá-la em um livro. O brainstorming funciona através da associação livre de ideias, dispensando o pensamento crítico e a edição. Questionamentos Técnica de questionar tudo aquilo que colocará na história, pode fazer com que as respostas ajudem no desenrolar da escrita, como: quais são os sentimentos que quero despertar no leitor? O que os personagens desejam? Qual efeito a cena deve ter sobre os leitores? Mapa Mental  da história Técnica consistente em criar um diagrama com a temática central da história e, a partir daí, expandi-lo, adicionando ideias, palavras, ações, cores e características que permitirão estruturar os elementos da história. Plano da história Técnica consistente em definir o plano de partida da história, a partir de: quem, o quê, onde, quando, como, por quê, em quantas cenas, quantos capítulos e diálogos. E, com as respostas definidas, o autor começa a escrever e consegue corrigir possíveis falhas logo no início. Estas são algumas técnicas que podem ajudar a organizar o excesso ou a escassez das informações da sua história e a publicar um bom livro. Se você já usou alguma destas técnicas, conte-nos! Continue acompanhando as dicas no Blog da Editora Viseu.

Como escrever uma história de amor? 

O que faz um história de amor ter um sucesso eterno? Por que maioria das obras gravitam em torno de um romance? A maioria dos livros publicados tem sempre um amor perdido entre suas páginas, mesmo que não seja o foco da história. O gênero romance é um dos temas mais abordados, visto que aproxima os leitores e preenche seus corações.  Por isso preparamos algumas dicas para escrever uma história de amor:  O que você vai encontrar neste artigo: Uma história de amor Sem clichê  Ah, mas como vou escrever uma história de amor sem colocar um casal que enfrenta a separação por problemas da vida e, no fim, vence as barreiras?  CRIATIVIDADE, explore-a.  Existem inúmeras histórias de amores inusitadas e originais que não são publicadas, já que os autores têm medo de sair da zona conforto.   Seja diferente! Saia da zona de conforto, use e abuse da sua imaginação.   Use e abuse dos coadjuvantes na história de amor Não deixe que sua história gire apenas em torno do casal protagonista, abuse de tramas intrínsecas ou paralelas com os personagens coadjuvantes. Lembre-se de que personagens bem construídos acrescentam o enredo.   Saiba o fim da história de amor Quando decidir escrever uma história de amor, tenha o fim sempre em mente, antes mesmo de começar a escrever. Comece seu livro sabendo como ele terminará e isso facilitará o desenrolar da história.   Destaque a personalidade dos personagens  Descrever a aparência do personagem pode parecer ser perda de tempo, mas isso fará com que o leitor enxergue seus protagonistas como pessoas reais e aumente a credibilidade da história.   Sem contar que a personalidade valida as ações, o enredo e o desenvolvimento. Afinal, uma pessoa objetiva e carismática atrai muito mais que uma pessoa loira e alta.    Conclusão Escrever uma história de amor é parecido com um casamento, uma espécie de amor e ódio pela história que fará com que você queira desistir. Mas acredite nesse casamento e lembre-se de que é na alegria e na tristeza e que, assim, vocês terão lindos filhos no futuro.   Se você já tem uma história de amor e tem dúvidas sobre como publicar um livro, clique e acesse este conteúdo completo.

Como escrever diálogos? 

De uma história, os leitores são ferramentas que os escritores utilizam para dar aos personagens, que eles me relatam para o tempo real e possibilitam ao leitor, de forma direta, como expressam se comportam, se relacionam e se relacionam. Afirme que um diálogo entre os personagens que podemos agir é verbalmente. Nas histórias de ficção, o diálogo é escrito de forma que os personagens provocam uma reação no seu interlocutor.  Por outro lado, os diálogos são ferramentas que podem dar suavidade ao texto, agilizar a trama e revelar os personagens — sua história perde muito se não o utilizar de forma correta.   Escrever diálogos é uma arte que pode ser aprendida e te ensinaremos agora:  Ouça a voz dos seus personagens Você pode utilizar o discurso indireto, no qual o narrador fala pelo seu personagem; entretanto, caso você queira que o leitor se identifique com seus personagens e com a história, você deve utilizar o discurso direto se quer que eles falem em seus textos. O diálogo aproxima Quando o leitor se envolve com o diálogo, é como se ele vive a cena, pois as vozes dos personagens recriam na sua mente. O narrador não precisa dizer que o personagem está mentindo, o diálogo de uma forma que o pode ler isso.   Momento de usar os diálogos Não existe momento ideal para colocar um diálogo, tudo depende da sua história e do processo de escrita. Geralmente, o diálogo é utilizado para aproximar o leitor do personagem, dar ritmo à história, oferecer pistas da trama, complementar uma ação etc.   1. Evite falar demais  O diálogo serve para dar voz ao personagem, mas evite falar demais, pois dar muitos detalhes do enredo pode prejudicar sua história. O diálogo fica melhor quando tem uma breve narração em oposição à exposição excessiva.   2. Não coloque informações óbvias  Muitas vezes, os autores se utilizam do diálogo para escrever coisas óbvias que já aparecem no subtexto. Por exemplo, uma cena em que o personagem vai atender ao telefone, o narrador diz que ele atenderá e o diálogo começa com “alô”. Ou o narrador fala, ou o personagem dialoga.   3. Use o conflito entre personagens O diálogo é geralmente entre duas pessoas, portanto utilize-o para mostrar o conflito de opiniões, de ponto de vistas etc.   4. Mantenha o ritmo O diálogo precisa manter um ritmo, isso é importante. Você pode balancear o diálogo com a narração, com a descrição e deixar os diálogos menores.     Que tal colocar em prática?  

Como dar voz ao personagem do seu livro?

Como melhorar o personagem do meu livro?   Os personagens são importantes e dar voz a eles mais com que a história se torne coesa e que seu personagem seja mais convincente.   Como descobrir a voz do meu personagem?  É preciso conhecer bem uma voz dele para conseguir traduzir o que ele sente em palavras e fazer com que o leitor se indique e faça. O que você vai encontrar neste artigo: Ouça a voz do seu personagem  É importante visualizar seu personagem, mas mais importante ainda é ouvido-lo. Um exercício legal é desenhá-lo, colocando no papel tudo que vier na cabeça a respeito, como coisas do seu passado, vícios de linguagem, quem é, o que ele já viveu e até seus sonhos.   Fale em voz alta, imite seu personagem  Falar em voz alta permite que você descubra a voz do seu personagem.    Escreva uma carta  Utilize a lógica por trás da carta, que é a confissão, contando o porquê de ele ser daquela maneira. Crie, imagine uma possível resposta e escreva a carta.   Não utilize apenas diálogos para divulgar seus personagens  A narração pode ser utilizada para revelar o interior do seu personagem. Diálogo, muitas vezes, restringe.   Voz psicológica do personagem  Libere a voz psicológica do personagem e revele, por meio narração, quem é o personagem. Permita pequenos fluxos de consciência e isso fará com que o leitor saiba quem é o personagem.  

Backstory

Todo bom livro tem bons personagens, no entanto o problema está na hora de descrevê-lo. Criar personagens nem sempre é uma tarefa fácil e, por isso, muitos autores utilizam o Backstory. O que você vai encontrar neste artigo: O que é Backstory?  Também conhecido como história de fundo, backstory é a narrativa sobre o personagem, por exemplo, quem é o personagem e por que o personagem é do jeito que é. Informações essas que nem sempre são escritas ao decorrer dos capítulos, mas que fazem toda a diferença para a criação do personagem.  As histórias de fundo mais abrangentes começam desde o nascimento do personagem e terminam com o início do seu romance. Geralmente, é em ordem cronológica e explica os fatos durante a vida dele.  Dica: lembre-se de que, na maioria das vezes, o backstory não aparece no seu livro, porém serve apenas para te orientar durante a escrita. Conhecendo muito bem seu personagem, é mais fácil criar até mesmo os diálogos.   Dessa forma, é possível afirmar que o objetivo de escrever uma história de fundo é criar um personagem realista, alguém que os leitores se identifiquem por possuírem histórias semelhantes. Conhecer as subjetividades dos seus personagens os tornará mais reais a você e, consequentemente, mais reais aos seus leitores. Um backstory leva tempo e criatividade para ser criado, mas saiba que isso melhorará a sua qualidade de escrita. Pratique! Continue acompanhando as dicas em nosso blog.

Como escrever em qualquer lugar?

Se você também é daqueles que se distraí com qualquer coisa e que demora para se concentrar novamente, tenho certeza de que não consegue escrever em qualquer lugar, não é mesmo? Não se sinta culpado, a maioria das pessoas tem esse problema de distração. Por esse motivo, daremos algumas dicas para evitar as distrações e cumprir o prazo de finalizar o livro, confira: O que você vai encontrar neste artigo: Esquece a edição Para se tornar um excelente escritor, é preciso ler mais, ter tempo e praticar. Por isso, nas horas vagas, não se preocupe com a edição, pois ela é um processo para o final, concentre-se e deixe seu trabalho fluir. Diga não às distrações  Aquelas notificações das redes sociais são as maiores vilões nos dias de hoje, mas o cachorro ou a furadeira do vizinho também incomodam, né? São tantas as distrações, mesmo assim cabe a você se colocar no comando. Uma boa dica é desligar o celular, colocar os fones de ouvido, que são abafadores de ruídos, e dedicar-se à escrita. Estabeleça uma meta de escrita Quando você estabelece um prazo/meta de escrita, acaba que a sua produtividade aumenta e faz com que não perca tempo com outras coisas. É como se o tempo te desafiasse a cumprir a meta: terminar de escrever. Mantenha um ritmo de escrita Nada melhor que dormir sabendo que aquele dia foi muito produtivo, mas por que os outros também não são? Tente manter o mesmo ritmo de escrita, fazendo com que a alta performance se transforme em rotina.  Coloque em prática  Se você, autor(a), tem alguma outra dica para evitar as distrações, conte-nos! Continue acompanhando as dicas no Blog da Editora Viseu.

EDITORA VISEU LTDA CNPJ: 13.805.697/0001-10 Av. Duque de Caxias, 882. Sala 503, Torre I - Zona 7, Maringá - PR, CEP: 87020-025