Escrever um livro é difícil: nós desmistificamos esta frase

Escrever um livro é difícil. Foi com esta frase que milhares de autores foram extintos mesmo antes de começarem a escrever seu primeiro livro. Ser um autor de livros é o sonho de muitas pessoas, porém nem todas buscam disciplina para progredirem com este objetivo. A maioria dos escritores iniciantes aborta a missão de escrever um livro diante das dificuldades e, principalmente, falta de orientação de alguém com experiência. Estamos aqui para eliminar alguns mitos sobre o que realmente é escrever um livro, com base em nossos anos de experiência. Índice do Artigo Já orientamos mais de 5 mil autores quanto à produção de seus livros, e percebemos alguns padrões que se repetem quanto à criatividade. Registramos tudo neste artigo, com a esperança de que nossas dicas destravem suas habilidades. A partir deste conteúdo, você não vai mais subestimar o seu próprio potencial. É difícil escrever um livro? Sim, mas não precisa ser. Todas as atividades que envolvem: tempo, técnica, dedicação, estruturação, revisão, correção, geralmente são atividades difíceis. Contudo, a barreira que devemos transpor aqui não é a da dificuldade, mas sim a da “desistência”. Isso porque a palavra-chave aqui é planejamento. Muitas obras não nascem, simplesmente por falta de organização. Se escrever um livro fosse fácil, teríamos mais livros do que celulares, e mais autores do que leitores. O que não fazer ao escrever um livro? Se você nos acompanha há algum tempo, sabe que nossas dicas sempre vêm precedidas de conselhos sobre o que não fazer. Por isso, separamos aqui 5 dicas para que você não inicie o processo do jeito errado. Procure não copiar enredos de obras que você admira. Não escreva somente pensando no que as pessoas irão gostar. Seja sincero com aquilo que você realmente deseja expressar. Tente não escrever com a intenção de ganhar dinheiro, pois você pode se frustrar ao longo do processo. O dinheiro deve ser uma consequência da qualidade da sua obra. Não misture gêneros literários, ou seja, escrevendo sobre fatos reais, mesclando com ficção. Ou poesias com contos, pois você pode confundir seu leitor. Não escreva livros com promessas, ou seja, com conteúdos pendentes que só serão explicados em outra obra. O que fazer antes de escrever um livro? Agora que você já leu sobre o que não fazer, chegou a hora de abordarmos sobre o que se deve fazer antes de escrever um livro. Você vai notar que há muitos processos para percorrer antes da parte prática da criação. Boa parte disso está relacionado ao autoconhecimento, ou seja, você entendendo sobre si mesmo. Entender qual é o seu objetivo na escrita de um livro Esta etapa é essencial, pois é exatamente o momento em que acontece a “concepção” da sua iniciativa de se tornar um escritor. Qual a motivação principal que faz de você alguém que deseja escrever? Listamos aqui alguns objetivos mais recorrentes dentre os autores que já orientamos: Quero compartilhar minha vida com o mundo (para casos de livros sobre fatos reais). Quero alavancar minha carreira com um livro de assunto profissional ou técnico. Pretendo mostrar ao mundo minha visão espiritual sobre tudo. Tenho a intenção de mudar a vida das pessoas através do conhecimento que eu adquiri. Tenho o objetivo de ficar rico apenas escrevendo. Quero ter um exemplar em mãos para recordação e para compartilhar com familiares e amigos Eu gostaria de contribuir com a cultura acadêmica, lançando minhas pesquisas sobre temas científicos. Esses e muitos outros objetivos estão por trás de um livro, e não estamos aqui para eleger um deles ou apontar erros. A única coisa que alertamos é que seu objetivo precisa estar ligado ao compartilhamento de ideias. Você precisa pensar que sua escrita terá um papel de encontrar pessoas que se identifiquem com ela e que tirem alguma lição importante. Se o seu objetivo for apenas financeiro, sua obra pode tomar um caráter comercial, isto é, sua escrita pode se orientar apenas às vendas, e não à leitura. Pare e pense: Qual é o meu objetivo em lançar um livro? Após responder essa questão, prossiga para o próximo passo. Escolher o gênero literário e textual O gênero literário está fortemente ligado ao objetivo que você traçou para o seu livro, por exemplo: Se o seu objetivo é compartilhar histórias da sua vida, você pode estar inclinado ao gênero: Biografia ou Autobiografia. Ao pensar em compartilhar sobre experiências espirituais, provavelmente seu gênero é Espiritualista ou Religioso. Se você pensa em escrever sobre uma pesquisa científica com dados epistemológicos, provavelmente você é do gênero Acadêmico. Gosta de registrar histórias que você mesmo inventa? Então você é do clube da Ficção, e dentro deste gênero literário, existem muitos sub-temas, como: romance, investigativo/policial, terror, mistério, aventura, adulto, ficção científica, magia, dentre muitos outros. Você é da turma dos versos? Então Poema é o seu gênero literário. Tem o objetivo de registrar os desdobramentos de uma notícia, contando a história completa? Então seu gênero é Livro-reportagem. Obviamente não conseguiremos expor aqui cada gênero e seus diferentes desdobramentos, mas a dica é: Seu objetivo em escrever orienta o gênero do seu livro. Estudar o público alvo De nada adianta escrevermos sem pensar em quem vai ler, afinal, o sentido da palavra “publicar”, é justamente este: TORNAR PÚBLICO. O segredo principal para mapear o seu público é pesquisar sobre obras parecidas com a sua, ou seja, com o mesmo gênero. Digamos que você escreva romances. Procure na internet fóruns, grupos de discussão e até mesmo clubes de leitura relacionados a romances. Ao lidar com essas pessoas, você vai entender quais são seus anseios e o que elas esperam de uma narrativa romântica. A partir disso, você vai saber exatamente qual é o seu público-alvo. Ler obras do mesmo gênero para buscar inspiração Esta prática de ler para se inspirar é muito comum entre os autores. É bem comum em entrevistas de autores, eles mencionarem as obras que os inspiraram, ou até mesmo o estilo de escrita que eles admiram. Leia bastante, porém sempre com o objetivo de entender como os demais autores estruturam suas ideias, como usam a linguagem, e como se posicionam por meio dos personagens. Atenção,
Trilogia: Como planejar uma série de ficção?

Trilogia é um tipo de obra literária que engaja os leitores em uma sequência de livros, e você bem sabe que para engajar as pessoas em uma leitura em série, é necessário planejar muito bem o conteúdo que você deseja entregar. Geralmente o que você vê no mercado editorial são trilogias famosas que em seguida viram filmes nas telas, mas afinal: O que faz dessas trilogias serem livros tão especiais capazes de ultrapassar as folhas de um livro e alcançar fãs de cinema? Qual a essência dentro de uma trilogia que faz sucesso? Quais os “ingredientes que dão gosto” a um livro e que fazem os leitores esperarem ansiosos pelos próximos livros da série? É justamente isso que defendemos neste artigo. Para um conteúdo ser bem aceito pelo público, ele precisa ser bem planejado. Continue lendo, pois listamos aqui uma série de dicas que vão desde a criação até a publicação da sua trilogia. Índice do Artigo Esperamos que com esta leitura você se encoraje e coloque as suas ideias no papel para compartilhá-las com o mundo. O que é trilogia? Trilogia é uma sequência de três produções, sejam elas de livros ou filmes, as quais se completam, ou seja, que apresentam entre si uma conexão de continuidade de enredo. A trilogia tem a finalidade de estabelecer uma história dividida em três livros cujo fim está na terceira e última parte. Qual a diferença entre Trilogia e Saga É simples, para entendermos melhor as terminologias literárias, basta seguirmos a lógica: duologia (dois livros) trilogia (três livros) saga (sem número determinado de livros na sequência) Quais exemplos de trilogias de livros? Certamente você vai encontrar muitas trilogias, porém vamos nos ater a dois exemplos famosos de trilogias: Trilogia Johnny Bleas (opinião do público) Trilogia Jogos Vorazes Ambas as produções contam obviamente com 3 livros cada. Os livros contam histórias de ficção e se popularizaram por se tratarem de obras que recriam uma realidade alternativa fantasiosa. As obras prenderam a atenção dos leitores que uma delas (a trilogia Jogos Vorazes) virou filme, ampliando ainda mais o número de fãs. Por que escrever uma trilogia? Muitos autores, principalmente os que lidam com conteúdo de ficção, possuem ideias de enredo cujo desenvolvimento é grande. Dessa forma, compilar todo o enredo em um só livro limitaria sua publicação. Além de o livro ficar extenso, um livro grande pode gerar transtornos comerciais (financeiros e logísticos). A divisão do enredo em diferentes obras que se completam é uma boa saída para que os autores consigam expressar sua arte. Quais erros não cometer ao escrever uma trilogia? Antes de irmos à parte prática sobre como planejar uma trilogia, decidimos esclarecer sobre o que não fazer. Se você é um autor estreante ou, mesmo que já tenha um livro publicado, tem a intenção de publicar uma trilogia, esta dica é para você! Jamais escreva o primeiro livro deixando o enredo pendente Por mais que sua intenção seja a de publicar as três obras, a primeira obra é a responsável pela conquista do leitor. Sua primeira obra precisa se bastar, ou seja, precisa ser tão boa a ponto de o leitor vê-la como uma obra única. Não tem nada mais decepcionante para um leitor do que prosseguir com sua leitura e se dar conta de que o enredo apresenta uma pendência. Mesmo que a sua intenção seja continuá-la, é possível que haja obstáculos que impeçam ou atrasem a continuidade. Como resultado, você vai ficar com um primeiro livro incompleto, cujo enredo não dará aos leitores a continuidade que eles merecem. Não comece sua série de três livros sem antes planejar a conexão entre elas Outro erro comum que as editoras de livros encontram ao lidar com autores de trilogia é a falta de planejamento. O autor geralmente possui uma grande ideia e tem a intenção de desmembrá-la em três livros, porém na prática, o conteúdo foi suficiente para apenas 2 livros. Isso resulta em um problema grande relacionado à qualidade do conteúdo, pois na intenção de prosseguir com a terceira obra, o autor acaba escrevendo sem a mesma qualidade. A tentativa de “esticar” uma história para que ela caiba em três livros pode ser um “tiro no pé”, como diz o ditado popular. Certamente os leitores mais experientes perceberão a falta de qualidade ou senso de direção de uma “obra esticada”. Continue lendo e saiba a importância do planejamento de uma trilogia. Busque originalidade no seu enredo Certamente as pessoas que irão adquirir sua trilogia são leitores assíduos que já têm o hábito de consumir obras deste tipo. Não tem nada mais decepcionante do que iniciar a leitura de um livro e perceber que o enredo é um reflexo de outra obra famosa. Sua trilogia não pode ser uma tentativa de superar ou recriar o mundo de outro autor. Você precisa buscar uma originalidade na criação do seu próprio mundo de modo que o leitor “viaje” em uma realidade totalmente nova. É muito comum os autores lerem outras obras para se inspirarem, porém não se pode usar essas leituras para criar obras com caráter de fanfics. Como planejar uma trilogia? Pronto, até aqui preparamos você para conhecer este tipo de obra e também para saber o que não fazer. Contudo, agora é a hora de mostrar o que fazer e como planejar uma trilogia visando o sucesso. Lembrando que a visão de sucesso aqui não está voltada a questões financeiras. Sucesso é a conquista dos seus leitores, pois eles são os “termômetros” da qualidade da sua obra. É hora de delimitar os seus personagens Esta é uma das fases mais importantes do seu planejamento de trilogia. Os personagens é que definem o rumo da obra. Desenvolver um personagem vai além de apenas descrever suas características físicas. Você precisa planejar a personalidade de cada um. O planejamento da persona deve levar em consideração os pontos fortes, pontos fracos, fragilidades, e reações. Isso significa que você precisa criar uma lista de todos os pontos que compõem o perfil deste personagem. Liste também uma série de reações que este personagem teria diante dos conflitos. Dessa forma você conseguirá entender
Página de Autor: o que é e como elaborar?

Muitos autores terminam seus livros, enviam para as editoras e aguardam ansiosamente para receber o projeto de impressão de volta, mas esquecem de mandar a Página de autor. A página de autor é aquela breve descrição da biografia do escritor que fica na contracapa no final do livro. Entretanto, em algumas obras, a biografia do autor se encontra nas últimas páginas do livro, chegando a ocupar duas ou três páginas. Neste breve artigo, vamos abordar sobre alguns pontos importantes da estrutura de uma Página de Autor. O que você vai encontrar neste artigo: Aí vão algumas dicas de como escrevê-la: O que deve conter na página do autor? Seja objetivo. A biografia do autor na contracapa não é um capítulo do livro. Você deve incluir nessa descrição os aspectos profissionais do escritor, algumas informações pessoais e seu contato, caso queira que os leitores te procurem. Como escrever? O tom que você utilizará para escrever essa página dependerá do gênero escolhido da sua obra. Se for um livro de não-ficção, você pode ser informal, ou seja, você vai poder utilizar uma linguagem mais coloquial. Por outro lado, se for um livro científico, utilize a formalidade para ganhar credibilidade. Uma linguagem informal em uma obra de cunho científico não combina, por isso fique ligado nesta dica. Autoridade sobre o autor Caso sua obra tenha um teor científico, é importante você ressaltar pontos altos da sua carreira. Esses pontos podem ser a sua formação, suas experiências profissionais, ou até mesmo fatos da vida que você enfrentou. Caso sua obra não seja do ramo científico, é importante você mostrar um lado mais psicológico do seu perfil. Mostre detalhes sobre quem você é, onde nasceu, e o porquê de começar a escrever. O que levou você ao mundo das letras, e o que despertou sua paixão por escrever ainda publicar seu livro? Escreva em 3º pessoa Nada de querer escrever a biografia em 1º pessoa, descreva-se como se você fosse outra pessoa. A página do autor é uma forma que você tem para se apresentar ao leitor e por isso precisa ser escrita com cuidado e atenção. Continue acompanhando as dicas no Blog da Editora Viseu! Seja breve Para quem ama escrever, um dos grandes desafios é escrever de forma sintética, ou seja, resumir os fatos. Apesar de ser muito difícil, você precisa “superar essa tentação” de escrever detalhes sobre você, e buscar um texto breve e resumido. Pontue os pontos mais importantes da sua carreira ou da sua trajetória como escritor, e seja breve. Uma dica para realizar um “link” entre sua página de autor e outros detalhes da sua vida é apresentar suas redes sociais, ou quem sabe seu site. Dessa forma o leitor poderá despertar um interesse em conhecer seu perfil e assim passar a seguir você. Guarde os detalhes da sua vida para uma biografia ou autobiografia Muitos autores de diversos gêneros possuem uma grande trajetória, seja no ramo da escrita ou em outras áreas de sua vida. Uma grande dica é: escreve sua própria biografia ou autobiografia. Essa é a melhor forma de você detalhar tudo sobre quem você é e tudo o que você passou. Maioria dos autores consagrados, atuais ou do passado, possui obras biográficas que alguém fez ou que eles mesmos publicaram. Conclusão Pode parecer um desafio para você resumir um texto sobre você mesmo, afinal ninguém melhor do que você para se conhecer com tantos detalhes. Contudo é importante você seguir as dicas apresentadas neste artigo para que sua página de autor seja cada vez mais otimizada. Já imaginou escrever sua própria página de autor e aos poucos ter insights sobre sua própria biografia ou autobiografia? Quem sabe uma simples página de autor possa ser o “embrião” de uma grande obra sobre você que está por vir. Continue seguindo as dicas do Blog Viseu. Toda semana novos conteúdos repletos de dicas e orientações para autores e novidades sobre o mercado literário.
Top 4 obras que todo escritor deve conhecer antes de começar a escrever

Nós que amamos escrever, estamos sempre lendo e já pensando no próximo candidato de uma lista interminável de livros. Isso quando não adicionamos numerosas obras ao carrinho da Amazon e ficamos ansiosos na expectativa de recebê-las. Realmente, para nós, a leitura é uma das coisas mais prazerosas a se fazer, sobretudo quando é feita para distrair, conhecer e emocionar-se. Embora essas leituras sejam feitas despretensiosamente, nós, com certeza, sempre aprendemos algo que reflete em nossa escrita. O que você vai encontrar neste artigo: Existem autores que, além da leitura despretensiosa, almejam desenvolver suas habilidades por meio de obras que oferecem essa possibilidade e se propõem a falar sobre a escrita. Felizmente, há livros de autores cujo intuito é fornecer técnicas e ferramentas para desenvolver as habilidades de escrita de outros autores. Esse é o assunto de hoje. Siga conosco e saiba quais são os nomes mais relevantes quando o assunto é: escrever. Desejamos uma boa leitura! Stephen King, Sobre a escrita (2000) A arte em memórias Stephen King é considerado um dos autores mais influentes da contemporaneidade. São mais de 400 publicações distribuídas em forma de contos, poemas, romances e livros de não ficção. Esse autor norte americano se tornou tão relevante a ponto de suas histórias saírem das páginas de livro e irem às telas de cinema, inspirando filmes, como: Carrie, a estranha; A espera de um milagre; O apanhador de sonhos; Contos da escuridão; A hora da zona morta. Este último foi uma base para uma série de televisão apresentada pelo ator e diretor Anthony Michael Hall. As obras desse importante escritor contemplam, também, escritores e profissionais do texto que fazem da escrita seu ofício e, por isso, estão sempre buscando desenvolvê-la. Esse é o caso, por exemplo, do livro Sobre a escrita – A arte em memórias, que é uma leitura obrigatória aos que querem escrever bons textos. Nessa obra — que quase se assemelha a uma autobiografia, se não fosse pelo fato de que os acontecimentos não são descritos em ordem cronológica —, o autor narra toda sua trajetória no universo da escrita, resgatando memórias e contando experiências a partir das habilidades desenvolvidas que o consagraram como um dos nomes mais relevantes da literatura contemporânea. Nela, o autor de mais de 40 best-sellers oferece uma série de dicas àqueles que desejam melhorar sua capacidade de escrita. Há quem diga que Stephen possui uma linguagem firme e direta. Realmente, em alguns trechos isso pode se confirmar. Será esse um dos segredos para a boa escrita? Só lendo para descobrir. “Mas é a escrita c@c&t&, não é lavar o carro ou passar delineador. Se você levá-la a sério, podemos conversar. Se você não puder ou não quiser é hora de fechar o livro e ir fazer outra coisa. Lavar o carro, talvez.” Steven Pinker, Guia de escrita (2018) Como conceber um texto com clareza, precisão e elegância Steven Pinker é um dos autores mais influentes quando o assunto é a linguagem e a mente. Dentre seus best-sellers, temos, por exemplo, Como a mente funciona; Tábula Rasa; Do que é feito o pensamento. O autor do Guia de escrita – Como conceber um texto com clareza, precisão e elegância é professor do Harvard College e também professor de psicologia da família Johnstone na Universidade de Harvard. Suas contribuições para o meio científico são tantas que foi considerado uma das cem pessoas mais influentes do mundo pela revista Time. Que honra, não é mesmo? Em sua obra Guia de escrita, o autor critica os manuais de bom uso da língua e repensa-os, trazendo para a forma como mobilizamos a língua na atualidade. O autor atenta seu público sobre a importância de se combater o mal do conhecimento, de evitar o uso dos nomes e substantivos zumbis e da importância de observar as regras sintáticas que regem a construção de frases e, com isso, evitar ambiguidades. Pinker não se restringe aos livros e agracia a todos com sua destreza à escrita, escrevendo com frequência para o The New York Times, The New Republic entre outras revistas de grande relevância. Francine Prose, Para ler como um escritor As medidas: 22 cm de altura x 15 de espessura e 1.6 cm de largura. Essas são as dimensões que você precisa reservar em sua estante para o livro da escritora, romancista e crítica Francine Prose, Para ler como um escritor. É possível ensinar a um escritor o seu ofício? Essa é a questão principal que a autora busca responder em sua obra. Virginia Woolf, Jane Austen, Nabokov, Philip Roth e Flaubert são algumas das fontes que a autora usa para extrair dicas e lições valiosas sobre boas práticas de escrita. Por conter informações específicas acerca dos autores e mercado literário americano, o livro ganhou alguns acréscimos feitos por Ítalo Moriconi. Ele analisa a obra dos grandes mestres da nossa literatura, como Carlos Drummond Andrade, Graciliano Ramos e Machado de Assis. Adriano da Gama Kury: Para falar e escrever melhor o português Já imaginou recordar as temidas e, em alguns casos, nebulosas regras da língua de um jeito leve e descontraído? Foi o que motivou o professor Adriano da Gama Kury a escrever seu livro: Para falar e escrever melhor o português. “Em muitos dos numerosos cursos que venho dando por este Brasil, ouvi sempre dos meus alunos referências à leveza, amenidade e bom humor com que trato assuntos da língua por vezes áridos. (Nunca me esqueci do conselho ouvido numa aula do mestre Paulo Rónai: não é ideal a aula que não provoque sorrisos.) Tudo isso aliado à clareza que apontavam na minha exposição, feita em linguagem acessível. Acreditando que tivessem razão, fui transpondo para a escrita, sem ranço gramatical, muitas dessas aulas: e assim ia nascendo esse livrinho.” Depois de uma dessa, só não corre à livraria quem já tem essa preciosidade! Essa é uma obra que consegue nos despertar para a importância de um texto bem escrito que abrange o estudo das pontuações, vírgulas, crases, hífens e
Storytelling, sabe como usar?

Storytelling é a capacidade de transmitir pensamentos, ideias e fatos por meio de uma narrativa coesa e fluida. Resumindo, é sobre saber contar uma boa história e ajudar seu livro a se conectar melhor com seu leitor. Todo escritor que quer publicar um livro sabe que boas histórias têm uma alta capacidade de inspirar, além de aguçar a curiosidade e fazer com que o leitor direcione a atenção a elas e queira compartilhar com outros. Por isso é imprescindível que o autor saiba contar uma boa história. O que você vai encontrar neste artigo: Storytelling: por onde começar? Na verdade, não existe uma fórmula mágica para fazer um bom storytelling e, consequentemente, saber contar uma boa história. No entanto podemos dar alguns direcionamentos, respondendo a algumas questões: Com quem você quer falar? O que você quer falar? Por que você quer falar? Quando você quer falar? Onde você quer falar? Como você quer falar? Respondendo a essas perguntas, você terá um direcionamento sobre como começar o roteiro do seu livro e logo deve pensar nos elementos da história. Elementos para o Storytelling Há estudos que mostram a presença de um padrão narrativo em histórias famosas e emocionantes que se tornaram excelentes estruturas para a escrita dos livros. Entretanto é preciso ficar atento caso haja necessidade de adaptar a sua obra. Nem sempre tudo será aplicado, mas pode servir de fórmula de orientação para você se inspirar em criar sua história. Herói ou Heroína no storytelling Geralmente as histórias giram em torno de um “herói” que pode ser subjetivo — aquele que passa por uma série de situações e é cercado por elementos principais. O herói geralmente é o personagem principal de uma narrativa. É ele quem carrega a grande responsabilidade do desfecho de um enredo. Construir uma narrativa em volta o herói requer primeiramente um planejamento psicológico sobre este personagem. Você precisa entender quais os pontos fortes, fracos bem como as reações que este personagem tem diante dos conflitos. Para planejar melhor esta parte, recomendamos você baixar nosso Guia sobre Como Desenvolver Personagens. Introdução do storytelling Um dos elementos mais importantes da história é a introdução, afinal, é o momento de localizar: o personagem o espaço o ambiente (época) e a situação em que ele se encontra antes de “algo” acontecer. E vale lembrar que é na introdução que o leitor começa a se identificar com o “herói”, cria uma conexão e faz com que continue a ler a história, portanto capriche. O problema Após a introdução, deve-se apresentar o problema e fazer com que o leitor se identifique com tal, por isso não precisa criar algo extraordinário. É importante que o problema não seja algo subestimado, visto que o herói encontrará alguns impeditivos para solucioná-los. Problema no Storytelling é basicamente a apresentação de um conflito. Um mesma narrativa pode conter diversos conflitos. Através da criação do problema, você já vai dar um prévia ao seu leitor sobre o que o personagem vai enfrentar ao longo do enredo. Superação O herói sempre encontrará aquilo ou alguém que o ajudará a cumprir seu objetivo, mas não será fácil. É certo que surgirão vários obstáculos e ele terá de encontrar maneiras de vencê-los. Essas soluções o farão se sentir cada vez mais pronto para o grande desafio final. A superação é a parte que divide o clímax da narrativa e o desfecho dela. Todo enredo possui um Clímax, ou seja, um ponto alto onde o conflito toma as maiores proporções. Diante disso, o herói encaminha-se para a solução (superação), e logo após isso acontece o desfechou, ou seja, o resultado das ações. O fim O fim é o desfecho em sim. Ele precisa despertar no leitor a confiança e fé de que o herói conseguirá vencer o seu último grande desafio. Após superar o grande desafio, será preciso mostrar o herói se sentindo melhor, mais inteligente, mais maduro e transformado. Para quem pretende escrever um trilogia, por exemplo, o fim é um ótimo lugar para apresentar a prévia de novas aventuras. Conclusão Conseguiu identificar os elementos essenciais do storytelling e como eles entrelaçam o leitor? Claro que você pode seguir caminhos diferentes, mas por que não tentar adaptar sua história em cima desses elementos? Planejar um storytelling é algo que pode ser usado em muitas situações da vida, não somente no ramo literário. A escrita de um anúncio com storytelling, por exemplo, é uma inovação nos dias atuais, já que as corporações têm usado essa técnica para publicidade. Ao invés de apenas mostrar seus produtos, as empresas contam a história das pessoas que o utilizam. Isso mostra que o storytelling tem uma força muito maior que imaginamos. Ela não só serve para entretenimento literário, mas também como ferramenta de convencimento. Continue acompanhando as dicas no Blog da Editora Viseu! Comente abaixo o que você leva em consideração ao elaborar um storytelling.
Sprint de escrita: você sabe como usá-lo?

O Sprint de escrita é muito utilizado durante as maratonas literárias, pois os escritores definem um tempo para realizarem o que lhes é solicitado. Pensando na questão de estabelecer prazos, acredito que esse truque possa te ajudar, e muito, no processo de escrita do seu livro. Mais do que apenas abordar este tema, nós queremos ajudar você a como realizar a sprint de escrita, a fim de que você melhore sua produtividade. Continue lendo para absorver o máximo de informações dessa técnica que é infalível para pessoas que costumam procrastinar em suas tarefas diárias. O que você vai encontrar neste artigo: O que é Sprint? O termo originado no inglês significa “corrida curta” com tempo limitado. Este conceito foi adotado pela área da Gestão (mais especificamente Gestão de Tempo), no intuito de estabelecer tempos limitados para cumprimentos de tarefas. A sprint tem a finalidade de melhorar a produtividade, pois o seu resultado pode mostrar quanto trabalho foi feito em um tempo previamente estipulado. O que essa técnica tem a ver com escrita? O termo nada mais é do que o tempo contabilizado dedicado à escrita e à leitura. Ou seja, você determina 30 minutos de Sprint de escrita e contabiliza quanto escreveu em quantidades de palavras ou quanto leu em quantidade de páginas. Como fazer Sprint de escrita? Conforme abordamos na seção anterior, você precisa estabelecer um tempo e uma meta de quantidade de palavras. Vamos considerar um Sprint de 30 minutos, por exemplo. Ao final de cada sprint você deve registrar seus resultados, conforme ilustramos abaixo: Sprint 01 (30 minutos) – 500 palavras Sprint 02 (30 minutos) – 496 palavras Sprint 03 (30 minutos) – 398 palavras Sprint 04 (30 minutos) – 442 palavras Agora faça uma média da quantidade das palavras que você escreveu em cada uma das sprints. Resultado = 459 (Somamos o resultado de cada uma das 4 sprints acima e depois dividimos por 4) Ou seja, você consegue escrever uma média de 459 palavras em um intervalo de 30 minutos. Com base neste resultado, agora você consegue estabelecer metas para sua escrita. Se você vai se dedicar a um período de 4 horas de escrita, saberá exatamente o quanto vai conseguir produzir neste espaço de tempo. Mas como essa técnica ajuda no meu livro? O Sprint funciona como um desafio diário que o autor determina a si mesmo, estimulando-se a escrever mais, de acordo com a contagem de palavras. É como um atleta de meia maratona que, diariamente, treina para correr mais em menos tempo. O sprint estimula a escrever cada vez mais. Estabeleça, por exemplo, um período de 30 minutos de manhã e 30 minutos à tarde. Este tipo de técnica é essencial para pessoas que costumam procrastinar, ou seja, adiar as suas ações. Lidar com criatividade pode até ser legal, mas às vezes é um desafio, pois nem sempre estamos com disposição para criação. A partir de uma técnica com a Sprint, você se torna mais produtivo e garante de uma forma mais lógica para que você evolua na sua escrita e enfim publique o seu livro. A dica para autores de hoje é Faça o possível para não se distrair com mais nada, então, aquela velha história: celular no silencioso, nenhuma aba do computador aberta (a não ser a de pesquisa). E mesmo que o momento de procrastinação apareça, não desvie sua atenção, escreva sobre outras coisas até que consiga se concentrar novamente. Esse momento do Sprint é de extrema importância, principalmente pela rotina que se cria, permitindo deixar o livro sempre em andamento. Mesmo que pouco, é importante continuar escrevendo. Esse truque tem ajudado muitos escritores, se você já o utiliza, conte-nos; se for tentá-lo, conte-nos também! Continue acompanhando as novidades no Blog da Editora Viseu.
O livro está pronto para revisão? Como saber?

Sempre que terminar de escrever um livro, envie-o a um profissional para que possa revisá-lo. Entretanto não é novidade que essa revisão é cobrada e nem sempre é barata. Por este motivo, aconselhamos que sempre se certifiquem da finalização da escrita, para que não haja acréscimos após a revisão, pois isso prejudicará o texto a ponto de necessitar de um novo orçamento e uma nova revisão. O que você vai encontrar neste artigo: Dica Leia e releia seu texto quantas vezes forem necessárias. Assim, analisar-se-á por exemplo, a falta de coesão, coerência e eventuais inadequações que possam conter na obra. Nem preciso dizer que uma alteração, por menor que seja, pode bagunçar tudo e precisar de outras várias adequações. Confira Em nosso blog, temos um texto que pode te ajudar a estruturar sua história, apontando os “Pilares de um bom livro” que funcionam como um check list para conferir se todas as ideias estão ali, se não ficou nada de lado e, assim, seu livro estará pronto para ser enviado a um revisor. Continue acompanhando as dicas no Blog da Editora Viseu!
Qual gênero literário escolher?

Escritores iniciantes têm dificuldade de descobrir seu estilo literário e, muitas vezes, optam por algum que não combine consigo e a história acaba não fluindo. Para evitar o bloqueio de escrita, daremos dicas para descobrir qual gênero literário mais se adequa ao seu perfil. O que você vai encontrar neste artigo: Quais são os gêneros literários? Antes de tudo, o escritor precisa saber quais são os gêneros literários existentes e entender sobre cada um, para, então, analisar qual mais se identifica. Neste texto, temos alguns gêneros literários, confira! Qual você teria facilidade de escrever? Já sabe quais são os gêneros literários, agora é hora de pensar: qual gênero você teria mais facilidade de escrever uma história. A criatividade pode ser um ponto a ser analisado e te dá facilidade para escrever. Qual seu estilo de escrita? Você escreve mais formal ou possui um vocabulário mais informal? O estilo de escrita é relevante para analisar qual gênero literário escrever, pois cada um possui sua forma de escrita. Depois dessas dicas, conseguiu identificar qual gênero literário possui mais afinidade? Agora é hora de pesquisar e aprender mais para aperfeiçoar a sua escrita. Continue acompanhando as dicas no Blog da Editora Viseu!
Lançar um livro: como começar?

Lançar um livro pode não parecer uma tarefa tão difícil, porém é importante você ter alguns pontos em mente. Após entender Como publicar um livro, você produz o livro, imprime as cópias, publica a obra e depois disso, chega à parte final, o temido lançamento do livro. Diariamente, somos questionados por nossos autores se é realmente necessário realizar um Evento para lançamento de livro. Editora Viseu sempre responde: o lançamento é mais uma das ferramentas de divulgação que pode te ajudar a comercializar e atrair novos leitores. Fique conosco para saber quais detalhes precisam ser levados em consideração quando o assunto é lançar um livro. O que você vai encontrar neste artigo: Precisa ser uma festa de lançamento? NÃO! Não precisa ser uma festa, você pode organizar uma noite de autógrafos em uma livraria ou em algum café da sua cidade. Reúna os amigos, familiares e futuros leitores. Esse evento pode ser um pontapé para as vendas dos primeiros exemplares. Qual o primeiro passo para lançar um livro? Para começar, é preciso pensar no público do seu livro e como atingi-los. O local e a data da noite de autógrafos precisa ser determinado de acordo com o público-alvo. Não entendeu? Por exemplo, se o seu livro é infantil, você não deve marcar em uma segunda-feira em um restaurante. O indicado é que aconteça em um espaço kids de um shopping em um sábado à tarde, por exemplo. Divulgue o lançamento Data, hora e local marcado. Então é hora de preparar o material de divulgação para atrair os futuros leitores para o evento. Você precisa pensar em panfletos, anúncios em redes sociais, e-mail marketing etc. E, no dia do lançamento, lembre-se: é importante ter alguém divulgando o evento em tempo real nas redes sociais e algum fotógrafo registrando o momento para depois ir postando e também para criar um banco de imagens. Nunca se esqueça de que as redes sociais podem ser uma excelente ferramenta de divulgação, use e abuse. Continue acompanhando as dicas no Blog da Editora Viseu. Toda semana conteúdos novos com dicas para autores e novidades do mercado editorial.
Como escrever bem: descomplique a sua escrita

Como escrever bem pode até parecer uma pergunta difícil para se responder, mas nós estamos aqui para descomplicar o assunto. Por algum motivo, temos autores que acreditam que escrever frases complexas, com palavras “refinadas” do nosso vocabulário, criará uma autoridade irrevogável a ele. ERROU! Em tempos de internet, redes sociais e e-book, a complexidade pode atrapalhar, e muito, a conquistar o seu leitor. O que você vai encontrar neste artigo: Conheça sempre o leitor do seu livro! Falar com o seu leitor de forma informal não é um crime e não tornará seu livro pior ou melhor. Para ser autoridade, você só precisa ter a capacidade de ter uma comunicação assertiva. Primeiramente você precisa conhecer seu público, seja em fóruns de livros do mesmo gênero que você está escrevendo. Analise a linguagem das pessoas. Além disso, você pode fazer uma análise comparativa de obras do mesmo gênero literário que a sua. Gêneros científicos precisam de uma escrita formal Este é um ponto importante a se observar. Se você é um autor voltado para conteúdos acadêmicos, não é ideal que seu livro siga em uma linha descontraída. Você precisa se utilizar de palavras e estruturas linguísticas voltadas para um público mais maduro quanto à linguagem científica. Escrever um livro com tema científico fazendo uso de uma linguagem coloquial, pode levar seu conteúdo a uma descredibilidade. Comunicação Assertiva Comunicação assertiva ou escrita assertiva se refere à capacidade de falar com todo o seu público de maneira simples e que todos recebam a mensagem a ser passada. Escrever nos dias de hoje tem que ser uma tarefa básica, de forma entendível e transparente. Diante do mundo em que vivemos, veloz e cheio de compromissos, é preciso que a escolha das palavras para sua história seja compreensível, a ponto do leitor não se encher e desistir da leitura. Como aperfeiçoar a minha escrita A melhor maneira de aperfeiçoar a escrita é pesquisando e lendo cada vez mais. A leitura, além de nos permitir a ampliação do vocabulário, nos ensina sobre como escrever, como contar histórias e como encantar o público com seu livro. Continue acompanhando as dicas no Blog da Editora Viseu!
Fórmula para publicar um livro: existe?

Quem nunca pensou em desistir da publicação de seu livro na metade? Acredito que a grande maioria dos escritores e você sabe que isso ocorre devido à falta de paciência e de pressa. A produção de um livro não é de um dia para o outro e não se baseia somente em escrever a história, existe todo um passo a passo até chegar, de fato, à publicação. 1. Pare de se comparar com outros autores A atitude mais desleal que podemos ter conosco é a tal da comparação. Nós que somos autores estamos constantemente ligados às notícias do mundo editorial. Vemos de tudo, pessoas que escrevem livros em poucos dias, sagas em poucos meses, enfim, cada qual possui sua produtividade. Você deve levar em consideração uma coisa, assim como você é único, a forma como você escreve também é. Acelerar um processo de escrita com base em comparações pode fazer você perder a qualidade da sua história. Além disso, é bom ter em mente que muitos autores já consagrados vivem da publicação de seus livros, ou seja, são autores full time. Diferente deles, muitos de nós temos a escrita como um hobby, ou seja, conciliamos a produção escrita com nosso trabalho, afazeres domésticos, família dentre outras ocupações. O ideal para que a sua produtividade aumente é a criação de Sprints de escrita. 2. Mais paciência para seu objetivo de publicar um livro Dizem que ter paciência é uma virtude, mas nem todos nós temos, principalmente quando se refere a terminar o próprio livro. Há quem não termine e há quem mal terminou de escrever e já quer lançar, bombar nas vendas e desejar milhões de leitores pedindo pelo 2º livro. É necessário ter calma, pois o processo não é tão simples e leva tempo. Tenha paciência! 3. Menos pressa para o processo de publicação do seu livro Não adianta ter pressa, visto que há etapas a serem cumpridas. Quem nunca ouviu aquela famosa frase “a pressa é inimiga da perfeição”. Para começar, temos o tempo de escrita do livro, que varia de acordo com cada escritor e pode ser meses ou anos. Finalizado, é preciso editar e revisar. É recomendado que a revisão ortográfica seja feita por um profissional que olhará com cuidado e atenção os aspectos gramaticais e ortográficos, bem como coesão. Enquanto alguém faz a revisão, é sugerido ir pensando na identidade visual interna do livro, como capa, diagramação e tudo mais — que significa ganhar tempo. Não podemos esquecer do registro de ISBN e outros. E, por fim, publicar. Livro publicado = Meta alcançada A publicação significa que você conseguiu pôr em prática a fórmula e chegou ao fim da primeira etapa. Agora é hora de se dedicar ao marketing literário da sua obra e pôr a fórmula em prática novamente: + Paciência – Pressa = aumento de vendas Esperamos que essas dicas tenham ajudado você. Continue acompanhando as dicas no Blog da Editora Viseu!
Dicas para escrever um livro-reportagem

O livro-reportagem nada mais é que um gênero jornalístico que dá ao leitor mais informações sobre determinado assunto que um jornal ou revista daria e é escrito pelos profissionais da notícia. Diferente de uma reportagem normal, o livro-reportagem remonta um caso específico podendo ser reestruturado dentro de uma narrativa. Há algumas dicas que podem ajudar na estrutura textual, confira: O que você vai encontrar neste artigo: A Reconstituição em um livro-reportagem A reconstituição minuciosa dos fatos é o momento em que o autor responde às famosas perguntas do lead: quem, o quê, por quê, quando, como e onde. Ao responder essas perguntas, o autor mostrará ao leitor o resultado de sua pesquisa e oferecerá a oportunidade de recriar o cenário em que aconteceu os fatos narrados, aumentando, assim, a credibilidade da obra. Descrição Descrever cena a cena para o leitor e contar a evolução dos fatos ao longo do tempo os aproxima da história, o que os estimula a ler mais. Atente-se à descrição. Ambientação Reconstituir o ambiente e a época do fato faz com que o leitor entenda melhor a história que está sendo narrada. Priorize os detalhes. A importância da Fonte em um livro-reportagem Conte a história de maneira fluída, evitando a menção constante de fontes, sem ficar citando a mesma fonte a cada nova informação. Faça isso somente quando necessário. Diálogo Reproduza os diálogos com exatidão, tornando o texto mais vivo, enriquecendo a história e atraindo a atenção do leitor. Passagens Evite passagens repentinas de um assunto para o outro, o ideal é que sempre tenha um elo entre eles. Preferencialmente, monte uma linha lógica de acontecimentos. Conclusão sobre livro-reportagem Independentemente do assunto do livro-reportagem, o autor tem a obrigação de escrever de forma que o leitor entenda todas as questões abordadas na história. O livro-reportagem não é só para narrar um fato, mas para contextualizá-lo e explicar melhor as suas consequências. Essas são algumas dicas para os autores, entretanto cada jornalista pode dar o seu toque pessoal à obra, criar seu estilo de escrita e então publicar o livro. Comece a escrever o seu e conte-nos sua experiência. Continue acompanhando as dicas da Editora Viseu.
Como escrever uma história de amor?

O que faz um história de amor ter um sucesso eterno? Por que maioria das obras gravitam em torno de um romance? A maioria dos livros publicados tem sempre um amor perdido entre suas páginas, mesmo que não seja o foco da história. O gênero romance é um dos temas mais abordados, visto que aproxima os leitores e preenche seus corações. Por isso preparamos algumas dicas para escrever uma história de amor: O que você vai encontrar neste artigo: Uma história de amor Sem clichê Ah, mas como vou escrever uma história de amor sem colocar um casal que enfrenta a separação por problemas da vida e, no fim, vence as barreiras? CRIATIVIDADE, explore-a. Existem inúmeras histórias de amores inusitadas e originais que não são publicadas, já que os autores têm medo de sair da zona conforto. Seja diferente! Saia da zona de conforto, use e abuse da sua imaginação. Use e abuse dos coadjuvantes na história de amor Não deixe que sua história gire apenas em torno do casal protagonista, abuse de tramas intrínsecas ou paralelas com os personagens coadjuvantes. Lembre-se de que personagens bem construídos acrescentam o enredo. Saiba o fim da história de amor Quando decidir escrever uma história de amor, tenha o fim sempre em mente, antes mesmo de começar a escrever. Comece seu livro sabendo como ele terminará e isso facilitará o desenrolar da história. Destaque a personalidade dos personagens Descrever a aparência do personagem pode parecer ser perda de tempo, mas isso fará com que o leitor enxergue seus protagonistas como pessoas reais e aumente a credibilidade da história. Sem contar que a personalidade valida as ações, o enredo e o desenvolvimento. Afinal, uma pessoa objetiva e carismática atrai muito mais que uma pessoa loira e alta. Conclusão Escrever uma história de amor é parecido com um casamento, uma espécie de amor e ódio pela história que fará com que você queira desistir. Mas acredite nesse casamento e lembre-se de que é na alegria e na tristeza e que, assim, vocês terão lindos filhos no futuro. Se você já tem uma história de amor e tem dúvidas sobre como publicar um livro, clique e acesse este conteúdo completo.
Como escrever diálogos?

De uma história, os leitores são ferramentas que os escritores utilizam para dar aos personagens, que eles me relatam para o tempo real e possibilitam ao leitor, de forma direta, como expressam se comportam, se relacionam e se relacionam. Afirme que um diálogo entre os personagens que podemos agir é verbalmente. Nas histórias de ficção, o diálogo é escrito de forma que os personagens provocam uma reação no seu interlocutor. Por outro lado, os diálogos são ferramentas que podem dar suavidade ao texto, agilizar a trama e revelar os personagens — sua história perde muito se não o utilizar de forma correta. Escrever diálogos é uma arte que pode ser aprendida e te ensinaremos agora: Ouça a voz dos seus personagens Você pode utilizar o discurso indireto, no qual o narrador fala pelo seu personagem; entretanto, caso você queira que o leitor se identifique com seus personagens e com a história, você deve utilizar o discurso direto se quer que eles falem em seus textos. O diálogo aproxima Quando o leitor se envolve com o diálogo, é como se ele vive a cena, pois as vozes dos personagens recriam na sua mente. O narrador não precisa dizer que o personagem está mentindo, o diálogo de uma forma que o pode ler isso. Momento de usar os diálogos Não existe momento ideal para colocar um diálogo, tudo depende da sua história e do processo de escrita. Geralmente, o diálogo é utilizado para aproximar o leitor do personagem, dar ritmo à história, oferecer pistas da trama, complementar uma ação etc. 1. Evite falar demais O diálogo serve para dar voz ao personagem, mas evite falar demais, pois dar muitos detalhes do enredo pode prejudicar sua história. O diálogo fica melhor quando tem uma breve narração em oposição à exposição excessiva. 2. Não coloque informações óbvias Muitas vezes, os autores se utilizam do diálogo para escrever coisas óbvias que já aparecem no subtexto. Por exemplo, uma cena em que o personagem vai atender ao telefone, o narrador diz que ele atenderá e o diálogo começa com “alô”. Ou o narrador fala, ou o personagem dialoga. 3. Use o conflito entre personagens O diálogo é geralmente entre duas pessoas, portanto utilize-o para mostrar o conflito de opiniões, de ponto de vistas etc. 4. Mantenha o ritmo O diálogo precisa manter um ritmo, isso é importante. Você pode balancear o diálogo com a narração, com a descrição e deixar os diálogos menores. Que tal colocar em prática?
Como escrever em qualquer lugar?

Se você também é daqueles que se distraí com qualquer coisa e que demora para se concentrar novamente, tenho certeza de que não consegue escrever em qualquer lugar, não é mesmo? Não se sinta culpado, a maioria das pessoas tem esse problema de distração. Por esse motivo, daremos algumas dicas para evitar as distrações e cumprir o prazo de finalizar o livro, confira: O que você vai encontrar neste artigo: Esquece a edição Para se tornar um excelente escritor, é preciso ler mais, ter tempo e praticar. Por isso, nas horas vagas, não se preocupe com a edição, pois ela é um processo para o final, concentre-se e deixe seu trabalho fluir. Diga não às distrações Aquelas notificações das redes sociais são as maiores vilões nos dias de hoje, mas o cachorro ou a furadeira do vizinho também incomodam, né? São tantas as distrações, mesmo assim cabe a você se colocar no comando. Uma boa dica é desligar o celular, colocar os fones de ouvido, que são abafadores de ruídos, e dedicar-se à escrita. Estabeleça uma meta de escrita Quando você estabelece um prazo/meta de escrita, acaba que a sua produtividade aumenta e faz com que não perca tempo com outras coisas. É como se o tempo te desafiasse a cumprir a meta: terminar de escrever. Mantenha um ritmo de escrita Nada melhor que dormir sabendo que aquele dia foi muito produtivo, mas por que os outros também não são? Tente manter o mesmo ritmo de escrita, fazendo com que a alta performance se transforme em rotina. Coloque em prática Se você, autor(a), tem alguma outra dica para evitar as distrações, conte-nos! Continue acompanhando as dicas no Blog da Editora Viseu.