E se a realidade não fosse exatamente como você enxerga?
“Horrores Insones” convida o leitor a mergulhar em uma experiência perturbadora, onde os limites entre o real e o imaginado se desfazem. Com uma narrativa intensa e inquietante, a obra conduz por um labirinto psicológico em que cada detalhe pode ser uma pista… ou uma armadilha.
Mais do que provocar medo, a história instiga reflexões profundas sobre comportamento, escolhas e os ciclos que carregamos ao longo da vida. Inspirado por um sonho vívido, o livro nasce de uma inquietação que se transforma em algo maior, dando forma a um terror que permanece mesmo depois da última página.
Conversamos com o autor para entender mais sobre sua trajetória, inspirações e os bastidores da criação dessa obra.
Para começar, poderia nos contar um pouco sobre você e sua jornada como autor?
Sou um autor iniciante e este é o meu primeiro livro. Venho de uma cidade pequena e pouco conhecida, mas sempre tive muita imaginação e gosto por histórias. A escrita começou como um hobby, algo que eu fazia por prazer, mas com o tempo percebi que poderia transformar minhas ideias em algo maior e compartilhá-las com outras pessoas.O que o inspirou a escrever o livro?
A principal inspiração veio de um sonho muito vívido que tive certa noite. Quando acordei, a história ainda estava muito clara na minha mente. Ao contar esse sonho para um amigo, ele comentou que aquilo daria uma ótima história. Foi nesse momento que pensei seriamente em transformá-lo em um livro.Como a sua experiência pessoal se reflete nos temas abordados no livro?
Alguns temas presentes no livro têm relação com experiências e reflexões pessoais, como abandono paterno, dificuldades na escola, a tentativa de parecer mais inteligente do que realmente somos, além de questões relacionadas ao sagrado, à gula e à prepotência. Esses elementos ajudam a tornar a história mais humana e próxima da realidade.Pode nos contar um pouco sobre o processo criativo por trás deste livro?
O ponto de partida foi aquele sonho vívido que mencionei. A partir dele, comecei a estruturar a história, mas precisei fazer várias adaptações para que ela funcionasse melhor como narrativa para o leitor. Foi um processo de transformar algo muito pessoal e caótico em uma história com começo, meio e fim.Quais foram suas principais referências criativas para escrever o livro?
Tive várias referências durante a criação. Entre elas estão os contos de Edgar Allan Poe, o filme O Menu, o conceito do efeito borboleta, algumas histórias pessoais e também o jogo Fears to Fathom. Todos esses elementos influenciaram o clima e a forma como a história foi construída.Existe algum trecho do livro que você gostaria de citar?
Limbo. Eu estava caindo em um limbo… sem começo e sem fim.Como você espera que seu livro impacte os leitores?
Não espero necessariamente que os leitores sintam medo (embora isso poderia acontecer como um bônus). O que realmente desejo é que eles reflitam sobre os ensinamentos presentes na história e consigam entender a mensagem por trás de tudo o que aconteceu com o personagem Owen.Existe uma mensagem principal que você deseja transmitir?
Sim. A principal mensagem é: não tenha medo de quebrar ciclos.Há algum personagem ou história no livro que você considere particularmente significativo?
Um momento muito significativo para mim é a conversa entre Owen e seu pai. Esse diálogo carrega muito peso emocional e ajuda a aprofundar o entendimento sobre o personagem e seus conflitos.Como você acredita que a Literatura pode contribuir para a vida dos leitores?
A literatura tem um papel muito importante, pois pode provocar reflexões, despertar emoções e até ajudar as pessoas a enxergarem suas próprias vidas de uma forma diferente.Além da literatura, quais são suas fontes de inspiração para escrever?
Além dos livros, também encontro inspiração em filmes, jogos e nas pessoas ao meu redor. Muitas vezes, pequenas experiências ou histórias do cotidiano acabam servindo como ponto de partida para novas ideias.O que a literatura e a escrita significam para você?
Tudo começou como um hobby, mas aos poucos foi ganhando proporções maiores. Quando comecei a escrever de verdade, senti algo muito especial, como se por alguns momentos eu pudesse controlar todo um mundo. Durante esse processo, minha mente fica completamente focada apenas no desenvolvimento da história e das palavras.Quais são seus planos futuros como escritor? Há novos projetos em desenvolvimento?
Pretendo escrever mais um livro, mas vou esperar o resultado deste. E, se Deus quiser, caso este primeiro livro tenha uma boa recepção, talvez eu possa fazer uma continuação. Por enquanto, as ideias ainda estão sendo desenvolvidas na minha mente, nada foi colocado no papel ainda.Que conselho você daria para alguém que está começando a escrever seu primeiro livro?
Todo mundo pode escrever, mas só depende de você escolher se vai ser uma história ou uma nota de rodapé.“Horrores Insones” é uma experiência que vai além do medo — é um convite a encarar aquilo que muitas vezes evitamos dentro de nós mesmos.
Entre sonhos, distorções e verdades incômodas, a obra conduz o leitor por um caminho onde cada escolha importa e cada detalhe pode mudar tudo.
Se você busca um terror psicológico que provoca, inquieta e permanece, essa leitura é para você.
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