Por Que Todo Profissional Deveria Considerar Escrever um Livro

Escrever um livro como estratégia profissional tem se mostrado uma das formas mais eficazes de construir autoridade e abrir novas portas no mercado. No mundo digital em que vivemos, todo profissional busca se destacar em meio a timelines cheias e feeds instantâneos. Nesse cenário, o livro se tornou um dos formatos mais sólidos de construção de autoridade e reconhecimento. Além disso, em um mercado cada vez mais competitivo, escrever um livro deixou de ser apenas um sonho ou uma vaidade. Hoje, é estratégia. Segundo o relatório da WordsRated (2023), mais de 1,7 milhão de novos títulos foram publicados no mundo apenas em formato digital. Esse número revela algo importante: uma mudança de mentalidade. Nunca foi tão acessível transformar conhecimento em livro — especialmente no Brasil. Empreendedores, líderes, especialistas e até profissionais autônomos estão percebendo o impacto dessa decisão. Transformar conhecimento em livro é uma forma concreta de elevar o posicionamento, abrir portas e criar conexões. Para reforçar essa ideia, uma pesquisa da Publishing Perspectives mostra que 72% dos leitores profissionais preferem consumir conteúdo aprofundado em forma de livro, em vez de cursos rápidos. Ao contrário do que muitos pensam, o livro não é apenas um produto. É uma vitrine de competências, um selo de credibilidade e, muitas vezes, um divisor de águas na carreira. Então, pense comigo: seu próximo passo profissional pode ser exatamente esse.Escrever um livro. Como Escrever um Livro como Estratégia Profissional Impulsiona sua Carreira O livro como construção de autoridade Escrever um livro como estratégia profissional é uma das formas mais eficazes de posicionar-se como autoridade em um tema. Isso porque a publicação exige domínio do conteúdo, organização do raciocínio e clareza na comunicação. Em outras palavras, ela mostra ao mercado que você sabe do que está falando. De acordo com o especialistas em branding pessoal, autores são percebidos como especialistas porque escrever um livro demonstra não apenas conhecimento, mas também coragem de se posicionar. Além disso, uma obra publicada torna-se uma referência consultável — algo que o público pode voltar a acessar, recomendar e citar. O livro coloca o profissional em outro patamar: de quem apenas entrega serviço para quem pensa e formula soluções. Um autor é sempre lembrado como alguém que tem algo a dizer — e que merece ser ouvido. Networking e novas oportunidades Poucas ferramentas são tão eficazes quanto um livro para abrir portas. Seja em um evento, uma conferência ou uma simples reunião, dizer “sou autor do livro tal” muda imediatamente a percepção sobre você. O livro se torna cartão de visita, convite à conversa e ponte para oportunidades. Muitos profissionais relatam que, após a publicação, começaram a receber convites para palestras, workshops, entrevistas e colaborações. Um estudo da Fast Company revelou que 62% dos profissionais que publicaram livros disseram ter aumentado seu networking e conseguido novas parcerias após a publicação. O livro também tende a circular em espaços onde você ainda não chegou fisicamente. Pode estar na mesa de um futuro cliente, nas mãos de um organizador de evento, no radar de um recrutador. E tudo isso sem que você precise estar presente. Ferramenta de diferenciação no mercado Em um cenário de excesso de perfis no LinkedIn, vídeos nas redes e cursos gratuitos, diferenciar-se se tornou essencial. E o livro é um diferencial de peso. Imagine dois consultores com a mesma formação. Um deles tem um livro publicado sobre a área de atuação — qual você contrataria? Provavelmente aquele que, além de praticar, também compartilha e sistematiza seu conhecimento. O livro mostra consistência, visão de longo prazo e entrega de valor. É particularmente estratégico para profissionais em transição de carreira, crescimento de marca pessoal ou reposicionamento em nichos mais qualificados. No relatório “Thought Leadership Impact Study” da Edelman (2021), 55% dos executivos disseram que líderes que publicam conteúdos aprofundados — como livros — ganham mais confiança do que aqueles que produzem apenas posts rápidos. Rentabilidade indireta Um dos maiores mitos sobre escrever um livro como estratégia profissional é achar que ele precisa gerar lucro direto para ser vantajoso. Na verdade, o principal retorno de um livro está nas oportunidades que ele gera. Ao publicar um livro, o autor abre espaço para: Convites para consultorias e mentorias Cursos online ou presenciais baseados na obra Participações em eventos pagos Parcerias estratégicas com empresas ou outras marcas Em muitos casos, a obra se torna o topo do funil — atrai atenção, gera credibilidade e abre caminhos que antes estavam fechados. O livro pode não ser o produto mais lucrativo, mas é, sem dúvida, o mais poderoso para atrair negócios. Etapas para transformar conhecimento em livro A seguir, um passo a passo simplificado para transformar sua expertise em uma obra que comunica com clareza e propósito: Escolha um tema alinhado à sua atuaçãoFoque em um assunto que você domina, mas que também seja de interesse do seu público. Entenda seu público-alvoQuem você quer atingir com esse livro? Profissionais da área? Iniciantes? Clientes? Estruture os capítulosComece com um índice provisório, distribuindo os conteúdos em blocos com início, meio e fim. Crie um plano de divulgaçãoPense em como posicionar seu livro nas redes, eventos, entrevistas e com parceiros. Estabeleça um cronograma realistaPlaneje por etapas: escrita, revisão, publicação e marketing. Busque feedbacks estratégicosAntes de lançar, peça a leitura crítica de colegas e possíveis leitores. BÔNUS: Erros comuns ao transformar expertise em livro, e como evitá-los Mesmo profissionais experientes podem tropeçar ao iniciar um projeto de livro. A seguir, alguns erros comuns e como contorná-los: Querer escrever “para todo mundo”✅ Foque em um público específico. Quanto mais claro seu leitor ideal, mais poderoso será o conteúdo. Escrever sem estrutura✅ Crie um esboço (outline) com começo, meio e fim antes de qualquer parágrafo. Falta de consistência na linguagem✅ Escolha uma linguagem coerente com seu público — acessível, mas sem perder a autoridade. Não revisar ou buscar feedback profissional✅ Contrate um revisor e peça a colegas que leiam criticamente. Isso eleva o padrão da obra. Não pensar na distribuição e marketing✅ Tenha um plano de divulgação desde o início: redes,

Como manter a originalidade do seu texto e evitar clichês literários

Você já teve a sensação de que seu texto parece… igual aos outros? Que, mesmo com todo o esforço, sua história soa familiar demais, seus personagens lembram figuras de outros livros e suas frases ecoam algo que você já leu antes? Se sim, você não está sozinho. Esse é um dilema que muitos escritores — iniciantes e experientes — enfrentam: como manter a originalidade da escrita e evitar cair nos mesmos clichês de sempre. Originalidade é um dos pilares da boa literatura. Mas também é uma das metas mais difíceis de alcançar — especialmente em um mundo onde tudo já parece ter sido dito. Neste artigo, vamos explorar a fundo esse desafio, desmistificar o que é (e o que não é) originalidade, mostrar como identificar e eliminar clichês do seu texto e, principalmente, como cultivar uma escrita verdadeiramente sua. Você não precisa reinventar a roda, mas precisa aprender a fazer com que ela gire do seu jeito. Menu de navegação   O que é originalidade na escrita — e o que ela não é Vamos começar desfazendo um mito: ser original não significa criar algo 100% novo e inédito. Isso é praticamente impossível. A maioria das histórias já foi contada de alguma forma — o que muda é o olhar, a voz, o caminho. A originalidade não está no enredo revolucionário ou na linguagem jamais usada. Está na combinação única de experiências, emoções, escolhas estilísticas e perspectivas que só você tem. Está em como você escreve, e não apenas no que escreve. A escritora americana Anne Lamott, autora do clássico Bird by Bird, afirma que a voz autoral vem de contar a verdade como você a vê. E isso inclui seus medos, contradições, lembranças, vícios de linguagem e manias narrativas. Tudo isso pode virar força, se usado com consciência. Por que caímos em clichês — mesmo sem querer? Clichês são atalhos mentais. São soluções rápidas e familiares que nosso cérebro reconhece como seguras — e por isso nos empurram para fórmulas prontas. Quando escrevemos, especialmente sob pressão, nosso instinto é recorrer ao que já conhecemos. Isso inclui expressões batidas (“coração apertado”, “lágrimas escorriam como chuva”), estruturas narrativas previsíveis (“o herói improvável que salva o mundo”) e personagens genéricos (a mocinha indefesa, o vilão cruel sem motivo, o mentor sábio). O problema? O leitor também reconhece esses atalhos. E, quando tudo soa repetido, a leitura perde impacto. O cérebro do leitor se desliga. Por dentro da análise crítica: Saiba com é feita essa etapa de revisão de um livro Como identificar os clichês escondidos no seu texto Você pode até achar que está escrevendo algo novo — mas se não fizer uma leitura crítica, os clichês passam despercebidos. Aqui vão algumas armadilhas comuns: Expressões desgastadas “Chorar rios de lágrimas”, “com o coração na mão”, “como uma faca no peito” Substitua por imagens sensoriais específicas, ligadas à cena e ao personagem. Tramas lineares e previsíveis Todo mundo sabe o que vai acontecer no final? Hora de repensar os conflitos e as viradas. Falas artificiais Personagens que soam como estereótipos, não como pessoas reais. Linguagem neutra demais Falta ritmo, cor, personalidade nas frases? Talvez esteja faltando sua voz ali. Uma boa dica é reler seu texto em voz alta. O que parece forçado, repetitivo ou genérico vai saltar aos ouvidos. Uma boa dica é reler seu texto em voz alta. O que parece forçado, repetitivo ou genérico vai saltar aos ouvidos. Estratégias para fugir dos clichês e escrever com autenticidade Agora que você já entendeu o que é originalidade, por que caímos em clichês e como identificá-los, vamos ao que realmente importa: como evitá-los na prática. 1. Troque o automático pelo específico Toda vez que você escrever algo que parece “fácil demais”, pare. Pergunte-se: existe uma forma mais honesta ou mais sensorial de dizer isso? 🛠 Exemplo: Em vez de “o coração dela disparou”, experimente “ela sentiu como se o peito fosse pequeno demais para tudo o que batia dentro”. O objetivo não é ser rebuscado. É ser vivo. 2. Experimente outros pontos de vista Uma boa forma de subverter clichês é mudar o ângulo. E se o narrador fosse o antagonista? Ou um objeto? Ou alguém que não entende o que está acontecendo? Esse deslocamento força novas perguntas — e novas respostas criativas. 3. Humanize seus personagens Pessoas reais são contraditórias, ambíguas, às vezes incoerentes. Seus personagens também devem ser. Um vilão pode ser gentil com animais. Uma heroína pode cometer erros terríveis. Quando o personagem é verossímil, ele quebra o molde e escapa do clichê. 4. Reescreva com consciência A primeira versão é onde você despeja. A segunda é onde você lapida. Na reescrita, observe onde há frases genéricas, ideias repetidas, passagens “sem alma”. O trabalho de originalidade se faz, muitas vezes, na revisão. 5. Desenvolvendo sua voz autoral A voz autoral é o maior antídoto contra o clichê. É ela que dá identidade ao texto, que faz o leitor reconhecer o autor mesmo sem ver o nome na capa. Mas como se desenvolve uma voz? Escrevendo com frequência. Quanto mais você escreve, mais natural sua linguagem se torna. Lendo com atenção. Perceba como outros autores resolvem situações parecidas. Analisando seus textos antigos. O que ali ainda soa verdadeiro? O que soa forçado? Sendo fiel ao que você acredita. Escreva com verdade. Isso se traduz no texto. A originalidade não está no vocabulário difícil ou na estrutura ousada. Está na honestidade. Como disse Clarice Lispector: “Sou como você me vê. Posso ser leve como uma brisa ou forte como uma ventania. Depende de quando e como você me vê passar.” Por que originalidade importa no mercado editorial atual O mercado editorial está mais atento do que nunca à originalidade — não como novidade pela novidade, mas como representatividade, autenticidade e profundidade. Segundo a pesquisa da Technavio (2024), a busca por livros com novas abordagens e diversidade de vozes é um dos principais impulsionadores de crescimento do setor, projetando um aumento de mais de 18 milhões de dólares até 2029. Além

Enéas, O Brasileiro Por Excelência: uma leitura indispensável para quem quer entender o Brasil

Quem foi Enéas Carneiro e por que ele ainda repercute? Poucas figuras na política brasileira despertaram tanta curiosidade e mistério quanto Enéas Carneiro. Com sua oratória acelerada e inconfundível, ele se tornou um símbolo do nacionalismo e de uma visão alternativa para o Brasil. Mas quem realmente foi esse homem além do bordão “Meu nome é Enéas”? O livro “Enéas, o Brasileiro por Excelência”, de André Garcia Brito de Morais, publicado pela Editora Viseu, faz uma imersão profunda na história, ideias e legado desse que é considerado um dos políticos mais intrigantes do país. O que esperar deste Livro? Se você acredita que a política brasileira precisa ser entendida além dos clichês da direita e da esquerda, esta obra é para você. André Garcia Brito de Morais não apenas reconstrói a trajetória de Enéas, mas também nos leva a refletir sobre os desafios do nacionalismo no Brasil e sua relevância nos dias de hoje. Com uma linguagem fluida e um trabalho jornalístico detalhado, o autor resgata desde a infância humilde de Enéas até sua ascensão na política, mostrando como um médico de origem simples conseguiu mobilizar milhões de brasileiros com suas ideias. Veja o que estão falando nas redes sociais: Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Editora Viseu (@editoraviseu) Por que você deve ler “Enéas, O Brasileiro Por Excelência”? Perspectiva Histórica: O livro vai além da caricatura da mídia e apresenta um Enéas real, polêmico, mas profundamente apaixonado pelo Brasil. Análise Crítica: Não se trata de uma biografia comum, mas de um estudo que relaciona sua filosofia com o atual cenário político. Inspirador: A trajetória de superação de Enéas é um exemplo para todos que acreditam no poder da educação e do esforço individual.  https://www.youtube.com/watch?v=7VkK4R5ks2c Onde comprar? O livro está disponível na Amazon e pode ser adquirido com apenas alguns cliques. Não perca a oportunidade de conhecer a fundo uma das figuras mais fascinantes da política nacional. Comprar o LIVRO Se você é um entusiasta da história política brasileira ou simplesmente quer entender melhor o Brasil, “Enéas, o Brasileiro por Excelência” é uma leitura obrigatória. Baixe agora e descubra um Enéas que poucos conheceram.

Publicar um livro físico: ainda vale a pena?

vale a pena publicar um livro impresso

No mundo digital, publicar livro físico pode parecer uma decisão arriscada para novos autores. Muitos se perguntam se ainda vale o investimento. Sem dúvida, vivemos em uma época onde o digital tem dominado o mercado literário. No entanto, será que os livros impressos não mantêm seu valor? Seja pela experiência olfativa ou pela sensação única de ter a obra em mãos, muitas pessoas preferem obras em prateleiras, mas será compensador buscar esse público? A seguir, discutiremos as vantagens de publicar livro físico e analisaremos se realmente vale a pena investir nesse formato. A experiência única de leitura de um livro impresso Livros físicos têm uma presença e energia que nenhum formato digital pode imitar. Isso é um fato! A sensação de folhear páginas, sentir o peso de um livro e até mesmo o cheiro do papel é uma experiência que muitos leitores valorizam. Para autores, publicar livro físico significa ver suas ideias ganhando forma concreta, a representação além do que apenas um texto: o resultado palpável de muito esforço. Por outro lado, temos duas gerações que não têm essa relação próxima com as obras físicas. A princípio, isso pode ser um problema para autores tradicionais. Por que leitores ainda preferem livros físicos? Confira os principais motivos pelos quais muitos leitores ainda preferem ter obras nas mãos: Sentimento de propriedade: muitos leitores gostam de colecionar livros, o que fortalece a conexão emocional com a obra; Experiência tátil: a textura do papel e o processo de folhear páginas proporcionam uma experiência completa e mais prazerosa; Presença duradoura: os livros físicos decoram prateleiras e permanecem ao alcance, tornando-se parte da rotina. Sem dúvida, as bibliotecas são incríveis! Em resumo, para os autores, isso significa que publicar livro físico pode criar uma relação de proximidade com seus leitores, fortalecendo a referência de quem escreveu. Você também pode se interessar pelo artigo Crowdfunding: como pode viabilizar seu projeto de livro? A importância de publicar um livro físico para a carreira do autor Deixando um pouco de lado a parte econômica, publicar livro físico continua a ser uma estratégia valiosa para a carreira de autores novos e já estabelecidos. A presença física no mercado, seja em livrarias, feiras ou bibliotecas, cria muitas oportunidades de reconhecimento e credibilidade. Dessa forma, escritores que publicam no formato impresso têm mais chances de atrair convites para eventos, como sessões de autógrafos, fortalecendo a conexão com o público. Além disso, optar pela publicação de um livro impresso pode ser uma ótima maneira de diferenciar seu trabalho e mostrar profissionalismo. Isso porque quando decidimos lançar um livro no mercado físico, automaticamente transmitimos a ideia de que investimos na qualidade da obra, do conteúdo até o design. Veja também ideias de títulos de livros que vão valorizar sua história Vantagens de um livro físico para novos autores No caso de escritores iniciantes, as obras impressas também trazem muitas vantagens. Confira algumas: Credibilidade: ter um livro impresso fortalece a imagem do autor como profissional, pois passa mais credibilidade; Marketing e branding: um livro físico em eventos e livrarias, com toda a certeza, aumenta a visibilidade do autor; Vendas: mesmo com o avanço digital, livros físicos ainda vendem e atraem públicos diferentes. Aliás, o público tradicional ainda é grande; Publicar livro impresso e o potencial de ganho financeiro Agora vamos à resposta de milhões… Será que as obras literárias impressas ainda são lucrativas? Sabemos que para autores interessados em publicar livro físico, o potencial financeiro é uma questão importante. Ao contrário de e-Books, que frequentemente geram receitas menores devido à competitividade de preços, livros físicos costumam ter uma margem de lucro maior. Isso ocorre porque o público que busca por livros impressos está disposto a pagar um valor premium, considerando a qualidade e a durabilidade da obra. Para os amantes da leitura, nada substitui o prazer do cheirinho de livro novo! No entanto, é importante planejar custos e estratégias de venda. Publicar livro físico envolve muitas etapas, como: Gastos com impressão; Investimento em design gráfico; Investimento na campanha de distribuição; Em resumo, tudo isso demanda uma organização cuidadosa para que o retorno seja satisfatório. Principais considerações financeiras: Custo de impressão: embora seja um investimento inicial, o preço do livro pode compensar esses custos; Distribuição: trabalhar com redes de livrarias ou lojas online amplia a disponibilidade e visibilidade; Margem de lucro: os livros físicos geralmente nos permitem definir preços mais altos; Veja como começar a escrever seu livro infantil Publicar livro físico em editoras tradicionais ou autopublicação? Para quem está pensando em publicar um livro, existem duas principais opções: as editoras tradicionais e a autopublicação. Ambas as abordagens têm suas vantagens e desvantagens, e a escolha depende do perfil do autor e do controle desejado sobre o processo de publicação. Editoras tradicionais: Vantagens: com o apoio de uma editora como a Viseu, o autor conta com suporte em revisão, design e marketing, além de maior credibilidade no mercado; Desvantagens: o processo de aprovação é seletivo, e os direitos sobre a obra podem ser parcialmente transferidos para a editora; Autopublicação Vantagens: editar o próprio livro nos permite manter o controle total sobre a obra e os lucros; é possível imprimir sob demanda, reduzindo custos iniciais; Desvantagens: exige que o autor invista em cada etapa do processo, da revisão à distribuição, além do desenvolvimento da própria estratégia de marketing; No caso da autopublicação, plataformas de impressão sob demanda oferecem soluções que tornam a publicação acessível e simples, especialmente para autores independentes. A Editora Viseu também oferece suporte para novos autores que buscam visibilidade e qualidade em seus lançamentos. Confira algumas estratégias de marketing para impulsionar seu livro físico Publicar livro físico é apenas o primeiro passo, pois a divulgação e o marketing são essenciais para garantir que o livro chegue ao público certo. Em suma, são estas duas ferramentas que precisamos usar para atrair novos leitores e incentivá-los a adquirirem a obra. Sendo assim, lembre-se de que investir em uma estratégia de marketing eficaz ajuda a aumentar as chances de venda e cria uma base de leitores

Ideias de títulos de livros: 25 sugestões para se inspirar

ideias de títulos de livro para se inspirar

Buscar ideias de títulos de livros é um passo essencial na jornada de qualquer autor. Um título impactante pode captar a atenção do leitor e refletir a essência da sua obra em poucos segundos. Fazer a melhor escolha não é apenas contribuir com a qualidade da obra, mas também ajudar na estratégia de marketing, atraindo e encantando o público-alvo. Portanto, neste artigo, você encontrará dicas valiosas para criar títulos atrativos, além de sugestões específicas para diferentes gêneros literários. Dicas para ter boas ideias de títulos de livros Criar um título eficiente exige criatividade, estratégia e certo conhecimento acerca do público. Sendo assim, aqui estão algumas dicas detalhadas que podem ajudá-lo nesse processo: 1. Explore o tema central Identifique a essência da sua história. Ou seja, antes de pensar em um título, faça uma lista dos principais temas e mensagens que sua obra aborda. A princípio, esse passo é importante pelo fato de um bom título precisar refletir o centro da narrativa. A escolha deve tocar o seu leitor; Resuma a trama. Depois, tente resumir a história em uma frase. A dica é se perguntar: “qual é a ideia principal que eu desejo transmitir?” Vale ressaltar que esse resumo pode fornecer percepções preciosas para a criação do título. 2. Utilize palavras persuasivas Escolha palavras que criem imagens mentais, que evocam sentimentos ou imagens específicas podem ajudar a prender a atenção do leitor. Por exemplo, usar termos como “coração”, “sombras” ou “luz” pode sugerir emoções e cenários que despertam o interesse. Além disso, considere a sonoridade para criar boas ideias de títulos de livros. Tenha opções que soam bem ao serem lidos em voz alta, tornando-os inesquecíveis. A dica aqui é dizer o título em voz alta e ver se ele flui bem, pois a musicalidade das palavras pode aumentar a atratividade do termo. 3. Considere o tom da narrativa ao criar suas ideias de títulos de livros Alinhe o título ao estilo da escrita, isso quer dizer que ele deve corresponder ao tom da obra, então, para histórias leves e humorísticas, usamos palavras que reflitam. Por outro lado, se for uma obra sombria e introspectiva, o título deve capturar essa intensidade, ou seja, algo mais denso. Aproveite para usar ironia ou jogo de palavras. É possível também incorporar humor ou ironia. Isso pode atrair leitores que buscam uma leitura leve. Tenha em mente que as ideias de títulos de livros criativos, que brincam com palavras, muitas vezes conseguem lugar de destaque nas prateleiras. 4. Experimente variações Faça testes com diferentes combinações e, com isso, evite se limitar a uma única ideia de título. O ideal é fazer uma lista com várias opções e, se possível, contar com a opinião de autores ou editores. Novas perspectivas podem revelar algo interessante. Para ter mais possibilidades, use ferramentas online – existem geradores de títulos online que podem ajudar a inspirar novas ideias. No entanto, devemos utilizá-las com o máximo de cuidado e apenas como uma inspiração. Elas podem sugerir combinações diferentes e criativas que podem ser ajustadas para se adequar à sua narrativa. 5. Pense em palavras-chave e SEO Se você pretende publicar seu livro online, considere usar palavras-chave em suas ideias de títulos de livros Isso, certamente, vai ajudar seu livro a ser encontrado em buscas na internet. Frases que refletem tendências ou temas populares tendem a chamar mais atenção. Saiba que um título objetivo pode ajudar os leitores a encontrar mais facilmente as obras em plataformas de venda de livros. Por isso, considere o que os leitores podem digitar em um mecanismo de busca ao procurar por livros semelhantes ao seu. 6. Revise e refine Às vezes, leva tempo para encontrar o título certo. Permita-se fazer ajustes e mudanças conforme a história se desenvolve. Outro ponto importante é estar disponível para receber feedbacks. Para isso, compartilhe suas ideias de títulos com outros autores ou editores. Essa iniciativa pode ajudar muito, então peça opiniões de forma despretensiosa. 7. Encontre inspiração na arte e na natureza Não se isole em um cubículo, estar atento a referências externas pode contribuir e muito com o seu processo criativo. Então, separe um tempo para ler outros livros, assistir a filmes ou observar a natureza pode ser uma fonte rica de inspiração. Anote palavras que possam ser adaptadas. Outra dica que pode funcionar é manter um caderno de ideias sempre por perto. Assim, quando uma ideia ou frase interessante surgir, anote-a. Com o tempo, percebemos que algumas anotações podem tornar-se títulos potenciais. Ideias de títulos de livros de romance Romances têm uma ampla gama de temas e estilos e trata-se de um gênero com forte apelo comercial. Inclusive, o Dark Romance é fortemente conhecido como o gênero literário que não viu crise no mercado editorial. Então, caso você esteja pensando em enveredar nesse mundo dos amores românticos, possíveis e impossíveis, aqui estão algumas ideias de títulos de livros de romance: “Amor em Tempos de Crise: sobreviventes”; “Doce Promessa de Verão”; “Entre Corpos e Almas”; “Dois Mundos irreais”; “Corações em Jogo”. Ideias de títulos de livros de poesias Os livros de poesias podem se beneficiar de títulos que reflitam sua essência lírica e a profundidade das emoções. Tudo vai depender do estilo de poesia escolhido, se de amor, com teor político, etc. Considere as seguintes sugestões para se inspirar: “Ecos da Alma”; “Sussurros do Coração”; “Luz e Sombra”; “Fragmentos impuros de Sentimentos”; “Poesia em Ventos Movimento”; Títulos para livros Dark Romance O gênero dark romance tem suas características únicas e como já falamos, tornou-se muito competitivo no mercado, inclusive no Brasil. Separamos algumas ideias de títulos de livros para esse gênero: “Corações Sombrios”; “Amor Corrosivos”; “Desejo e Perigo”; “Entre Luz e Sombra”; “Amor Entre Vícios e Virtudes”; Como pode observar, esses títulos combinam elementos de amor intenso e conflitos morais, comuns no dark romance. Ideias de títulos de livros de crônicas As crônicas geralmente capturam momentos da vida cotidiana e exigem do autor um certo “molejo” com as palavras. É comum encontrarmos títulos com muito humor, trocadilhos, duplo sentido, etc. No

Partes de um livro: conheça a anatomia de um livro por completo

Confira em detalhes a anatomia de um livro

O livro é mais do que apenas o texto que carrega. Embora seu conteúdo seja o principal, ele é um objeto físico que vai além da palavra, com muitos componentes intrincados e importantes, mas pouco explorados. Cada uma dessas partes de um livro tem sua função, sendo indispensável conhecer cada uma delas para saber quando e como aplicá-las. Apesar disso, são poucos os autores que conhecem esses aspectos mais técnicos, o que pode colocar a qualidade de suas publicações em risco. Pensando nisso, neste artigo, iremos destrinchar o livro como um todo, apresentando cada uma de suas partes em detalhes. Assim, você terá o conhecimento para explorar todas as possibilidades de uma publicação impressa. Fique com a gente e aprenda a anatomia de um livro!   Parte externa do livro: muito mais do que uma capa A parte externa de um livro impresso diz respeito a tudo que envolve o miolo, indo além apenas da capa. É a “cara” do livro, sendo muito importante para a experiência de leitura como um todo. Atenção: muito dificilmente uma única obra apresentará todas essas partes. Algumas são opcionais, sendo que a escolha de inserir ou não esses elementos envolve não só questões orçamentárias e técnicas como também o próprio gênero do livro, público e objetivos. Primeira capa Poucos sabem disso, mas um livro, tecnicamente falando, tem quatro capas. A primeira capa, frequentemente chamada apenas de capa, é a principal. É ela que leva o nome do autor, título e subtítulo do livro e editora. É o primeiro contato de um leitor com a obra, portanto,  deve ser uma capa bem desenvolvida. Ela pode ser dura ou brochura, de materiais variados, mas deve ser resistente. Além de servir como uma apresentação do livro, é também uma proteção. Pode ter diversos tipos de finalização gráfica, como laminação, verniz localizado e hotstamp. Segunda capa e terceira capa A segunda capa é a parte interna da primeira capa, já a terceira capa é a parte interna da quarta capa. Normalmente, estão em branco, mas podem ser usadas para compor o projeto gráfico do livro, trazendo elementos impressos e agregando valor estético à obra. Quarta capa A quarta capa, mais conhecida como contracapa, é a parte traseira do livro. É onde normalmente se encontra a sinopse da obra e seu código de barras ISBN. Em alguns casos, também é onde estão os blurbs ou endossos, ou seja, citações de pessoas ou veículos de destaque elogiando a obra. Assim como a primeira capa, a contracapa deve ser bem pensada, visto que uma sinopse bem feita é essencial para capturar a curiosidade do leitor. Além disso, ela deve ser esteticamente agradável e coerente com a primeira capa e o resto do livro. Lombada A lombada é onde o miolo é colado ou costurado, servindo como a espinha dorsal do livro. É ela que ficará exposta na estante, geralmente contendo o nome do autor, do livro e da editora. A maioria dos livros tem uma lombada quadrada, mas existem outros tipos, como canoa e até mesmo exposta. Caso a obra faça parte de uma série de livros, é comum que também apresente o número de seu volume e que as lombadas sejam coordenadas entre si, por vezes até mesmo montando uma figura completa quando estão lado a lado. Primeira orelha A orelha é uma parte da capa dobrada para dentro, servindo como uma proteção extra para o livro. A primeira orelha é a que acompanha a primeira capa, normalmente contendo uma sinopse mais detalhada, trechos da obra ou endossos. Segunda orelha Parte dobrada da quarta capa, é aqui que se encontra, por via de regra, uma pequena biografia do autor, acompanhada por uma foto e links para suas redes sociais e as da editora. Guarda e folha de guarda Exclusivas de livros de capa dura, a guarda e a folha de guarda unem a capa ao miolo. São coladas à segunda e à terceira capa, podendo ser lisas, coloridas ou impressas. Portanto, além de uma função mais técnica, podem ser esteticamente aproveitadas. Corte inferior, corte dianteiro e corte superior Esses são os nomes dados às partes do miolo que ficam visíveis nas laterais do livro quando ele está fechado. São chamados assim devido ao processo de refile ao qual todo livro é submetido, que consiste em cortar as laterais do miolo antes de fixá-lo à capa, para padronizar o tamanho de suas páginas. Normalmente, são deixados em branco, mas algumas edições especiais contam com pintura trilateral, colocando cor ou até mesmo palavras, ilustrações e efeitos metálicos nas bordas. Cinta A cinta é uma tira de papel ou plástico que envolve a obra, normalmente com informações promocionais sobre o livro, o autor ou a editora. Também é muito usada para unir livros de uma série, de modo a vendê-las como coleção, mas sem ser necessário um box. Sobrecapa A sobrecapa é uma folha solta que, como o nome indica, vai acima da capa, revestindo o livro. Também chamada de jacket ou jaqueta, é mais comum em livros de capa dura e contém todas as informações presentes em uma capa, como título, autor, editora e sinopse. É muito comum principalmente nos Estados Unidos, onde o padrão são capas duras lisas com as sobrecapas por cima. Esse tipo de livro é conhecido como hardcover. Também podem ser utilizadas como uma capa alternativa, para livros que tiveram adaptações para as telas, por exemplo, mantendo a capa original por baixo, mas ainda utilizando a adaptação para atrair leitores. Fitilho Usado em edições capa dura, o fitilho ou marcador de tecido é uma fita de tecido acoplada à lombada do livro, usado tanto como enfeite quanto como marcador de página. Dá um ar muito elegante ao livro e pode ter várias cores, de acordo com o projeto gráfico da obra. Luva A luva serve como uma espécie de caixinha para o livro, feita com um papel mais duro e resistente. Pode ter um projeto gráfico próprio ou imitar o da capa, servindo tanto como proteção quanto

Construindo Gênios: autor Delano Menezes mostra a singularidade da formação de engenheiros no ITA

livro de Delano Menezes o despertar dos genios

Delano Menezes é um autor que combina uma sólida formação acadêmica com uma carreira notável nas Forças Armadas. Oficial aviador que atingiu o posto de Brigadeiro, Delano possui uma trajetória rica em experiências tanto no Brasil quanto no exterior, culminando com sua atuação como Diretor da Escola Superior de Guerra em Brasília. Ele também é mestre em Sociologia pela Universidade Federal do Ceará e membro fundador  da Associação Brasileira de Estudos de Defesa. Sua obra mais recente, O Despertar dos Gênios: A construção social da subjetividade dos alunos do ITA, é um estudo aprofundado sobre a singularidade do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) no cenário acadêmico brasileiro. O livro explora como a cultura institucional do ITA molda a subjetividade dos seus alunos, oferecendo uma análise que vai além do técnico e adentra no campo das ciências sociais. Na entrevista a seguir, o autor compartilha insights sobre sua pesquisa, destacando o papel crucial da disciplina consciente e da socialização acadêmica na formação dos engenheiros do ITA. Ele também discute as influências teóricas que guiaram seu estudo, incluindo autores como Pierre Bourdieu e Michel Foucault, e como essas influências ajudaram a entender a construção da identidade coletiva dentro de uma instituição tão peculiar. Se você é um entusiasta da educação, sociologia ou do papel das instituições militares no desenvolvimento acadêmico, não perca a oportunidade de continuar lendo esta entrevista. Descubra como o ITA se tornou uma referência global em engenharia e como seus métodos continuam a influenciar a formação de líderes no Brasil. 1) Para começar, poderia nos contar sobre você, sobre sua jornada como autor e o que o inspirou a escrever o livro? Delano Menezes: Eu fui Oficial da Força Aérea (piloto) por mais de 35 anos e por incrível que possa parecer nunca havia visitado o Instituto Tecnológica da Aeronáutica (ITA) ainda que tenha tido contato com diversos engenheiros formados nele. Dessa forma constatei, através de contatos formais ou informais, um “fio” comum na maneira que cada um construía a sua narrativa e “visão de mundo”.  Pensando em aplicar os meus conhecimentos de Sociologia (Mestre) resolvi investigar como isso se processava na âmbito acadêmico do ITA, focando no modo de vida, no legado social que o indivíduo adquire do grupo, na sua forma de pensar, sentir e acreditar, no espectro de aprendizagem em comum, no conjunto de orientações padronizadas para as atividades recorrentes da vida acadêmica, nos mecanismos para a regulação normativa do comportamento e no conjunto de normas e comportamentos para ajustar o indivíduo na complexidade da sociedade brasileira, bem como em relação a outros brasileiros.  Com o consentimento do Reitor, me internei no Instituto e passei a levar a vida dos alunos e aprender como eles se relacionavam entre si, com os professores, com a instrução militar que recebem logo no primeiro ano e com a instituição de um modo geral. Nesse processo fui descobrindo um “mundo” desconhecido para a maioria dos meus colegas e, porque não dizer, dos brasileiros e que tem gerado resultados animadores no campo das pesquisas tecnológicas e na própria economia do País, como o sucesso da EMBRAER e outros empreendimentos. Gosto de escrever, tenho publicado diversos artigos, ensaios, capítulos em livros de sociologia e já havia publicado dois livros no passado: O Militar e o Diplomata – Órgão da Política (Bibliex – 1997) e Como Pensam os Militares (Baraúnas-2016).  2) Como a sua experiência pessoal se reflete nos temas abordados no livro? Delano Menezes: Como piloto, vivia constantemente em contato com tecnologia e conhecimentos aeronáuticos, dois temas que sempre me encantaram, a isso se somou outro que aprendi (mestrado) e pratiquei dando aulas: Sociologia. Daí, a curiosidade de descobrir como o conhecimento tecnológico interfere nas relações humanas e como esses indivíduos se posicionam na sociedade. 3) Pode nos contar um pouco sobre o processo criativo por trás deste livro? Delano Menezes: O texto foi escrito tendo como referência as diversas entrevistas que tive a oportunidade de realizar, como conversar com o primeiro Reitor brasileiro do ITA, com o advogado que prestou assessoria jurídica ao Marechal Casimiro Montenegro Filho, durante a construção da instituição, com alguns poucos ex-alunos “Suma cum Lauda” (até a data da pesquisa só existiam 18 na história do ITA), entre outros. Fiz pesquisa bibliográfica nas Bibliotecas do ITA, do Instituto Cultural da Aeronáutica, do Itamaraty e na FGV e, por fim, as conversas que tive com os diversos alunos dos 5 anos do curso, com alguns professores e funcionários do ITA e com oficiais do Centro de Preparação de Oficiais da Reserva da Aeronáutica (CPORAer). Mas o mais enriquecedor foi a companhia da aluna que era presidente da associação dos alunos que me acompanhou a maior parte do tempo. Ela mostrou e explicou as diversas atividades dos alunos e as responsabilidades e iniciativas criativas realizadas tanto no âmbito do campus como na cidade de São José dos Campos. Ela me passou a intensidade com que os alunos se relacionavam com a academia e entre si e o grau de comprometimento com a sociedade civil e com o país de um modo geral. 4) Quais foram suas principais referências criativas para escrever o livro? Delano Menezes: Existiam duas coisas que despertavam a minha curiosidade sobre o ITA:  1) a própria construção da instituição que conseguiu se consolidar em uma época em que a educação científica no Brasil era incipiente (final da Segunda Guerra Mundial), particularmente no âmbito da Aeronáutica que era uma Força muito nova (criada em 1941) e que possuía uma série de outras prioridades; 2) a outra, era a tal da “disciplina consciente” que se ouvia falar como sendo uma referência única e um ponto de honra na relação aluno-escola-professor e que se mantinha inalterada desde a fundação da instituição há mais de 70 anos. 5) Existe algum trecho do livro que você gostaria de citar? Delano Menezes: Sim, talvez o que mais identifica a originalidade do currículo acadêmico do ITA seja o fato inovador e talvez o mais curioso seja a existência de disciplinas no Catálogo do

O que é ficção e qual sua importância para a literatura?

Ficção: o que é? Saiba a importância para a literatura

A ficção rodeia nossas vidas. Estamos cercados de narrativas fictícias, desde séries na televisão de casa, filmes em cartazes nos outdoors e até mesmo dentro de nossa própria mente. Afinal, não imaginamos cenários e situações constantemente? No mundo da literatura, autores se munem dessa imaginação e a transformam em obras envolventes, expressivas e cativantes. Por conta da amplitude do termo, porém, é fácil trocar gênero por subgênero e ignorar essa categoria por completo. Pensando nisso, neste artigo guiaremos você pelo mundo da ficção na literatura, abordando o significado, origens, exemplos e diferenças entre a narrativa ficcional e a de não ficção. Fique com a gente e saiba mais sobre esse gênero! O que é ficção? Ficção é um termo utilizado para definir todas aquelas narrativas que são inventadas, ou seja, criadas a partir da imaginação humana. Tem origem da palavra em latim “fictione”, que significa “ação de modelar”, “criação”. A ficção permite explorar mundos, personagens e histórias completamente inventadas. Pode ser encontrada em várias formas, incluindo romances, contos, novelas, poesias, peças de teatro, filmes e até mesmo em músicas e pinturas. Tem raízes profundas na história da humanidade, remontando aos tempos antigos. As primeiras formas dessas narrativas foram difundidas através da oralidade, sendo ainda mais antigas do que a própria literatura. Com o surgimento da escrita, a ficção literária vem logo atrás. Algumas das histórias literárias mais antigas datam de milênios antes de Cristo. Para se ter uma ideia, A Epopeia de Gilgamesh, uma história fictícia sobre um antigo rei buscando imortalidade, foi escrita em meados de 2000 a.C. Esses relatos serviam não apenas para entretenimento, mas também como meio de preservar a cultura, ensinar lições de moral e explicar fenômenos naturais. Os mitos gregos, por exemplo, surgiram para explicar o movimento do sol, formação de tempestades e outras forças da natureza. São muitas as funções da ficção na vida humana: entretenimento, identificação, reflexão, escape, idealização, ensinamento, crítica, emoção, entre outras. Através do ficcional, é possível representar e refletir sobre a condição humana, o mundo e a sociedade. Narrativas ficcionais: a ficção na literatura Apesar de ser mais antiga que a literatura, a ficção tem uma relação muito próxima com a escrita. Além de um simples termo, tornou-se um gênero literário muito variado e amplo, com suas próprias características e história. O desenvolvimento das narrativas ficcionais como conhecemos hoje começou a tomar forma durante a Idade Média e se consolidou na era moderna. A invenção da imprensa no século XV desempenhou um papel fundamental na sua disseminação. Na Idade Média, novelas de cavalaria eram a norma, fazendo muito sucesso. Histórias de cavaleiros, feitos épicos, lutas contra dragões e amor cortês dominavam o imaginário popular. Até hoje, ao pensar nessa época, essas são as imagens que vêm à mente. No século XVII, entretanto, essas novelas começaram a entrar em decadência. Foi satirizando justamente esse tipo de narrativa que Miguel de Cervantes escreveu Dom Quixote de La Mancha, um marco da ficção na literatura. Considerado o primeiro romance moderno, foi a partir dos moldes de Cervantes que se desenvolveram as narrativas que hoje nos são familiares. Durante os séculos XVII e XVIII, obras como Robinson Crusoé e Pamela também estabeleceram novos padrões para a ficção. Diferenciaram-se por seu estilo de prosa, personagens complexos, enredos coesos e grande número de páginas. Foram grandes influências para autores como Jane Austen, Charles Dickens e Liev Tolstói, cujas obras exploravam a sociedade, a moralidade e a psicologia humana. Do século XX até hoje, as narrativas continuaram a evoluir, com a experimentação de novas formas e estilos. Autores como James Joyce, Virginia Woolf e Guimarães Rosa expandiram os limites da narrativa, explorando o fluxo de consciência, o realismo mágico e outros estilos inovadores. Existem diversos livros de ficção, englobando inúmeros temas e subgêneros. Por encontrar seu limite apenas na própria imaginação de seus autores, oferece possibilidades infinitas para a criação de narrativas. Quais são os tipos de ficção? Justamente por esse caráter imaginativo, existem muitos tipos de ficção. Aqui estão alguns dos mais conhecidos e pertinentes na atualidade: Investigativo ou policial Ficção científica Romântico Ficção realista Fantasia Suspense e mistério Ficção histórica Mitos Distopia Conto de fadas Para saber mais sobre esses e outros tipos, acesse nosso artigo dedicado a destrinchar os tipos de ficção na literatura. Quais são as características de uma obra de ficção? A principal característica de uma obra de ficção é a presença de algum elemento fictício, ou seja, inventado. Normalmente, configura algum item mágico, personagem com superpoderes ou ambiente fantasioso, mas não se limita a isso. A diversidade de temas abordados é outro ponto encontrado em narrativas ficcionais. Devido à grande gama de possibilidades, vão de temas universais como o amor e a amizade até situações mais específicas, como as vivências únicas de certos grupos sociais, muitas vezes utilizando elementos imaginados como metáforas para o que acontece na realidade. Por fim, obras de ficção são conhecidas por fomentar a criatividade através de suas narrativas. Desde obras infantis a grandes épicos fantásticos, são narrativas que estimulam o pensamento e a imaginação através das palavras. Quais são os elementos de uma narrativa ficcional? Existem 5 elementos principais em uma narrativa ficcional. São eles: Enredo Força motriz da história, é a sequência de acontecimentos que move a narrativa, indo desde a introdução e desenvolvimento até o clímax e a resolução. Muitas vezes, autores se utilizam de estruturas pré-estabelecidas, como a jornada do herói. Narrador É a voz que conta a história ao leitor e pode assumir várias formas, influenciando significativamente a perspectiva da narrativa. Existem três tipos de narradores: o narrador onisciente, o narrador observador e o narrador personagem. Personagens Os personagens são os agentes da narrativa, que executam ações, enfrentam conflitos e vivenciam a trama. Eles podem ser protagonistas, antagonistas, personagens secundários ou figurantes, cada um desempenhando um papel específico. Tempo O tempo na narrativa ficcional refere-se à duração dos eventos descritos. Pode ser cronológico, seguindo uma linearidade, ou psicológico, misturando passado, presente e futuro. Em contos psicológicos, por exemplo, a norma é

“O vinho pode ser desfrutado por todos, independentemente do nível de conhecimento”, Marileide Dourado.

livro introdução ao mundo dos vinhos

O vinho pode ser desfrutado por todos, independentemente do nível de  conhecimento ou experiência no mundo vinícola.”, Marileide Dourado. Em uma entrevista envolvente, a autora e sommelier Marileide Dourado revela como o trabalho em restaurantes italianos despertou seu interesse pela enologia, levando-a a um profundo compromisso com a aprendizagem e apreciação de vinhos. Ela nos conduz através de suas memórias, destacando momentos marcantes como o encantamento com o vinho Gewurztraminer, que não só conquistou seu paladar, mas também acendeu uma paixão duradoura pelo mundo dos vinhos. Ao longo desta entrevista, Marileide Dourado nos inspira com sua dedicação e entusiasmo, revelando o processo criativo por trás do livro “introdução ao mundo do vinho”, apontando suas referências criativas e técnicas. Ela também aborda os desafios enfrentados durante a escrita e as mensagens que espera transmitir aos leitores, reforçando que o vinho é uma bebida para todos, independente do conhecimento prévio. Prepare-se para uma viagem sensorial e cultural através das palavras de Marileide Dourado, uma verdadeira embaixadora da cultura do vinho. 1) O universo do vinho é uma temática apaixonante e repleta de curiosidades. Poderia nos contar como começou sua história nessa área? Marileide Dourado: Na verdade, nos anos noventa quando emigrei para a Itália, não tinha todo esse falar de vinhos no Brasil, até porque, ainda existia o protecionismo em relação à indústria nacional e a produção de vinhos se resumia ao Sul do País, e eu venho do Norte do Goiás, hoje, estado do Tocantins. A única bebida que conhecia como vinho era aquele galão de 5 litros que, às vezes, se via no período natalício e, se não me engano tinha um nome popular do tipo “Sangue de Boi”. Então, a minha história com o universo do vinho iniciou mesmo quando em Roma comecei a trabalhar em restaurantes. Com isso, não posso afirmar que sempre tive um interesse pelo mundo do vinho, esse veio com o conhecimento e o contato direto no trabalho, mas posso afirmar que esse contato direto logo me trouxe interesse e comprometimento em conhecer cada vez mais essa bebida extraordinária e todo o trabalho por trás da sua produção. Quando experimentei pela primeira vez um vinho de qualidade, me encantei com os diferentes aromas e sabores que a bebida pode oferecer e decidi me inscrever pela primeira vez em um curso de degustação de vinhos, com certificado de presença, na Enoteca Costantini na Piazza Cavour, em Roma. Assim, ao longo dos anos, fui me  aprofundando cada vez mais nesse universo, participando de degustações, cursos e visitas a vinícolas até que decidi fazer o curso profissional da Associazione Italiana Sommelier. Hoje, não apenas aprecio os vinhos, mas também tenho um amplo  conhecimento do processo de produção, das diferentes regiões vinícolas e já colaborei com vários restaurantes italianos e portugueses na elaboração da carta de vinhos. 2) Você se lembra do momento em que se apaixonou pelos vinhos? Pode nos contar sobre essa experiência? Marileide Dourado: Aos 22 anos, tive a incrível oportunidade de imigrar para a Itália e viver em Roma nos anos 90, uma época de grande riqueza cultural e gastronômica. Em meio a um ambiente culturalmente enriquecedor, trabalhei por 7 anos em uma cafeteria de um centro cultural e livraria. Foi lá que descobri e me encantei pelo gewurztraminer, um vinho feminino e aromático que não só conquistou meu paladar, mas também despertou novas paixões em mim. A uva Gewurztraminer, com suas notas florais, frutadas e especiarias, revelou-se um verdadeiro tesouro sensorial, capaz de transportar os sentidos para um mundo de sensações inebriantes. Cada gole desse vinho delicado e envolvente era como uma viagem por campos de flores exóticas e pomares frutados, embalada por uma doçura sutil e cativante. A Gewurztraminer é uma casta de uva rosa da família da Vitis Vinifera,  originária da região da Alsácia, na França.  Na Itália, ela é cultivada sobretudo na região do Trentino – Alto Ádige. Esta região é conhecida por suas condições climáticas ideais para o cultivo de uvas, resultando em vinhos brancos de alta qualidade, incluindo os produzidos com a uva Gewürztraminer. Os vinhos da região do Alto Adige são conhecidos por serem frescos, aromáticos e elegantes, refletindo as características únicas do terroir local. A escolha desse vinho para integrar a nossa carta foi um extraordinário sucesso, proporcionando aos nossos clientes momentos de descoberta e prazer. Apresentar o Gewurztraminer e compartilhar um pouco da sua história e características únicas era uma verdadeira celebração da cultura vinícola e do prazer de degustar um vinho de qualidade. Essa experiência com o Gewurztraminer marcou-me profundamente, despertando em mim uma paixão renovada pelo universo dos vinhos e pela riqueza de suas nuances, aromas e territórios de produção. E foi então que decidi aprofundar o meu conhecimento no campo, participando de vários cursos de degustação, até a decisão de me tornar um profissional do vinho através da “Associazione italiana sommelier”.  Essa lembrança continua a inspirar-me e a enriquecer meus momentos de convívio e prazer ao redor de uma boa taça de vinho. 3) O que a inspirou a escrever o livro “Introdução ao mundo do vinho”? Marileide Dourado: A inspiração para escrever o livro “Introdução ao mundo do vinho” veio da minha própria jornada e paixão pelo universo dos vinhos. Ao longo dos anos, muitas viagens em diferentes regiões produtoras, adquiri um vasto conhecimento e experiência nesse campo, e senti a necessidade de compartilhar esse conhecimento com outras pessoas que também têm interesse em aprender mais sobre o assunto. Percebi que muitas pessoas se sentem intimidadas ou confusas ao se deparar com o vasto mundo do vinho, com suas diversas regiões, uvas, aromas e sabores. Portanto, decidi escrever um livro que fosse acessível, informativo e envolvente, para ajudar os iniciantes a se familiarizar com o mundo dos vinhos de uma maneira descomplicada e prazerosa. Além disso, senti o desejo de transmitir a minha paixão e entusiasmo pelo vinho, incentivando as pessoas a explorarem e desfrutarem dessa bebida tão rica em história e cultura. O livro “Introdução ao mundo do vinho” reflete não apenas o meu conhecimento técnico,

A Torre de Babel: consciência e linguagem” – Uma Resenha Profunda da Obra de Elenor Kunz

Livro Torre de Babel Consciência e Linguagem

Em “A Torre de Babel: Consciência e Linguagem”, Elenor Kunz nos conduz através de uma exploração inigualável dos eventos mitológicos e suas repercussões na evolução da consciência e linguagem humanas. O livro, publicado pela editora Viseu, destaca-se como uma obra de profundo conhecimento e reflexão sobre a intersecção entre mitologia, linguística e filosofia. Nesta resenha, iremos mergulhar nos principais pontos do livro, oferecendo uma análise detalhada que não só celebra o trabalho meticuloso de Kunz mas também incentiva o leitor a contemplar as complexidades da comunicação humana. Uma Intervenção Divina na Linguagem Humana A história da Torre de Babel serve como ponto de partida para Elenor Kunz explorar a natureza da comunicação e da consciência.  O autor propõe uma interpretação audaciosa: a confusão das línguas não foi um mero castigo divino, mas uma intervenção deliberada na capacidade humana de comunicação, visando limitar seu poder e autonomia. Kunz argumenta que essa mudança fundamental alterou irrevogavelmente a trajetória da consciência humana, uma tese que ele suporta com uma análise detalhada das tradições místicas e evidências filosóficas. A Relação Intrínseca entre Consciência e Linguagem O livro “A Torre de Babel: Consciência e Linguagem” aborda a complexa relação entre a linguagem e a consciência. Kunz sugere que nossa percepção da realidade, bem como nossa capacidade de refletir e abstrair, são profundamente moldadas pelo idioma que utilizamos. O livro apresenta uma investigação profunda sobre como a linguagem não é apenas um meio de comunicação, mas uma ferramenta essencial para a construção do pensamento e da consciência individual e coletiva. Um dos capítulos mais fascinantes do livro é dedicado à “consciência e seus mistérios”, onde Kunz mergulha nos estudos avançados sobre a mente humana.  Através de uma combinação de pesquisa científica e especulação filosófica, o autor examina as potencialidades da consciência humana, sugerindo que a interrupção causada na Torre de Babel nos privou de uma forma de comunicação e percepção mais integrada e holística do universo. A Biografia de Elenor Kunz: Um Compromisso com a Verdade O livro destaca a trajetória de Elenor Kunz, reforçando seu compromisso com a busca da verdade. Através de mais de cinco décadas de pesquisa, Kunz emergiu como uma de autoridade na discussão sobre consciência e linguagem, com “A Torre de Babel” sendo a culminação de sua vida de estudos. Seu background interdisciplinar, abrangendo filosofia, linguística e estudos espirituais, proporciona uma riqueza e profundidade únicas à sua análise. Implicações para o Mundo Moderno Além de ser uma investigação histórica e filosófica, “A Torre de Babel: Consciência e Linguagem” é incrivelmente relevante para o mundo contemporâneo. Kunz nos convida a refletir sobre como as limitações impostas à nossa linguagem e consciência moldam a sociedade moderna, influenciando desde a forma como nos comunicamos até nossa capacidade de enfrentar desafios globais.  O livro serve como um lembrete de que a compreensão e a expansão de nossa consciência são essenciais para o progresso humano. “A Torre de Babel: Consciência e Linguagem” é mais do que uma análise histórica; é um convite à reflexão sobre a natureza da comunicação humana e o desenvolvimento da consciência. Kunz oferece um rico tapete de teorias e insights que desafiam o leitor a reconsiderar premissas fundamentais sobre linguagem, pensamento e sobre o universo. Que tal mergulhar nessa narrativa única e aprofundar seus conhecimentos sobre a temática? O livro “A Torre de Babel: consciência e linguagem” está disponível na loja da Editora Viseu na Amazon. Acesse e adquira agora mesmo!

7 dicas para você começar a escrever seu livro!

7 dicas para você começar a escrever seu livro

Apesar de nem todo mundo ter uma obra escrita ou ter a necessidade de escrever um livro, todos nós sentimos a necessidade de expressar nossos sentimentos, emoções e ideias de alguma forma.    Alguns pintam, outros compõem canções e há aqueles que eternizam seus pensamentos por meio de palavras. Nós acreditamos que escrever um livro é uma das coisas mais incríveis que podemos fazer na vida. A sensação de ter nosso conhecimento materializado é indescritível.   No entanto, nem tudo é maravilha no país da escrita, pois é muito comum que os autores encontrem dificuldades no processo, principalmente no início. Cá entre nós, uma folha em branco assusta muita gente, não é mesmo?    Embora seja normal ter um certo bloqueio, o mais importante é estar certo da sua escolha para, então, começar a escrever seu livro!   Por isso trouxemos um artigo com dicas valiosas e capazes de te ajudar na escrita inicial do seu livro. Então, reserve uns minutinhos para este conteúdo, relaxe e curta a leitura! Menu de navegação 1. Decida o que você quer escrever Quando você fecha os olhos, qual o primeiro tema que vem a sua mente? Aquilo que te inspira e manifesta toda sua motivação para escrever? Sobre o que você tem vontade de escrever?   Se em vez de responder essas perguntas você quiser seguir por outro caminho, pode fazer uma autorreflexão sobre qual é o seu perfil como escritor. Você é mais criativo ou reflexivo?   Pensar em aspectos como esses podem nortear a sua escolha de gênero e dar, literalmente, um rumo a sua história. Se você tem um perfil mais reflexivo, aposte em gêneros como relato pessoal, assim, você poderá contar alguma experiência ou um aprendizado.    Mas se tiver um perfil mais criativo e uma verdadeira paixão por criar novas realidades, pode investir em um livro de ficção — gênero que mundos alternativos podem ser criados.   Inclusive, as perspectivas distópicas têm sido a fonte de inspiração para grandes sucessos do cinema mundial, como a série “Divergente” que, das páginas do livro, foi direto para as telas do cinema. 2. Registre suas ideias Sabe aqueles momentos de criatividade instantânea em que as ideias parecem simplesmente não findarem?    Essa é a hora de deixar o filtro e os critérios de lado. Apenas anote as informações que aparecerem em sua mente, sem se importar com a qualidade ou se elas farão parte da versão final, pois, logo, você pode amadurecê-las e decidir usá-las ou não.    De qualquer maneira, não pense nisso agora. Além disso, pode ser que suas ideias simplesmente desapareçam se você ficar filtrando as informações o tempo todo.   Alguns insights podem surgir em momentos inapropriados, por isso, tenha sempre à disposição um bloquinho de anotações ou um aplicativo de escrita criativa instalado no seu smartphone. 3. Leia mais livros “A maior parte do tempo de um escritor é passado na leitura, para depois escrever, uma pessoa revira metade de uma biblioteca para fazer um só livro.” (Samuel Johnson)   Assim como uma planta precisa de água, solo fértil, ar e luz, nossa mente precisa ser regada com leituras, cujos gêneros não precisam se limitar necessariamente àqueles que escrevemos.    Uma leitura diversificada é capaz de nos tornar sensíveis para o funcionamento de diversos textos e o modo como cada um se constrói.   Escritores que buscam ler também têm seu conhecimento de mundo ampliado e a capacidade de observar fatos e construir opiniões em diferentes ângulos.    Ademais, quanto maior forem suas referências estéticas, maior será sua proximidade com seu estilo enquanto autor(a). 4. Busque feedbacks sobre suas escritas Em um primeiro momento, pode parecer um pouco desconfortável receber críticas sobre o seu livro, não é mesmo? Afinal, nos dedicamos tanto à escrita que acreditamos estar tudo perfeito.   Embora existam certos textos que são quase perfeitos numa primeira escrita, eles são raríssimos e, na grande maioria dos casos, são necessários alguns retoques, dos quais você, por estar muito envolvido com a história, pode não perceber.   Portanto, peça feedbacks de pessoas próximas a você, eles são ferramentas construtivas que devem ser vistas de forma positiva.   Uma opinião sólida e justa pode apontar alterações que te possibilita criar uma versão cada vez melhor do seu livro.   Leitores beta são profissionais capazes de fazer uma leitura crítica e honesta sobre seu texto. E se você é do tipo que gosta de receber sugestões, melhor ainda! 5. Busque oxigenar suas ideias Uma inspiração pode vir de muitos lugares. Já vi escritor destrinchar linhas ao som de Pink Floyd e outros confortavelmente inspirados escrevendo em pé.    Você não precisa adotar práticas tão inusitadas, mas sim encontrar a melhor fonte de inspiração para desenvolver e ajudar sua escrita a florescer.   Contudo, saiba que nem tudo pode funcionar da mesma forma sempre e há momentos em que você precisa parar de forçar o processo criativo, fazer uma pausa e retomar o processo posteriormente.   E uma excelente forma de oxigenar suas ideias é fazer alguma atividade que te dê prazer, como uma caminhada em meio à natureza, uma passeio no parque ou assistir uma série nova que despertou sua curiosidade, por exemplo. 6. Tenha o hábito de escrever Crie o hábito de escrever regularmente. Seja para relatar alguma situação engraçada na fila da padaria, a sensação de encontrar um velho conhecido depois de tanto tempo ou a calmaria com que você observou o dia passar.   Praticamente todas as situações da nossa vida podem ser transformadas em textos.   Estipule um número determinado de páginas que pretende escrever por dia ou um determinado número de vezes por semana. Essa rotina trará a disciplina necessária para que a escrita se torne cada vez mais fluida e natural com o tempo.   Esse é um hábito que, com certeza, contribuirá para o seu processo de se tornar um escritor ou uma escritora melhor. 7. Desconecte-se para conectar-se Faça uma das redes sociais e conecte-se com seu eu

Como ser um escritor melhor? Confira 8 dicas da Viseu!

Como ser um escritor melhor? Confira 8 dicas da Viseu.

Você já se pegou pensando sobre o que você poderia fazer para ser um escritor melhor?   A maioria das pessoas que escreve sonha em ser uma referência na área, entretanto, se tornar uma autoridade em um nicho literário demanda tempo, além de exigir que você saiba utilizar as estratégias assertivamente.   Mas sabe o que é o mais importante nesse processo? Não desistir no meio do caminho!   Sabemos que existem diversos livros, sites e vídeos sobre técnicas literárias que ajudam os autores, porém, também sabemos que tão somente de teoria vive um escritor.    Por isso, queremos te oferecer caminhos para que você possa se tornar um melhor escritor na prática. Confira dicas que poderá aplicar no seu processo criativo ainda hoje! Menu de navegação 1. Apenas escreva e deixe a crítica para depois Toda vez que decidimos iniciar um livro, surge o receio de dar o primeiro passo, o medo de não produzir algo bom o suficiente para os leitores. E com esse pensamento, você ‘enrola’ por dias e acaba não escrevendo nada.   Portanto, no início, não se preocupe com as opiniões alheias; concentre-se, antes de tudo, na sua vontade de escrever e expressar suas ideias.   É óbvio que não dá para escrever uma página de um livro de qualquer maneira. É necessário realizar pesquisas, leituras e aprofundar-se antes de colocar o conhecimento adquirido em prática, ou seja, antes de começar a escrever.    Uma sugestão valiosa é que você sempre terá a oportunidade de aprimorar o que escreveu depois de concluído. Portanto, escreva, avalie o que estiver lendo e, se necessário, reescreva. 2. Coloque a auto revisão em prática Está começando a escrever? Não precisa escrever mil páginas. Inicie com trechos mais curtos.   Assim, é possível colocar a auto revisão em prática, que consiste em reler cada parágrafo antes de dar continuidade à história. Com isso, fica mais fácil perceber erros recorrentes durante a escrita.   Dessa forma, você conseguirá aprimorá-los antes de terminar sua obra e não precisará corrigi-los em todo o manuscrito.   Uma boa estratégia é começar a escrever contos ou crônicas que são textos literários mais curtos, pois, além de aprimorar suas técnicas, te ajudam a  se preparar para a escrita de textos mais longos. 3. Torne-se um leitor melhor Para se tornar um escritor melhor, antes, é preciso tornar-se um leitor melhor.   Então, leia textos de outros autores e realize uma análise crítica do que você está lendo. O conteúdo está bem escrito? O autor poderia ter desenvolvido melhor as ideias? A leitura é envolvente?   Ao ler obras de outros autores com maior atenção e analisando as linhas de forma crítica, você internaliza o que julga ser um bom manuscrito e quais são as estruturas são mais fluidas para o leitor. Que tal fazer isso lendo uma das 15 autobiografias que indicamos para inspirar sua escrita? 4. Faça um curso de gramática, se necessário Caso você seja um escritor, mas não tenha feito uma graduação que continha disciplinas que ensinavam gramática, como os cursos de Letras ou Comunicação, pode ser que você tenha um pouco mais de dificuldade de escrever seguindo as regras da língua portuguesa.   Saiba que essa dificuldade é comum e até mesmo natural para quem não é da área. A língua portuguesa é complexa e mesmo os estudiosos dela não dominam completamente suas particularidades.   Portanto, se você sente que escreveria melhor se aprendesse a usar as normas da língua portuguesa com maestria, não tenha receio em buscar um curso, onde possa aprender a usar as estruturas gramaticais e novos recursos linguísticos.   E você não precisa entrar em uma faculdade de Letras para isso. Existem diversos profissionais da área que oferecem cursos e/ou consultorias para pessoas que buscam escrever melhor. 5. Conheça a fundo os operadores argumentativos Aproveitando a temática, essa dica, sem dúvidas, te ajudará a tornar seus textos mais coesos e coerentes.   Os conectivos textuais são termos fundamentais para conectar e dar sentidos às orações, tornando a leitura mais fluida. Na gramática tradicional, são chamados de conjunções e advérbios, já no campo da linguística, são conhecidos como operadores argumentativos.   Mas o fato é que aprender a utilizar esses termos é fundamental para proporcionar uma relação mais harmoniosa entre as orações e tornarão sua escrita mais rica, coesa e coerente. Confira a tabela abaixo com os principais conectivos textuais: 6. Desenvolva técnicas de referenciação Uma das técnicas fundamentais para a elaboração de um texto bem escrito é a referenciação.    Esse recurso linguístico é primordial para a organização de um texto. Referenciar significa que estamos retomando um termo que já usamos anteriormente no texto, sendo uma técnica para evitarmos a repetição de palavras, que torna uma produção textual cansativa de se ler.   A referenciação é dividida em anáfora e catáfora. Em resumo, as anáforas se referem à retomada de termos previamente mencionados no texto, enquanto as catáforas antecipam o que será ainda abordado, gerando movimentos regressivos e progressivos, respectivamente.    Esses recursos são bem comuns em nossa fala, contudo, quando vamos escrever, é fundamental desenvolver melhor essa técnica e ampliar nosso vocabulário. Considere o exemplo abaixo: “Mariana despertou às sete da manhã daquela segunda-feira e dirigiu-se à estação do metrô. Após esperar por trinta minutos naquele lugar, ela deparou-se com o que já esperava: um vagão abarrotado ocupado por centenas de trabalhadores que se espremiam na busca por qualquer espaço disponível”.  Uma análise cuidadosa do trecho revela elementos que exemplificam o conceito de anáfora. O pronome “ela” faz referência a um termo previamente mencionado, nesse caso, o substantivo próprio “Mariana”.    Em seguida, há outra anáfora, agora com o termo “naquele lugar”, que retoma a expressão “estação de metrô”. Ao continuar a história, poderíamos ampliar ainda mais as possibilidades de referenciação: “A jovem já estava angustiada naquele ambiente lotado de desconhecidos. Criaturas apressadas agindo de forma automática como todas as manhãs daquela capital agitada e cinzenta. Seu único objetivo era algo que apenas as mantinham aprisionadas

Como começar a escrever seu livro infantil? Confira 8 dicas valiosas!

Texto: como escrever um livro infantil? Confira 8 dicas para começar. Imagem: menina branca sentada em uma pilha de livros e lendo um livro azul

Os livros estão em nossas vidas desde quando ainda nem sabemos andar. Desde bem pequenos, é comum os bebês pegarem os livros com imagens coloridas e que os encantam.   Além disso, muitos pais também têm o hábito de ler para seus filhos, afinal, os livros infantis são fundamentais para o desenvolvimento das crianças em todas as idades.   E, por existirem livros para todas as faixas etárias, os livros para crianças tem uma parcela significativa do mercado editorial brasileiro. Porém, ainda existe muito espaço para novos escritores, já que há poucos autores especialistas nesse nicho da literatura.   E, hoje em dia, o papel de autores de livros infantis é fundamental para existam obras de qualidade para esse público que, diferentemente das gerações anteriores, tem a distração dos vídeos e jogos dos smartphones.    Afinal, o hábito de leitura na infância desenvolve o senso moral, crítico, fortalece os vínculos afetivos e amplia o vocabulário dos pequenos.   Quer saber como aproveitar esse mercado de títulos infantis e vender para esse público? Acompanhe nossas dicas: O que você vai encontrar neste artigo: 1. Consuma obras do gênero infantil Há uma crença generalizada que escrever é difícil, porém, há caminhos para tornar o processo mais fluido e natural. E um deles é se especializar em uma área e, para isso, nada melhor do que consumir obras desse nicho.    Então, ler livros destinados às crianças é fundamental antes de você se aventurar no processo inicial de escrita. A famosa pesquisa literária é o passo inicial para qualquer gênero literário e não seria diferente para a literatura infantil.   Um livro para criança não se resume a uma simples historinha e uma ilustração, vai muito além disso. Por isso, aproveite os títulos de grandes escritores de histórias infantis e faça uma pesquisa para se inspirar. 2. Escolha linguagem adequada para seu livro infantil A linguagem ideal é sempre aquela mais entendível para seu público. Como estamos falando de livros para crianças, é importante definir qual é a faixa etária que você contemplará na sua obra.   A maioria dos livros infantis têm algo a ensinar às crianças, transmitindo uma lição ao decorrer da narrativa, no entanto, é preciso ter cuidado no modo que essa mensagem será repassada.   Lembre-se sempre da idade das crianças que irão ler seu livro para adequar a linguagem, visto que não cabe um tom adulto e professoral, mas também não se deve infantilizar se sua obra for escrita para pré-adolescentes, por exemplo.   É preciso, então, utilizar uma voz condizente com o seu público-alvo, para conversar com as crianças naturalmente.   3. Estude seu público-alvo A pesquisa de público é válida em todos os gêneros literários e quando decidimos escrever para um público infantil, é necessário estudá-lo, observá-lo e escutá-lo.   É importante entender que tipo de livros fazem sucesso com as crianças. Então, conheça o universo dos seus filhos e sobrinhos (caso tenha) ou busque outras crianças em outros espaços, pois é imprescindível conhecê-las e observá-las para encontrar a melhor temática e linguagem a ser abordada.   Além disso, também é importante conversar com os pais e responsáveis e entender como eles escolhem o que seus filhos vão consumir, afinal, lembre-se que são eles que irão decidir pela compra do seu livro. 4. Atente-se à quantidade de palavras do seu livro Ao escrever para o público infantil, saiba que há uma quantidade de palavras que seu livro deve ter de acordo com a faixa etária. Veja a seguir: Faixa etária até 4 anos Essa é a fase de pré-alfabetização, por isso, os livros não costumam ter tanto conteúdo escrito. Geralmente, as obras variam de 0 a 100 palavras e o possuem um conteúdo mais simples, com muitas ilustrações.  Faixa etária de 4 a 6 anos Nessa fase, as crianças já podem estar na fase de alfabetização e os livros podem ter, em média, 700 palavras. As ilustrações têm papel bem importante e devem se mesclar com o texto para contar a história. O enredo deve ser completo, com começo, meio e fim. E lembre-se que é bem provável que esses livros sejam lidos em voz alta por um adulto. Faixa etária de 6 a 8 anos Já para a faixa etária de 6 a 8 anos, os livros costumam ter de 200 a 20.000 palavras. Nessa fase, as crianças são incentivadas a ler sozinhas e, muitas vezes, o livro será dividido em capítulos. O enredo e o vocabulário devem ser simples, mas o tamanho do livro será visto como um desafio para a criança, que se sente vitoriosa ao concluir a leitura. Faixa etária acima de 8 anos   Quando as crianças estão um pouco mais desenvolvidas no hábito da leitura, os livros podem ter de 20.000 a 35.000 palavras. O enredo começa a ficar um pouco mais complexo, com uma quantidade maior de palavras e sem tantas ilustrações. 5. Preocupe-se com as ilustrações Um livro infantil, muitas vezes, é vendido pela capa, portanto, é fundamental se preocupar com a ilustração da capa e do miolo da sua obra literária.   Boas ilustrações falam por si e, nos livros infantis, elas têm fundamental importância.   As crianças são extremamente visuais e adoram livros com muitas imagens e as ilustrações de personagens e cenários darão um toque especial ao seu livro. 6. Crie um universo original Um aspecto que trará um diferencial para o seu livro é a criação de um universo fantástico original para sua história. Sabemos que na literatura infantil, as possibilidades são infinitas. Temos diversos livros com animais falantes, dinossauros e até mesmo objetos animados.  Você pode criar seres fantásticos de outro planeta em uma história inédita ou mesmo criar um novo planeta terra, onde tudo acontece da sua maneira.  Seres do espaço, com poderes especiais, tudo pode se encaixar de uma forma incrível se você souber amarrar a sua história. Para isso, exercitar sua escrita criativa é fundamental, assim, você irá aflorar suas ideias para construção do seu livro. 7. Coloque a

Publicação de livro infantil: tudo que você precisa saber!

Menina ruiva com livro na mão com uma expressão pensativa

É bem provável que os livros infantis tenham surgido para fazer com que as crianças e até mesmo nós, adultos, possamos nos desligar por alguns instantes da realidade e, assim,  viajar pelos desenhos e cores da história.    Ainda que a literatura infantil vá muito além de entreter, que é o que já sabemos, as ilustrações e fantasias conseguem criar momentos lúdicos que ajudam na alfabetização e passam a ter um papel ainda mais importante na narrativa.    Universidades discursam sobre a importância dos livros infantis na formação de novos leitores e no desenvolvimento cognitivo da criança, porém poucos apontam o cuidado envolvido na produção editorial desses livros.   O que você vai encontrar neste artigo: Você vai descobrir quais são as principais etapas do processo editorial de publicação de um livro infantil.   O que você vai encontrar neste artigo: Afinal, como publicar seu livro infantil? Começar e finalizar uma obra infantil, sem dúvidas, dá muito trabalho para os autores. Afinal, estamos falando de uma produção literária complexa, elaborada especialmente para um público que está em fase de aprendizagem e desenvolvimento.   Por isso, a escrita de um livro infantil deve ter elementos que envolvam o leitor, além de contribuir para a formação desse espectador, trazendo diversão e ensinamentos valiosos.   A boa notícia para se empenhar nessa bela missão é que, atualmente, é muito mais acessível concretizar a publicação de uma obra literária.    Se antigamente, a publicação de um título era um sonho distante, hoje, as editoras especializadas em novos autores são responsáveis por trazer a possibilidade de publicar sua obra em alta qualidade e com preço mais acessível, já que há mais opções para essa concretização.   E, se você nunca publicou um livro e quer saber quais são as etapas para a publicação, fique até o final do texto, pois vamos te contar tudo! Etapas de publicação de um livro infantil O mercado editorial cresceu e existem mais editoras para a realização de publicação de obras diversas, então, os autores têm mais poder de escolha.   Editoras menores cresceram rapidamente e se especializaram em impulsionar novos autores no mercado, fazendo novos títulos chegarem rapidamente ao público.   Uma boa maneira de publicar um livro é realizar uma pesquisa sobre os diferentes formatos de publicação. Ao estudar todas as possibilidades, você tem mais segurança na hora de fazer a melhor escolha para o seu projeto literário.    Com tantas opções disponíveis, é relativamente fácil aprender e descobrir o tipo de publicação ideal para seu livro. Agora vamos conhecer melhor cada etapa: 1. Registro de direitos autorais A primeira etapa que você deve se atentar é o registro dos direitos autorais. Afinal, é esse protocolo que trará a segurança jurídica para a carreira do autor, evitando a perda dos direitos sobre a publicação que o autor tanto lutou para conseguir.    Portanto, sugerimos que você providencie o registro logo após a finalização da sua obra.    Uma das instituições que pode realizar o registro é a Biblioteca Nacional, que faz esse tipo de trabalho desde 1898 e ainda arquiva um exemplar do livro para posteridade.    Os direitos autorais também podem ser feitos na Câmara Brasileira do Livro (CBL) ou até mesmo em empresas particulares, que trabalham com a regulamentação dos direitos autorais de obras em geral.    É válido saber que existe uma taxa que o autor deve custear para o registro da sua obra. 2. Escolha da forma de publicação Como já mencionamos, há várias formas de publicação no mercado editorial atual. E o autor deverá optar por aquela que seja mais viável para o momento da sua carreira.   Autores têm a opção de publicação desde o contato com grandes grupos editoriais e até mesmo a autopublicação.    Contudo, nenhum desses caminhos costuma ser tão fácil, pois os tradicionais grupos editoriais focam seus esforços na publicação de autores consagrados, já que estão consolidados no mercado.   E a autopublicação pode ser um caminho viável, já que praticamente qualquer pessoa com conhecimentos intermediários de ferramentas on-line consegue gerar um e-book no formato PDF.   Entretanto, se optar por essa opção é você quem cuidará de tudo: escrita, ilustração, diagramação, revisão, impulsionamento, impressão e distribuição (caso deseje). Sem dúvidas, uma jornada árdua!   No entanto, há um caminho que pode ser uma excelente opção para você, caso seja um autor em ascensão e ainda não tenha feito uma publicação, que é a parceria com uma editora especializada em novos autores.   Essa é uma das melhores formas para escritores que querem publicar sua obra com uma qualidade profissional, sem precisar fazer tudo sozinho e sem ultrapassar seu orçamento.   Há, ainda, caminhos alternativos para tirar seu sonho de publicar um livro infantil do papel, os quais são: o Crowdfunding (iniciativa de financiamento coletivo), incentivos e patrocínios culturais públicos (caso sua cidade tenha essa possibilidade) e concursos e prêmios literários (quando a premiação é a publicação da obra vencedora). 3. Ilustração de livro infantil Histórias infantis recordam ilustrações, desenhos, pois, afinal de contas, as histórias não são contadas apenas com palavras. Muitas vezes, as crianças só entram na história quando se deparam com uma boa ilustração.    Os desenhos têm um papel fundamental na compreensão do contexto e na retenção da atenção da criança durante a leitura.   Por isso, é de extrema importância contar com um ilustrador que consiga retratar a essência da história em imagens de alta qualidade e nem sempre é fácil encontrar esse profissional.    Portanto, é válido pesquisar bem os trabalhos dos ilustradores que você entrar em contato, visto que cada ilustrador costuma ter um estilo e trabalha com uma técnica diferente.  4. Diagramação de livro infantil Temos o texto, as ilustrações, agora é hora de harmonizar isso dentro do livro. Esse é o papel do diagramador. Há quem acredite que seja uma tarefa fácil, mas nem sempre é.  Esse profissional precisa pensar na fonte, na quantidade de texto por página, na posição da ilustração na folha e no tamanho da margem,

Como escrever um livro infantil: veja dicas da Viseu!

Ilustração de livro infantil aberto com diversos elementos lúdicos saindo para fora

A literatura infantil é fundamental para a educação, já que é por meio da leitura que a criança pode conhecer uma infinidade de universos, adquirir conhecimentos, moldar seu caráter e enxergar o mundo sob uma nova ótica. Não é à toa que os livros infantis sempre estão inseridos nas escolas e fazem parte da educação formal, como instrumentos essenciais para o desenvolvimento dos estudantes no ensino fundamental.  Por isso, é natural afirmar que escrever um livro infantil pode mudar o mundo e se você tem esse sonho, aproveite e confira dicas da Viseu para contar histórias para o público infantil e mostrar sua obra para todos! Afinal, o que é e para que serve a literatura infantil? A literatura infantil é a arte de produzir conteúdo de cunho literário para crianças com o intuito de transmitir conhecimento, apresentando elementos lúdicos e educativos para o público infantil de diferentes idades. A produção literária deve ser direcionada a uma faixa etária específica, já que as crianças são leitores em formação e se desenvolvem de maneira diferente em cada fase da infância. Em resumo, é assertivo afirmar que a literatura infantil é instrumento de desenvolvimento social, emocional e cognitivo para as crianças, além de estimular a criatividade, a imaginação, o raciocínio, a empatia, o respeito, o desenvolvimento cognitivo e da linguagem e formar a sua visão de mundo. E, você, como escritor(a) de obras infantis, pode contribuir com o desenvolvimento de milhares de novos leitores por meio da sua escrita criativa pensada especialmente para os pequenos.   Tipos de literatura para crianças: gêneros para apostar Apesar de entendermos que estamos nos referenciando à literatura infantil de forma geral, existem diferentes gêneros dentro da escrita para crianças e você, como autor(a), pode se dedicar e especializar em um ou mais destes. Conheça os gêneros que mais fazem sucesso no universo infantil: Contos A narrativa, talvez, seja o tipo textual mais conhecido na educação infantil e se faz presente nos contos. As crianças (e adultos) adoram ler contos, pois são os textos que narram histórias que envolvem o leitor em uma linha do tempo que conta os feitos dos personagens.    Quem nunca leu ou ouviu sobre os famosos contos de fada “Chapeuzinho Vermelho”, “Cinderela” ou “A Branca de Neve e os 7 anões”?    No Brasil, podemos citar Monteiro Lobato, como um dos principais autores de literatura infantil, principalmente pela série “Sítio do Pica-pau Amarelo”, com 23 livros de histórias fantásticas que encantou várias gerações. Histórias em quadrinho Os quadrinhos são parte essencial da infância de toda pessoa, afinal, eles fazem muito sucesso entre o público infantil e infanto-juvenil. No Brasil, temos a representação máxima deste gênero na figura de Maurício de Souza, criador da série em quadrinhos de sucesso mundial, “A turma da Mônica”.   Mas, para além do universo de Mônica, Magali, Cebolinha, Cascão, Chico Bento e outros personagens icônicos de Maurício, outros clássicos também fizeram história, como o Zé Carioca, Pato Donald, Pateta e o Mickey.    Mais recentemente, podemos citar a obra “Diary of a Wimpy Kid” (no Brasil: Diário de um Banana), como um dos maiores sucessos entre o público infantil e que usa elementos clássicos dos quadrinhos, sendo um livro best-seller internacional, traduzido para 28 línguas e com milhões de cópias vendidas em todo o mundo.    Quem sabe você não é o próximo(a) Jeff Kinney e tem quadrinhos incríveis aí aguardando para serem publicados? Poesia A poesia também pertence ao universo infantil e encanta aos pequenos, já que usa as rimas para brincar com as palavras e as ilustrações complementam a obra para estimular a imaginação dos leitores.   Elementos verbais e não-verbais se complementam em perfeita harmonia para dar vida a histórias encantadoras para as crianças. Será esse o seu talento? Fábulas As fábulas são histórias curtas e costumam ser protagonizadas por animais ou objetos, embora também podem ter seres humanos como personagens. Uma característica típica das fábulas é que elas sempre terminam com uma lição e sempre são para estimular o senso moral nas crianças. Por isso, muitos professores da educação infantil gostam desse gênero para trabalharem com seus alunos.  A fábula mais famosa é “a formiga e a cigarra”, na qual a formiga trabalha durante o verão, para estocar comida, enquanto a cigarra passa seus dias cantando e descansando e, quando chega o inverno, a formiga é recompensada pelo seu esforço e tem comida de sobra, enquanto a cigarra fica sem ter o que comer.  É uma história ideal para ensinar o valor do trabalho e da precaução para as crianças.   Esses são apenas alguns dos gêneros que funcionam dentro para o universo infantil, mas a sua liberdade de criação é infinita e você pode transitar entre os gêneros que quiser, desde que siga uma escrita que respeite as faixas-etárias, as quais se propôs dedicar suas obras. Processos de escrita: início, ápice e final feliz? Como você pôde ver, um título de literatura infantil deve prever a faixa etária do leitor, atender aos seus interesses e respeitar as suas possibilidades. Isto é, a estrutura e o estilo de linguagens devem se adequar às experiências da criança.    Os temas devem fazer parte do universo infantil e, ao mesmo tempo, podem apresentar elementos novos que prenderão a atenção dos pequenos.    Em relação ao desenvolvimento da história, é comum que os autores sigam a fórmula introdução, ápice ou conflito e final feliz, afinal, é importante sempre ter em mente que estamos escrevendo para crianças e elas esperam que os personagens, os quais se apegam fiquem bem no final.   Mas, mais uma vez, ressaltamos que você tem liberdade criativa para desenvolver suas obras e pode criar a sua própria fórmula de sucesso dentro da literatura infantil. Então, deixe sua criatividade aflorar e crie enredos, cenários e personagens nunca vistos antes!   Por que escrever para crianças? A literatura infantil é incrível e apresenta infinitas possibilidades entre escritas verbais e não-verbais e você pode conduzir seu leitor em viagens fantásticas pelo universo.   Além

Entrevista com o autor Yuri Maia: Conheça sua trajetória como escritor

Yuri Maia - Autor do livro TDAH Descomplicado - Editora Viseu

É sempre uma honra para nós como casa editorial podermos salientar o visível sucesso de nossos autores. Por este motivo, realizamos com o autor Yuri Maia, escritor do livro TDAH Descomplicado, uma breve entrevista sobre sua trajetória como autor, dentre outros detalhes sobre o tema que é tão pertinente na atualidade. Clique na imagem para acessar o livro na Loja Viseu No mundo dos autores e escritores, é essencial encontrar referências que inspirem e orientem aqueles que desejam embarcar na jornada da escrita.  Yuri Maia é um desses talentos excepcionais, reconhecido não apenas por sua obra inovadora “TDAH Descomplicado” (TOP 10 da Amazon no gênero Medicina & Saúde)  publicado pela Editora Viseu, mas também por sua grande visibilidade e influência no YouTube. Um pouco mais sobre o autor Yuri Maia Yuri Maia é um autor multifacetado que se destaca no campo da saúde mental, com foco especial no Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade, ou TDAH. Além de ser reconhecido por sua obra aclamada “TDAH Descomplicado”, ele expande sua influência por meio de sua presença marcante com MILHÕES de visualizações no YouTube. Com seu canal, ele compartilha conteúdos valiosos e educativos sobre o TDAH, estabelecendo-se como uma referência confiável e uma voz de autoridade no assunto. O livro “TDAH Descomplicado”, traz a expertise de Yuri Maia de forma aprofundada, proporcionando uma abordagem abrangente e acessível sobre o tema.  Sua habilidade em comunicar conceitos complexos de forma acessível e empática o torna uma figura inspiradora para aqueles que desejam escrever sobre o TDAH ou explorar outros temas relacionados à saúde mental. Vamos então à entrevista com o autor Yuri Maia? _____________________________ Editora Viseu pergunta: Yuri, o TDAH é um assunto tão relevante na atualidade, pois tem desvendado detalhes comportamentais não só de crianças, como muitos pensam, mas também dos adultos. Você tem recebido relatos de adultos que a partir da sua obra tiveram mais clareza sobre o TDAH?  Yuri Maia: Certamente! Embora o livro seja direcionado aos pais que têm filhos com TDAH, muitos identificaram situações vividas na infância, adolescência e até início da fase adulta.  Não apenas isso, o livro trouxe uma perspectiva que muitos não estavam se atentando, acerca de entender os sinais do TDAH, como conduzir um tratamento mais adequado, e como vencer os desafios que, embora tenham se iniciado na infância, permanecem até a fase adulta. O livro é um instrumento de auto entendimento sobre TDAH, acima de tudo! Editora Viseu pergunta:  Diante da sensibilidade na capacidade de manter o foco (atenção), como é ser um escritor com TDAH? Conte mais sobre como funciona o seu processo criativo. Yuri Maia: Esta obra foi um grande desafio! Principalmente sobre a capacidade de fazer acontecer, algo que é motivo de tanta queixa entre as pessoas que têm o transtorno. Faz pelo menos 5 anos que estou pretendendo escrevê-lo e publicá-lo. Porém, quando parei de fazer as coisas pelas vias tradicionais, tive mais empatia comigo e minhas dificuldades e busquei ajuda, a coisa funcionou. Contei com ajuda de uma grande amiga e escritora, Manoela Serra que, após vários meses, muitas conversas e centenas de horas de áudio, ela me ajudou a transcrever minhas palavras para o papel. Não foi fácil! Participamos juntos ativamente de todo o processo, principalmente nos momentos de revisão, que foi outro desafio! Reler o meu livro, página por página, também não é muito fácil para quem tem o transtorno. Mas consegui fazer no meu ritmo e revisar tudo. Hoje o sonho tornou-se realidade e o segundo livro já está a caminho. Editora Viseu pergunta: A obra teve uma boa saída desde o começo, muito pelo sucesso que também é veiculado no seu canal, que possui muitos inscritos e milhões de views. Você esperava essa repercussão, e como foi sua reação ao ver tantas pessoas se identificando com este tema? Yuri Maia:Não tive expectativas! Fiquei tão focado em ver a obra nascer, após tanta luta, que ter o livro físico em mãos era tudo que eu queria naquele momento. O livro está bem posicionado nas lojas on-line, e isso é maravilhoso! Fico feliz que as pessoas estejam se identificando, principalmente ajudando os pais que possuem filhos com TDAH, o objetivo principal do livro. Não é um livro muito técnico, é um livro que conta histórias reais e traz exemplos transformadores. Acredito que é isso que as famílias querem, identificação com suas realidades em seus lares com suas famílias, além de trazer dicas práticas e objetivas de como conduzir seus filhos e superar as dificuldades em casa. Isso o livro tem feito muito bem! Editora Viseu pergunta: Ao escrever livros, é muito comum os autores terem insights de outros temas que dariam outros livros. Você teve esses insights? Quais temas você gostaria de delimitar em uma nova obra? Yuri Maia:  Com certeza tive! Já tenho mais três livros em mente, praticamente roteirizados. O próximo livro será sobre os desafios da vida adulta do TDAH. Sabemos que vai muito além de desatenção ou falta de foco, mas entra em questões de relacionamentos, amizades, postura no mercado de trabalho, tratamento correto, autoconhecimento e psicoeducação. A pessoa com o transtorno que consegue dominar essas áreas, conseguirá ter uma vida muito mais tranquila e próspera! O próximo livro será um divisor de águas sobre o tema TDAH no Brasil! Editora Viseu pergunta:  É muito comum a criação de memes para engajar as pessoas nos mais variados temas, e com o TDAH não é diferente. Você acha que a relativização da seriedade deste tema pode comprometer o entendimento real do assunto? O que te preocupa na forma como o TDAH é tratado pelas pessoas, sobretudo nas mídias? Yuri Maia: Vejo este tema com bastante cautela. Se por um lado as brincadeiras e memes podem aliviar o estresse diário e as dificuldades reais que o transtorno pode causar, por outro lado pode haver sim uma banalização dos sintomas do TDAH. Esquecer a chave do carro, ou atrasar o pagamento de alguns boletos não é TDAH! Portanto, acredito sim que existe o risco de estigmas pelo excesso

Instagram para autores: como divulgar meu livro?

Instagram para autores - como divulgar meu livro

Com este conteúdo, você vai entender que utilizar o Instagram ou qualquer mídia social vai muito além de uma divulgação pontual de um livro ou de um produto. Para usar o Instagram de forma  coerente, mirando bons resultados, você precisará de muito mais consistência para poder obter o sucesso que você tanto almeja nessa e em outras redes. O Instagram é atualmente a rede social que mais engaja as pessoas a partir de conteúdos voltados ao entretenimento. Índice do Artigo Um estudo feito pela gigante RD Station analisou dados de profissionais voltados ao ramo de marketing. Dos entrevistados, 90% consideraram o Instagram a rede mais relevante da atualidade. O mesmo estudo aponta que no Brasil, cerca de 171 milhões de pessoas possuem perfis sociais nas mídias digitais, o que representa 79,9% da população brasileira. Este e outros motivos levam-nos a considerar o Instagram um “mar” de possibilidades para busca de popularidade para divulgação de obras literárias. Você certamente é um  usuário dessa rede tão popular no meio digital, e provavelmente já a usou para: avaliar a idoneidade de uma empresa pedir um lanche analisar o nível de conteúdo das pessoas que publicam com frequência e também para buscar informações ou notícias, sejam elas locais (do nosso bairro ou cidade), nacionais ou internacionais.   Há poucos anos, a rede foi comprada pela empresa hoje conhecida como Meta, (que até pouco tempo atrás se chamava Facebook). Os três grandes produtos da marca Meta incluem: Instagram Facebook Whatsapp   Por aí você já percebe que esta corporação já faz parte de uma boa porcentagem do seu dia, pois em geral, as pessoas passam de 1h até 4 horas por dia checando seus aplicativos sociais, seja para fins profissionais,, pendências familiares ou até mesmo por lazer. Diante da tamanha popularidade dessas redes, ficam alguns questionamentos para você, leitor: Qual a melhor forma para se posicionar diante dos seguidores? Qual tom de voz usar ao conversar com as pessoas? Formal, descontraído ou artístico? Com que frequência devo postar novos conteúdos? Como criar uma linha editorial para abordar os temas que o público julga ser interessante?   Esses e outros questionamentos iremos responder neste conteúdo, cujo objetivo é incentivar os autores a movimentarem seus perfis sociais em prol da promoção de seus livros. Qual o momento certo para iniciar a divulgação do meu livro? Este é o grande “X” da questão, e pode-se dizer que se trata do ponto chave deste artigo. A sua presença nas mídias sociais não pode estar atrelada ao seu livro somente, mas sim ao relacionamento que você precisa manter com os seus potenciais leitores. Pensando dessa forma, podemos dizer que você precisa planejar a sua performance nesta rede muito antes de iniciar as etapas editoriais do seu livro. Antes do seu livro, as pessoas precisam conhecer você como autor, ou seja, você precisa criar sua persona virtual, que nada mais é do que sua imagem como figura pública. Os leitores precisam acompanhar você desde o momento que você decidiu planejar o conteúdo do seu livro, por isso, é muito importante que você saiba em qual gênero literário você pretende escrever: Romance? Ficção? Aventura? Autoajuda? Autobiografia? Biografia? Poesia?   A partir desse entendimento, você poderá partir para as próximas etapas de divulgação do seu perfil como autor. Quais temas devo abordar para engajar meus seguidores? Após você escolher o gênero literário no qual você pretende escrever seu livro, você precisa criar um painel (seja ele físico ou virtual), onde você escreverá todos os temas que serão abordados em seu livro. Vamos a um exemplo prático para deixar tudo ilustrado de uma forma mais didática? Digamos que você deseja escrever um livro de autoajuda com um conteúdo voltado para mulheres que sofreram e sofrem violência doméstica. Como você já tem um tema e um direcionamento bem específico, agora você poderá usar suas redes sociais, em especial o Instagram, que é o objeto deste artigo, para postar conteúdos como: Imagens relacionadas ao tema Vídeos Citações Notícias Estatísticas Reportagens locais Depoimentos de mulheres Detalhes sobre o desenvolvimento do seu livro   Você poderá utilizar sua rede social para conversar com o público-alvo que se relaciona com o tema no qual você pretende escrever a sua obra de autoajuda. Se você tem um conteúdo mais voltado para humor, ou fantasia (ficção), é interessante você trabalhar com uma linha mais descontraída, abordando temas que se assemelham à história que você deseja contar em seu livro. Qual a melhor estratégia para produzir conteúdo para o Instagram? O mais racional a se fazer para que você não fique semanalmente dependente da produção de conteúdo é se antecipar com um estudo bem detalhado dos temas que você domina para então criar publicações de valor. Uma recomendação que damos é: procure se inspirar em pessoas que você admira, observe seus conteúdos e a forma com essas pessoas se portam no Instagram, e busque uma abordagem semelhante, mas claro, levando sempre em consideração duas coisas importantes: As pessoas querem ver a sua individualidade e sua originalidade Seus seguidores saberão quando você está sendo autêntico ou quando está meramente reproduzindo o conteúdo de outras pessoas.   Quando você observa o modo com que as pessoas se portam nas mídias sociais, você consegue estabelecer um padrão para também se posicionar de uma forma que irá engajar o público. A partir deste entendimento, você pode criar uma linha editorial, que nada mais é do que criar temas com os quais você pretende trabalhar para criar novas publicações. Liste os temas, abra um documento em branco e comece a planejar: Legendas: que consistem na parte escrita da publicação Plano da imagem: que consiste no planejamento da imagem que você pretende publicar.   É importante lembrar que ao utilizar um bom editor de textos para planejar as suas publicações, você terá à sua disposição um corretor ortográfico capaz de indicar possíveis erros gramaticais, e isso é essencial para que você mantenha um padrão de qualidade naquilo que você posta. Dois editores que recomendamos aos escritores da

Página de Autor: o que é e como elaborar?

pagina de autor

Muitos autores terminam seus livros, enviam para as editoras e aguardam ansiosamente para receber o projeto de impressão de volta, mas esquecem de mandar a Página de autor. A página de autor é aquela breve descrição da biografia do escritor que fica na contracapa no final do livro. Entretanto, em algumas obras, a biografia do autor se encontra nas últimas páginas do livro, chegando a ocupar duas ou três páginas. Neste breve artigo, vamos abordar sobre alguns pontos importantes da estrutura de uma Página de Autor. O que você vai encontrar neste artigo: Aí vão algumas dicas de como escrevê-la: O que deve conter na página do autor? Seja objetivo. A biografia do autor na contracapa não é um capítulo do livro. Você deve incluir nessa descrição os aspectos profissionais do escritor, algumas informações pessoais e seu contato, caso queira que os leitores te procurem. Como escrever? O tom que você utilizará para escrever essa página dependerá do gênero escolhido da sua obra. Se for um livro de não-ficção, você pode ser informal, ou seja, você vai poder utilizar uma linguagem mais coloquial. Por outro lado, se for um livro científico, utilize a formalidade para ganhar credibilidade. Uma linguagem informal em uma obra de cunho científico não combina, por isso fique ligado nesta dica.   Autoridade sobre o autor Caso sua obra tenha um teor científico, é importante você ressaltar pontos altos da sua carreira. Esses pontos podem ser a sua formação, suas experiências profissionais, ou até mesmo fatos da vida que você enfrentou. Caso sua obra não seja do ramo científico, é importante você mostrar um lado mais psicológico do seu perfil. Mostre detalhes sobre quem você é, onde nasceu, e o porquê de começar a escrever. O que levou você ao mundo das letras, e o que despertou sua paixão por escrever ainda publicar seu livro?   Escreva em 3º pessoa Nada de querer escrever a biografia em 1º pessoa, descreva-se como se você fosse outra pessoa. A página do autor é uma forma que você tem para se apresentar ao leitor e por isso precisa ser escrita com cuidado e atenção. Continue acompanhando as dicas no Blog da Editora Viseu!   Seja breve Para quem ama escrever, um dos grandes desafios é escrever de forma sintética, ou seja, resumir os fatos. Apesar de ser muito difícil, você precisa “superar essa tentação” de escrever detalhes sobre você, e buscar um texto breve e resumido. Pontue os pontos mais importantes da sua carreira ou da sua trajetória como escritor, e seja breve. Uma dica para realizar um “link” entre sua página de autor e outros detalhes da sua vida é apresentar suas redes sociais, ou quem sabe seu site. Dessa forma o leitor poderá despertar um interesse em conhecer seu perfil e assim passar a seguir você. Guarde os detalhes da sua vida para uma biografia ou autobiografia Muitos autores de diversos gêneros possuem uma grande trajetória, seja no ramo da escrita ou em outras áreas de sua vida. Uma grande dica é: escreve sua própria biografia ou autobiografia. Essa é a melhor forma de você detalhar tudo sobre quem você é e tudo o que você passou. Maioria dos autores consagrados, atuais ou do passado, possui obras biográficas que alguém fez ou que eles mesmos publicaram. Conclusão Pode parecer  um desafio para você resumir um texto sobre você mesmo, afinal ninguém melhor do que você para se conhecer com tantos detalhes. Contudo é importante você seguir as dicas apresentadas neste artigo para que sua página de autor seja cada vez mais otimizada. Já imaginou escrever sua própria página de autor e aos poucos ter insights sobre sua própria biografia ou autobiografia? Quem sabe uma simples página de autor possa ser o “embrião” de uma grande obra sobre você que está por vir. Continue seguindo as dicas do Blog Viseu. Toda semana novos conteúdos repletos de dicas e orientações para autores e novidades sobre o mercado literário.  

O livro está pronto para revisão? Como saber?

mulher sentada sobre um puff digitando no notebook - revisão do livro

Sempre que terminar de escrever um livro, envie-o a um profissional para que possa revisá-lo. Entretanto não é novidade que essa revisão é cobrada e nem sempre é barata. Por este motivo, aconselhamos que sempre se certifiquem da finalização da escrita, para que não haja acréscimos após a revisão, pois isso prejudicará o texto a ponto de necessitar de um novo orçamento e uma nova revisão. O que você vai encontrar neste artigo: Dica Leia e releia seu texto quantas vezes forem necessárias. Assim, analisar-se-á por exemplo, a falta de coesão, coerência e eventuais inadequações que possam conter na obra. Nem preciso dizer que uma alteração, por menor que seja, pode bagunçar tudo e precisar de outras várias adequações. Confira Em nosso blog, temos um texto que pode te ajudar a estruturar sua história, apontando os “Pilares de um bom livro” que funcionam como um check list para conferir se todas as ideias estão ali, se não ficou nada de lado e, assim, seu livro estará pronto para ser enviado a um revisor. Continue acompanhando as dicas no Blog da Editora Viseu!

Qual gênero literário escolher?

Livros sobre uma mesa com outros livros enfileirados ao fundo - gênero literário

Escritores iniciantes têm dificuldade de descobrir seu estilo literário e, muitas vezes, optam por algum que não combine consigo e a história acaba não fluindo. Para evitar o bloqueio de escrita, daremos dicas para descobrir qual gênero literário mais se adequa ao seu perfil. O que você vai encontrar neste artigo: Quais são os gêneros literários? Antes de tudo, o escritor precisa saber quais são os gêneros literários existentes e entender sobre cada um, para, então, analisar qual mais se identifica. Neste texto, temos alguns gêneros literários, confira! Qual você teria facilidade de escrever? Já sabe quais são os gêneros literários, agora é hora de pensar: qual gênero você teria mais facilidade de escrever uma história. A criatividade pode ser um ponto a ser analisado e te dá facilidade para escrever. Qual seu estilo de escrita? Você escreve mais formal ou possui um vocabulário mais informal? O estilo de escrita é relevante para analisar qual gênero literário escrever, pois cada um possui sua forma de escrita. Depois dessas dicas, conseguiu identificar qual gênero literário possui mais afinidade? Agora é hora de pesquisar e aprender mais para aperfeiçoar a sua escrita. Continue acompanhando as dicas no Blog da Editora Viseu!

Lançar um livro: como começar?

Mulher com livro nas mãos pensando em como lancar um livro

Lançar um livro pode não parecer uma tarefa tão difícil, porém é importante você ter alguns pontos em mente. Após entender Como publicar um livro, você produz o livro, imprime as cópias, publica a obra e depois disso, chega à parte final, o temido lançamento do livro. Diariamente, somos questionados por nossos autores se é realmente necessário realizar um Evento para lançamento de livro. Editora Viseu sempre responde: o lançamento é mais uma das ferramentas de divulgação que pode te ajudar a comercializar e atrair novos leitores.  Fique conosco para saber quais detalhes precisam ser levados em consideração quando o assunto é lançar um livro. O que você vai encontrar neste artigo: Precisa ser uma festa de lançamento? NÃO! Não precisa ser uma festa, você pode organizar uma noite de autógrafos em uma livraria ou em algum café da sua cidade. Reúna os amigos, familiares e futuros leitores. Esse evento pode ser um pontapé para as vendas dos primeiros exemplares.  Qual o primeiro passo para lançar um livro? Para começar, é preciso pensar no público do seu livro e como atingi-los. O local e a data da noite de autógrafos precisa ser determinado de acordo com o público-alvo. Não entendeu? Por exemplo, se o seu livro é infantil, você não deve marcar em uma segunda-feira em um restaurante. O indicado é que aconteça em um espaço kids de um shopping em um sábado à tarde, por exemplo. Divulgue o lançamento Data, hora e local marcado. Então é hora de preparar o material de divulgação para atrair os futuros leitores para o evento. Você precisa pensar em panfletos, anúncios em redes sociais, e-mail marketing etc. E, no dia do lançamento, lembre-se: é importante ter alguém divulgando o evento em tempo real nas redes sociais e algum fotógrafo registrando o momento para depois ir postando e também para criar um banco de imagens. Nunca se esqueça de que as redes sociais podem ser uma excelente ferramenta de divulgação, use e abuse. Continue acompanhando as dicas no Blog da Editora Viseu. Toda semana conteúdos novos com dicas para autores e novidades do mercado editorial.

Fórmula para publicar um livro: existe?

Mulher em posição de meditação - fórmula para publicar um livro

Quem nunca pensou em desistir da publicação de seu livro na metade? Acredito que a grande maioria dos escritores e você sabe que isso ocorre devido à falta de paciência e de pressa. A produção de um livro não é de um dia para o outro e não se baseia somente em escrever a história, existe todo um passo a passo até chegar, de fato, à publicação. 1. Pare de se comparar com outros autores A atitude mais desleal que podemos ter conosco é a tal da comparação. Nós que somos autores estamos constantemente ligados às notícias do mundo editorial. Vemos de tudo, pessoas que escrevem livros em poucos dias, sagas em poucos meses, enfim, cada qual possui sua produtividade. Você deve levar em consideração uma coisa, assim como você é único, a forma como você escreve também é. Acelerar um processo de escrita com base em comparações pode fazer você perder a qualidade da sua história. Além disso, é bom ter em mente que muitos autores já consagrados vivem da publicação de seus livros, ou seja, são autores full time. Diferente deles, muitos de nós temos a escrita como um hobby, ou seja, conciliamos a produção escrita com nosso trabalho, afazeres domésticos, família dentre outras ocupações. O ideal para que a sua produtividade aumente é a criação de Sprints de escrita. 2. Mais paciência para seu objetivo de publicar um livro Dizem que ter paciência é uma virtude, mas nem todos nós temos, principalmente quando se refere a terminar o próprio livro. Há quem não termine e há quem mal terminou de escrever e já quer lançar, bombar nas vendas e desejar milhões de leitores pedindo pelo 2º livro. É necessário ter calma, pois o processo não é tão simples e leva tempo. Tenha paciência! 3. Menos pressa para o processo de publicação do seu livro Não adianta ter pressa, visto que há etapas a serem cumpridas. Quem nunca ouviu aquela famosa frase “a pressa é inimiga da perfeição”.  Para começar, temos o tempo de escrita do livro, que varia de acordo com cada escritor e pode ser meses ou anos. Finalizado, é preciso editar e revisar. É recomendado que a revisão ortográfica seja feita por um profissional que olhará com cuidado e atenção os aspectos gramaticais e ortográficos, bem como coesão. Enquanto alguém faz a revisão, é sugerido ir pensando na identidade visual interna do livro, como capa, diagramação e tudo mais — que significa ganhar tempo. Não podemos esquecer do registro de ISBN e outros. E, por fim, publicar. Livro publicado = Meta alcançada A publicação significa que você conseguiu pôr em prática a fórmula e chegou ao fim da primeira etapa. Agora é hora de se dedicar ao marketing literário da sua obra e pôr a fórmula em prática novamente: + Paciência – Pressa = aumento de vendas   Esperamos que essas dicas tenham ajudado você. Continue acompanhando as dicas no Blog da Editora Viseu!

Os desafios da Autopublicação 

mulher segurando um livro e sorrindo - autopublicação

A autopublicação de livros é algo que precisa ser muito bem planejado. Em meios às crises no mercado editorial, os autores têm recebido cada dia mais “nãos” das editoras tradicionais. Assim, um caminho encontrado por eles foi o de optar pelas editoras de autopublicação para auxiliarem na publicação de seus livros. Diferentemente das editoras tradicionais, que participam desde as decisões do conteúdo até os lucros com a venda, as editoras de autopublicação apenas oferecem seus serviços, cabendo ao autor decidir o quer contratar e o que não. A Editora Viseu, por exemplo, oferece aos autores os serviços como: Copidesque Revisão Construção do projeto gráfico (capa e diagramação) Marketing para autores Distribuição da obra em livrarias Distribuição do  livro em livrarias marketplaces (e-commerces) Como você observa,  Editora Viseu vai muito além de apenas orientar o autor entrar com selo editorial. Ela realiza de fato todo o “trabalho braçal” no que diz respeito a publicação do seu livro. Se você quer entender com riqueza de detalhes todo o processo de publicação, basta acessar o artigo Como publicar um livro, que nada mais é do que um Guia Completo.     O que você vai encontrar neste artigo: Por onde começar?     Envio do seu Original (Manuscrito do seu livro) para autopublicação Este é o primeiro passo: a finalização do seu livro. Ao finalizá-lo, envie-o para que possam lê-lo e analisar o conteúdo. O envio pode ser feito via e-mail, mesmo canal por onde a editora dará um feedback para o autor.   Pacotes para autopublicação Após ter aprovação do projeto, a editora apresentará os pacotes de autopublicação, cabendo ao autor decidir o melhor para a sua obra. Trabalhando por meio de pacotes, o autor dispõe de mais flexibilidade para decidir quais itens contratar em relação a publicação de seu livro.   Contrato para publicação de livro Trabalhar com uma editora comprometida com sua publicação é essencial. A produção de um livro é algo tão pessoal que envolve muito mais do que apenas o tempo envolvido no processo de escrever. Um autor se abdica de muitos momentos da vida em prol do sonho de publicar um livro. Por isso, é mais do que necessário apostar em uma editora idônea que se envolve por inteiro com seu projeto, garantindo a qualidade em todas as etapas. Trabalhar por meio de um contrato de prestação de serviços é essencial para que você se sinta seguro de que sua obra de fato chegará ao seu objetivo final. Não abra mão de alinhar sua publicação a um contrato que garanta a confiabilidade dos serviços.   Projeto do livro para autopublicação Por fim, acompanhar o andamento do seu projeto e pensar no lançamento do livro e marketing é um caminho para finalização do projeto. Publicar com uma editora também tem o benefício de você ter um feedback em cada etapa do processo de publicação. Uma Editora de livros dispõe de profissionais em diversas áreas, especializados na publicação de livros. Contudo, você é o dono do projeto. Outra coisa que você não deve abrir mão é de um processo transparente onde você acompanha as etapas da sua publicação.   Editora de livros que possui parceria com livrarias e marketplaces Publicar seu livro de forma independente, ou seja, sem o intermédio de um editora faz com que você tenha muitas dificuldades nesta última etapa: as vendas. Cadastrar um produto em um marketplace pode não ser um desafio tão difícil em meio a uma era de sistemas tão intuitivos, porém manter o fluxo de vendas e controlar envios pode sim ser um grande desafio. Ao publicar com uma editora, você vai ter certeza de que seu livro vai para: O marketplace da própria editora Catálogo virtual da editora de livros Disparo semanal e pré-lançamento feito por todos os canais de mídias da editora em questão Livrarias parceiras que revendem livros físicos Marketplaces integrados com  tecnologia do site da editora Imagine que cada um desses processos envolve muito trabalho, e que ao invés de tudo isso ficar pela sua responsabilidade, na verdade sob as demandas da editora. Certamente é muito melhor para o autor ter uma equipe por trás de seu livro, além da garantia de que seu livro está sendo distribuído nos melhores canais. Conclusão Há ainda quem não conheça o trabalho dessas editoras, mas conseguimos apontar a principal diferença entre elas: o foco. As editoras tradicionais querem apenas vender livros e as de autopublicação querem publicá-los e concretizar os sonhos dos autores independentes. Se você sonha em ter seu livro, independentemente do gênero literário no qual você escreve, não hesite em fazer um contato com  Editora Viseu. Estamos totalmente a sua disposição para conversar sobre a publicação do seu livro.

O que é Copywriting e como usá-lo na Escrita de Livros?

copywriting - na imagem há uma máquina de escrever vermelha abaixo de uma lâmpada acesa

O que é o copywriting e qual a sua importância para escritores? Na matéria de hoje, ensinaremos como fazer um bom copy e como você pode usá-lo para se relacionar com seus leitores. O que você vai encontrar neste artigo: O que é Copywriting? Copywriting é a arte de produzir textos persuasivos e incitar seus leitores a tomarem uma determinada decisão. Antes de falar mais sobre o que é o copywriting, pensaremos sobre o propósito da escrita. Algumas pessoas escrevem com o propósito de preencher um vazio, enquanto outras escrevem por prazer. Existem algumas que querem promover alegria através da escrita e outras materializam textos que causam certa inquietação. A escrita e os textos têm a capacidade de provocar emoções, sentimentos e ações. Essa é uma lógica também presente no marketing, sobretudo nos textos publicitários que circulam em blogs, sites e campanhas de anúncio. O objetivo central desses textos é vender um produto ou um serviço, tornando algo reconhecido e promovendo uma determinada marca. E você deve estar se perguntando: mas o que isso tem a ver com livros? Se você pensa que a escrita persuasiva está restrita somente ao marketing para fins de venda de um produto, precisamos te contar que “NÃO”. A técnica de copywriting é bem mais ampla e abrange não só a comercialização de um produto, como também de uma ideia, da qual os livros estão cheios! Então, quero dizer que você pode e deve utilizar esse recurso não só em suas estratégias de marketing com seus leitores, mas também para vender as ideias de seus textos. Quer entender como usar essa técnica em seu texto? Leia o próximo tópico. 6 passos para desenvolver um copy excelente Separamos aqui 6 dicas para que você entenda quais são os elementos essenciais de uma Copy bem planejada. Esperamos que com essas dicas, a escrita do seu livro possa tomar um rumo ainda mais voltado para a conquista do público. Reflita sobre o seu tema Bons textos vêm de autores que dominam o assunto. Se você quer escrever um copy de sucesso, faça uma pesquisa profunda sobre o tema que será abordado em seu texto. Bons leitores têm sensibilidade para perceber a profundidade e complexidade com a qual um assunto é tratado. Se você fizer isso de forma adequada, será considerado uma referência na área. Leia outras obras para aperfeiçoar o copywriting Como escritor, sei que você passa longas horas do dia lapidando e desenvolvendo sua habilidade de escrita. Mas só escrever não é o suficiente para produzir bons textos, por isso recomendo que reserve um tempo para ler. Leia, mesmo que seja para expandir os pontos de vista sobre determinado assunto. É importante ler para incorporar certas técnicas de escrita de bons autores e principalmente se quiser trabalhar com a intertextualidade. A intertextualidade em seus textos é um recurso que além de demonstrar bom repertório, expressa toda a criatividade daquele que escreve. Além disso, esse recurso pode gerar humor e descontração, fazendo com que seus leitores criem identidade com você. Imagine que você seja um poeta e esteja finalizando a escrita de seu original, mas não sabe muito bem quais são os caminhos para a publicação. De repente, em sua caixa de e-mail, há dois convites de editoras distintas para que você publique sua coletânea de poesias. O assunto do e-mail da primeira editora é algo como: “Venha publicar com a gente” Enquanto o da segunda é: “Terminei meu livro! E agora, José?”. Mesmo que você abra os dois e-mails, certamente o segundo lhe soou mais convidativo por, justamente, trazer o poético na chamada. Esse é o poder da intertextualidade. Atente-se aos erros de copywriting Por escrever regularmente e ler na mesma proporção, as pessoas não esperam erros de ortografia, gramaticais e sintáticos em seus textos. Tenha sempre à disposição boas gramáticas e um dicionário analógico para que seu vocabulário seja cada vez mais ampliado. Uma dica importante que sempre damos aos autores em seu processo de produção é procurar cursos online sobre escrita criativa. Existem muitos cursos voltados para autores de livros, capazes de ajudar na lapidação da linguagem escrita de pessoas com intenção de publicar livros. Dê atenção ao seu público Se alguma vez você recebeu um e-mail marketing com um título tão inusitado que precisou abrir para saber do que se tratava ou virou a capa de um livro porque o título lhe chamou atenção, você provavelmente era o público-alvo nessas ocasiões. Bons escritores têm à disposição recursos necessários para prender a atenção de seus leitores e fazer com que tomem uma ação. Eles têm a receita para um copy de sucesso. Vamos supor que você esteja escrevendo um texto para empresários sobre o mercado financeiro. De maneira mais específica, você está escrevendo sobre o sistema de delivery durante a pandemia. É bem diferente dizer: “Muitos dizem que antes a demanda por esse modelo de entrega era pequena, mas cresceu muito com a pandemia.” Do que dizer: “De acordo com a Mobills, os gastos com aplicativos de entrega atingiram um crescimento de até 149% durante a pandemia.”  Em certos gêneros, a presença de um público específico requer certas construções que em outros não é necessária. De modo semelhante, para escritores do universo infantil, não é aconselhável usar termos técnicos e específicos em seus livros. Cada público-alvo demanda recursos específicos para prender a atenção no seu texto. A inspiração não vai te salvar É isso mesmo que você acabou de ler. Embora este título possa soar estranho, ele nos diz algo muito importante: não podemos ficar reféns da inspiração. Imagine você que faz da escrita sua profissão e precisa ser atingido por um raio em forma de ideia toda vez que escrever um texto? Além de depender totalmente da sorte, seu fluxo de produção seria consideravelmente inferior. O ideal é que a prática de escrita seja exercitada dia após dia com muita disciplina. Com o passar do tempo, essa prática ajuda a desenvolver o ponto em que as ideias se encaixam naturalmente. Muitos autores se enganam

Livro não pode ser promessa 

E o sentimento de um novo ano já toma conta dos nossos corações. Entre champanhe, queima de fogos, comida, família reunida, vem o sentimento de renovação, promessas para um ano que começará e, sem sombra de dúvidas, você realizará vários sonhos, principalmente o de publicar seu primeiro livro.  O mês de janeiro é o mês da esperança, dos sonhos, das metas renovadas. De repente, é novembro e a única coisa que mudou foi aquela ruga que sabe Deus de onde veio. Já começaram as propagandas de Natal, ano-novo e os planos de publicar o primeiro livro? Deixa para o ano que vem…  Seu livro não pode ser promessa de ano-novo, seu livro é seu sonho, é seu trabalho, é realização e é para já!   Imagine o futuro, o lançamento do seu livro, os leitores esperando por autógrafo…  Sente-se em frente ao seu computador e coloque em prática. Não dê ouvidos à preguiça ou à procrastinação, pense apenas na nova fase da sua vida que essa decisão abrirá. Seja uma versão orgulhosa de dezembro e deixe para o próximo janeiro os planos do seu segundo livro. Por que não?  Dúvidas? O Blog da Editora Viseu tem várias dicas de como escrever um livro, acesse!

Já encontrou o porquê dos seus leitores? 

Leitores | Imagem de um homem idoso sentado em um escritório com olhar pensativo

Ao decidir escrever um livro, indicamos que o primeiro passo do autor seja a análise do público-alvo, ou seja, os leitores do gênero no qual o autor irá produzir a obra. É preciso saber para quem você escreverá e com quem você conversará. Há muitos escritores que não fazem isso e, dessa forma, esse pode ser um dos motivos da falta de sucesso da obra, já que escrever um livro sem direcioná-lo a alguém fará com que ninguém se interesse pela leitura. O que você vai encontrar neste artigo: A visão de sucesso dos leitores Você sabia que, muitas vezes, o sucesso das grandes obras não está ligado ao que faz você escrevê-la, mas sim pelo que você faz? Vou te explicar e, para isso, fugirei um pouco do mundo literário e falarei de uma grande marca: Apple. A Apple, por exemplo, não vende apenas o celular físico, ela busca mostrar ao cliente o motivo pelo qual ela existe e a diferença que faz para ajudá-los a realizarem seus objetivos. Um bom exemplo é a “mania” que as pessoas têm de querer salvar bons momentos, dessa forma, a Apple oferece um celular com alta resolução e memória para o cliente salvar suas fotos. Voltando ao mundo literário, você conquistará o leitor se conseguir mostrar a ele o que seu livro pode proporcionar. Para  isso, antes de tudo, no momento do planejamento do seu livro você precisa responder 3 perguntas em relação a sua história: Por quê? Como? O quê? Em seguida você vai entender cada uma dessas indagações. Por quê dos leitores Nós, seres humanos, somos curiosos, inquietos e queremos sempre entender aquilo que não experimentamos, mesmo que nosso subconsciente nos diga o contrário. Como? Diante das oportunidades, buscamos maneiras de aproveitá-las. O quê? Aceitamos e abraçamos as oportunidades que nos foram ofertadas. Ao encontrar o porquê dos seus leitores, você conseguirá utilizar suas habilidades e escrever um livro de sucesso e, quem sabe, virar um best-sellers. Conclusão sobre conhecer os leitores Anote: não importa o que você faz ou como faz, mas sim por que fazê-lo e como isso fará com que os leitores se identifiquem. Independentemente do gênero literário ou da temática do livro, lembre-se de que best-sellers existem em todos as categorias. Por isso estude o seu público-alvo e encontre o porquê dos seus leitores desejarem ler seu livro e faça. Certamente, ao publicar seu livro você terá mais segurança caso tenha planejado essa jornada de conhecimento do seu público previamente. Continue acompanhando as dicas no Blog da Editora Viseu!

Dicas para escrever um livro-reportagem

O livro-reportagem nada mais é que um gênero jornalístico que dá ao leitor mais informações sobre determinado assunto que um jornal ou revista daria e é escrito pelos profissionais da notícia.  Diferente de uma reportagem normal, o livro-reportagem remonta um caso específico podendo ser reestruturado dentro de uma narrativa. Há algumas dicas que podem ajudar na estrutura textual, confira:   O que você vai encontrar neste artigo: A Reconstituição  em um livro-reportagem A reconstituição minuciosa dos fatos é o momento em que o autor responde às famosas perguntas do lead: quem, o quê, por quê, quando, como e onde. Ao responder essas perguntas, o autor mostrará ao leitor o resultado de sua pesquisa e  oferecerá a oportunidade de recriar o cenário em que aconteceu os fatos narrados, aumentando, assim, a credibilidade da obra.   Descrição  Descrever cena a cena para o leitor e contar a evolução dos fatos ao longo do tempo os aproxima da história, o que os estimula a ler mais. Atente-se à descrição.   Ambientação  Reconstituir o ambiente e a época do fato faz com que o leitor entenda melhor a história que está sendo narrada. Priorize os detalhes.   A importância da Fonte em um livro-reportagem Conte a história de maneira fluída, evitando a menção constante de fontes, sem ficar citando a mesma fonte a cada nova informação. Faça isso somente quando necessário.   Diálogo Reproduza os diálogos com exatidão, tornando o texto mais vivo, enriquecendo a história e atraindo a atenção do leitor.    Passagens Evite passagens repentinas de um assunto para o outro, o ideal é que sempre tenha um elo entre eles. Preferencialmente, monte uma linha lógica de acontecimentos.  Conclusão sobre livro-reportagem Independentemente do assunto do livro-reportagem, o autor tem a obrigação de escrever de forma que o leitor entenda todas as questões abordadas na história. O livro-reportagem não é só para narrar um fato, mas para contextualizá-lo e explicar melhor as suas consequências.   Essas são algumas dicas para os autores, entretanto cada jornalista pode dar o seu toque pessoal à obra, criar seu estilo de escrita e então publicar o livro. Comece a escrever o seu e conte-nos sua experiência.   Continue acompanhando as dicas da Editora Viseu.  

Como escrever em qualquer lugar?

Se você também é daqueles que se distraí com qualquer coisa e que demora para se concentrar novamente, tenho certeza de que não consegue escrever em qualquer lugar, não é mesmo? Não se sinta culpado, a maioria das pessoas tem esse problema de distração. Por esse motivo, daremos algumas dicas para evitar as distrações e cumprir o prazo de finalizar o livro, confira: O que você vai encontrar neste artigo: Esquece a edição Para se tornar um excelente escritor, é preciso ler mais, ter tempo e praticar. Por isso, nas horas vagas, não se preocupe com a edição, pois ela é um processo para o final, concentre-se e deixe seu trabalho fluir. Diga não às distrações  Aquelas notificações das redes sociais são as maiores vilões nos dias de hoje, mas o cachorro ou a furadeira do vizinho também incomodam, né? São tantas as distrações, mesmo assim cabe a você se colocar no comando. Uma boa dica é desligar o celular, colocar os fones de ouvido, que são abafadores de ruídos, e dedicar-se à escrita. Estabeleça uma meta de escrita Quando você estabelece um prazo/meta de escrita, acaba que a sua produtividade aumenta e faz com que não perca tempo com outras coisas. É como se o tempo te desafiasse a cumprir a meta: terminar de escrever. Mantenha um ritmo de escrita Nada melhor que dormir sabendo que aquele dia foi muito produtivo, mas por que os outros também não são? Tente manter o mesmo ritmo de escrita, fazendo com que a alta performance se transforme em rotina.  Coloque em prática  Se você, autor(a), tem alguma outra dica para evitar as distrações, conte-nos! Continue acompanhando as dicas no Blog da Editora Viseu.

EDITORA VISEU LTDA CNPJ: 13.805.697/0001-10 Av. Duque de Caxias, 882. Sala 503, Torre I - Zona 7, Maringá - PR, CEP: 87020-025